A prisão de Diego Augusto de Lima Santos, 23 anos, trouxe à tona um caso que chocou a região. Detido pelo assassinato de Danilo Ferreira, 32 anos, no final de Agosto, Diego confessou ser um assassino em série, assumindo a autoria de outros três homicídios que não estavam sob investigação completa.
Diego foi localizado após impressões digitais encontradas no carro de Danilo levarem a polícia até ele. Durante o depoimento, se declarou serial killer e afirmou não ter motivação para o crime: “Eu sou um serial killer. Não tem motivo para matar o Danilo, não tem. Eu sou um serial killer. Esse foi meu nuv”. A polícia descreveu seu perfil como “bastante frio e calculista”, e destacou que ele não demonstrou arrependimento.
O assassino sabia que seria preso, pois o caso ganhou repercussão, e admitiu ter saído de casa com a intenção clara de matar Danilo.
Danilo, filho único, saiu de casa para um evento e depois avisou à mãe que buscaria um carregador na casa de uma amiga — informação falsa, pois a amiga não estava na cidade. Diego combinou o encontro e narrou o ataque: “Chegando lá eu falei o seguinte: ‘Sai do carro fazendo bola para mim.’ Ele saiu. Aí eu cheguei na direcção dele.” O corpo de Danilo foi encontrado horas depois na zona rural.
Antes da prisão de Diego, Juan Lucas, amigo da vítima e estudante de direito, ficou um mês preso injustamente. A prisão baseou-se em dados do celular dele, que indicavam localização próxima ao crime e mensagens apagadas no fim-de-semana. O pai de Juan criticou a ausência de provas concretas: “Não tem digital, sangue, cabelo, foto ou testemunha.” Juan classificou sua prisão como humilhante e lamentou que informações erradas se espalhem rápido.
Além de Danilo, Diego confessou outros três assassinatos:
A investigação é criticada por falta de empenho, resultando na prisão injusta de Juan Lucas.
A defesa de Diego alega que ele sofre de esquizofrenia paranoide, diagnosticada na infância, e que sua confissão pode reflectir delírios e alucinações, sem evidências concretas para outros crimes além daquele que o levou à prisão.
Enquanto isso, Juan Lucas luta para reconstruir a vida após o erro judicial: “Todo dia eu não tenho vida mais. Não tenho. Eu vivo um dia após o outro.”
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