Esta reportagem baseia-se na entrevista concedida pelo Professor Elísio Macamo ao canal de Boaventura Mandlate, na qual o académico analisa profundamente os desafios estruturais, políticos e sociais que Moçambique enfrenta atualmente.
Continue lendo O desafio da esperança: Ética e polarização na Moçambique pós-independênciaAjuda humanitária sob pressão em Cabo Delgado – aimnews.org
Falando num debate de sábado na Rádio Moçambique, o delegado do INGC Cabo Delgado, Marques Naba, disse que a resposta humanitária deve ser ajustada a “um cenário complexo e simultâneo”.
“Em Cabo Delgado estamos a olhar para dois aspectos”, disse. “A mesma comunidade é vítima da estação das chuvas e do conflito. Este é o grande desafio que todos os actores humanitários estão a gerir”.
Naba disse que durante a actual época chuvosa foram afectadas 4.570 casas, das quais 1.316 ficaram totalmente destruídas. “Estamos a falar de 3.629 agregados familiares, abrangendo 9.671 indivíduos”.
Quanto ao impacto do terrorismo islâmico, Naba disse que actualmente mais de 434 mil pessoas estão deslocadas em Cabo Delgado. Mas 678 mil pessoas que anteriormente tinham sido deslocadas conseguiram regressar às suas áreas de origem.
Ele sublinhou que o INGD acredita que a assistência deve ir, não só às pessoas deslocadas, mas também às comunidades de acolhimento “para evitar tensões dentro das comunidades”.
Confrontado com a redução da ajuda externa, o INGD já não acolhe os deslocados em tendas. “Estamos investindo em materiais de construção e na criação de aldeias com serviços básicos como escolas, mercados e unidades de saúde”, disse Naba.
Ele sublinhou que é o governo e não as ONG que lidera a coordenação humanitária. “É o governo que lidera as operações humanitárias em Moçambique”, disse. “Os parceiros complementam os planos definidos pelo governo”.
(MIRAR)
Pf/ (276)
Moçambique e Eswatini concordam em aumentar a cooperação – aimnews.org
Chegaram a estes acordos durante uma visita oficial do Presidente moçambicano, Daniel Chapo, a Eswatini, na sexta-feira e sábado, realizada durante as comemorações do 40º aniversário da coroação do rei suazi Mswati III, que coincidiu com o seu 58º aniversário.
A visita de Chapo serviu para aprofundar as relações económicas entre os dois países, nomeadamente na área da electricidade.
Actualmente Moçambique vende 30 megawatts de energia a Eswatini, e os dois países estão a analisar a possibilidade de aumentar este valor para 100 megawatts, no contexto da interdependência energética regional e da crescente procura suazi de electricidade.
Chapo disse que estas discussões enquadram-se na estratégia de Moçambique para a diversificação económica. “Falamos sobre a transformação da nossa economia, que passa pela diversificação”, disse o presidente, citado pela estação de televisão independente STV. “E nesta diversificação temos nos concentrado na questão da energia”.
Chapo acrescentou que Eswatini também está interessado em adquirir gás natural moçambicano, para apoiar a sua industrialização e garantir fontes de energia mais estáveis.
Chapo sublinhou também a importância da cooperação técnica na agricultura e da troca de experiências para aumentar a segurança alimentar em Moçambique.
“Eswatini tem experiência na agricultura e queremos beneficiar desta experiência para aumentar os nossos próprios níveis de produção e produtividade”, disse.
Chapo e Mswati também discutiram a possibilidade de construir um gasoduto para transportar combustível do porto de Maputo para Eswatini.
(MIRAR)
Pf/ (259)
O divórcio entre o poder e a deliberação: A gestão das crises sociais em Moçambique
Esta reportagem baseia-se na entrevista concedida pelo Professor Elísio Macamo ao canal de Boaventura Mandlate, na qual o académico analisa profundamente os desafios estruturais, políticos e sociais que Moçambique enfrenta atualmente.
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O homem identificado como autor da tentativa de invasão armada ao jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no sábado à noite, deixou um conjunto de escritos — descritos por autoridades como um “manifesto” — onde critica duramente as medidas de segurança do evento e expõe motivações políticas.
Continue lendo Suspeito denuncia falhas de segurança após tentar invadir jantar da Casa BrancaAlém das armas: A insurgência no Norte como reflexo da fragilidade do sistema
Esta reportagem baseia-se na entrevista concedida pelo Professor Elísio Macamo ao canal de Boaventura Mandlate, na qual o académico analisa profundamente os desafios estruturais, políticos e sociais que Moçambique enfrenta atualmente.
Continue lendo Além das armas: A insurgência no Norte como reflexo da fragilidade do sistemaMoçambique entre a escassez de ideias e a responsabilidade externa: Uma análise de Elísio Macamo
Esta reportagem baseia-se na entrevista concedida pelo Professor Elísio Macamo ao canal de Boaventura Mandlate, na qual o académico analisa profundamente os desafios estruturais, políticos e sociais que Moçambique enfrenta atualmente.
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A líder moçambicana Graça Machel será distinguida em Angola com o Prémio Individualidade Lusófona 2026, atribuído pela Forbes África Lusófona no âmbito dos Prémios Forbes Responsabilidade Social 2026. A distinção visa reconhecer um percurso de décadas marcado pela promoção da educação, defesa dos direitos das mulheres e crianças e pelo compromisso com o desenvolvimento sustentável em África e no espaço lusófono.
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Nacala-Porto acordou no fim-de-semana com mais um episódio que mistura o absurdo com o brutal — daqueles que parecem saídos de um argumento mal escrito, mas que, infelizmente, são bem reais.
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A advogada Thera Dai foi eleita Bastonária da Ordem dos Advogados de Moçambique, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo máximo da instituição desde a sua criação. A eleição decorreu este sábado e assinala uma mudança relevante num sector tradicionalmente dominado por homens.
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