Renamo volta a viver os seus fantasmas internos. A Comissão Nacional do partido reuniu-se, esta sexta-feira, e confirmou a realização do tão esperado Conselho Nacional, depois de meses de silêncio e de pressão das bases.
Segundo Saíde Fidel, membro da Comissão Política, um dos pontos centrais da agenda será a contestação da liderança de Ossufo Momade, alvo de críticas constantes dentro do próprio partido.
A crise não é nova. Desde 2024, a Renamo arrasta divisões internas alimentadas por acusações de que Momade teria “vendido” os resultados eleitorais. Essa narrativa, longe de morrer, tem acirrado os ânimos e paralisado a vida política do partido.
Prova disso foram os episódios de violência e de desordem nas últimas semanas: várias sedes provinciais, incluindo a nacional, chegaram a ser encerradas, gerando confrontos que terminaram em agressões físicas e detenções de membros.
Ainda assim, a Comissão Política assegura que o Conselho Nacional contará com a presença de todos, incluindo os desmobilizados que têm estado na linha da frente da contestação.
Nada indica que a reunião vá apagar o incêndio, mas será, no mínimo, o palco onde se expõem feridas abertas há muito tempo.
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