Pelo menos 15 pulseiras electrónicas serão colocadas à prova, nos próximos dias, no país, numa acção das autoridades judiciais visando minimizar a superlotação das cadeias, alinhando o sistema penitenciário moçambicano à prática internacional.
Falando recentemente em Maputo em torno da matéria, o ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Mateus Saize, destacou questões administrativas e normativas a ser ajustadas, para a efectivação do projecto, lançado em Dezembro último
“O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, a Procuradoria-Geral da República e o Tribunal Supremo estão a produzir instrumentos para a operacionalização das pulseiras electrónicas. Neste momento, acabamos de assinar um documento que visa colocar à prova pelo menos 15 reclusos, durante esta semana e na subsequente, poderemos multiplicar o número”, disse.
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