Governo afirma que privilégios para ex-presidentes garantem “dignidade” – aimnews.org

Maputo, 16 Abr (AIM) – O governo moçambicano afirmou que a recente aprovação de um pacote de benefícios financeiros e outros concedidos a ex-chefes de Estado visa garantir a “dignidade” dos presidentes após o seu mandato.

As regalias – que beneficiam os ex-presidentes Joaquim Chissano, Armando Guebuza, Filipe Nyusi e respetivos cônjuges – foram aprovadas pelo Conselho de Ministros (gabinete) num decreto que entrou em vigor em março. O decreto aumenta os benefícios financeiros dos ex-presidentes para 600 mil meticais por mês (9.400 dólares americanos ao câmbio actual).

Inclui também o fornecimento de nada menos que oito veículos mais pessoal de apoio, além de férias remuneradas de 30 dias com passagem aérea de primeira classe. O decreto também concede segurança e assistência médica aos ex-presidentes e seus dependentes.

O decreto gerou forte controvérsia, com organizações da sociedade civil contestando a sua legalidade. O líder da Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (Anamola), antigo candidato presidencial Venâncio Mondlane, qualificou o decreto de ilegal e inconstitucional, alegando que “o Conselho de Ministros não tem autoridade para legislar sobre esta matéria, pois é uma prerrogativa exclusiva do parlamento”.

Segundo o porta-voz do governo e ministro do Desenvolvimento, Salim Valá, em declarações aos jornalistas na terça-feira, após uma reunião do Conselho de Ministros, estes direitos estão consagrados na lei “o que significa que os líderes atuais ou antigos devem ter dignidade”.

“O que o Estado moçambicano fez foi estabelecer normas, e os privilégios que acredita que os líderes que deixaram o cargo merecem. Eles devem manter a sua dignidade porque foram Presidentes que lideraram o país e desempenharam um papel importante”, disse.

Sempre houve privilégios para ex-chefes de estado. Mas o novo decreto os atualizou e codificou de forma mais detalhada.
(MIRAR)
Anúncio/pf (308)

Oito feridos na explosão de granada – aimnews.org

Maputo, 16 Abr (AIM) – Oito estudantes ficaram feridos na tarde desta terça-feira, quando uma granada explodiu numa escola do posto administrativo de Maluana, no distrito de Manhiça, cerca de 90 quilómetros a norte de Maputo.

Segundo Deoclésio Maiela, chefe de operações do comando policial distrital da Manhiça, os estudantes ficaram feridos quando um grupo brigou no terreno da escola por causa de uma granada na posse de outro estudante.

Maiela explicou que uma das vítimas ficou gravemente ferida. No entanto, ele não explicou a origem da granada.

“Um dos alunos teria arrebatado a granada aos colegas e atirado a pessoas que se encontravam perto da Escola Secundária Filipe Jacinto Nyusi. A granada explodiu e feriu os alunos que ali se encontravam”, disse.

Acrescentou que as vítimas foram transportadas para o centro de saúde distrital, onde estão a receber cuidados médicos.
(MIRAR)
Anúncio/pf (150)

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

%%footer%%

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

"Não escolhemos a notícia, escolhemos te informar"

Sair da versão mobile