Um incêndio de grandes proporções destruiu totalmente uma estância turística localizada em Chizavane, no distrito de Mandlakazi, na Província de Gaza.
Continue lendo Fogo consome totalmente estância turística em ChizavaneMulher detida após agressão a marido com martelo por ciúmes da empregada doméstica adolescente
Um incidente de violência doméstica culminou na detenção de uma mulher de 33 anos, acusada de agredir seu cônjuge de 40 anos com um martelo na Matola. A vítima sofreu ferimentos cranianos graves, sendo atingido por três golpes na cabeça. O evento ocorreu no bairro Mucupe-Mwamatibjana e expõe tensões conjugais preexistentes.
Continue lendo Mulher detida após agressão a marido com martelo por ciúmes da empregada doméstica adolescenteXivotxongo: O Álcool Barato Que Afoga Vidas e Dignidade em Maputo
Maputo, Moçambique – Rostos cansados e envelhecidos, muitos aparentando décadas a mais do que a idade real. Crianças, adolescentes e adultos cambaleando ou já derrotados. Todos vítimas de uma bebida espiritual de baixo custo, conhecida popularmente como Chivotxongo. Este dossier expõe um problema crescente nos centros urbanos de Moçambique, agravado pela proliferação de álcool barato e de fácil acesso, uma ameaça silenciosa que devasta a juventude da capital.
Continue lendo Xivotxongo: O Álcool Barato Que Afoga Vidas e Dignidade em MaputoDesafios de Habitação para os Jovens em Moçambique
Maputo, Moçambique — A pobreza em estado puro, vidas precárias e famílias empurradas pelo sonho de ter casa própria. Muitas vezes, esses lares surgem em locais inimagináveis. “Ei, é terrível viver atrás do cemitério, é muito terrível. Praticamente da minha casa é o rio”, desabafa um morador. Para alguns, barracas improvisadas; para outros, o seu lar doce lar. Tudo isso movido por um único desejo: ter uma residência própria. “Eu quero sair, não tem dinheiro para comprar.”
Continue lendo Desafios de Habitação para os Jovens em MoçambiqueMoçambique: Décadas de Promessas Não Cumpridas em Mobilidade Urbana e Perdas Financeiras Milionárias
Maputo, Moçambique – Nas últimas décadas, o setor de mobilidade urbana em Moçambique tem sido palco de uma sucessão de promessas grandiloquentes, planos inacabados e projetos abandonados, sem que qualquer iniciativa de vulto consiga concretizar-se e transformar efetivamente o transporte nas grandes cidades. Apesar da manutenção histórica do mesmo partido no poder, a ausência de continuidade administrativa entre governos centrais e municipais tem perpetuado uma estagnação que penaliza a população e desperdiça recursos públicos, conforme constatado pelo Centro de Integridade Pública (CIP).
O Primeiro Metro de Superfície: Legado de Armando Guebuza
Em 2011, sob o segundo mandato do Presidente Armando Guebuza, o então Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, anunciou a implementação de um sistema integrado de transporte para Maputo, inspirado em modelos europeus após visita à Itália. Um memorando de entendimento foi assinado com a empresa italiana Salsef Group para estudo de viabilidade do projeto, que previa metro de superfície, linhas de elétrico, BRT (Bus Rapid Transit) e infraestrutura dedicada a passageiros.
Contudo, em 2013, o Conselho de Ministros cancelou unilateralmente a parceria, alegando incompatibilidade financeira com a realidade nacional, provocando uma ação judicial da Salsef Group que reivindicava 100 milhões de euros em indenização. Após negociações, o Estado foi obrigado a pagar 6,5 milhões de dólares, equivalente a aproximadamente 410 milhões de meticais, sem que qualquer responsável fosse responsabilizado. O projeto, ainda hoje documentado no site da empresa italiana, permanece inerte, simbolizando uma das maiores oportunidades perdidas na história do transporte urbano moçambicano.
Filipe Nyusi e as Novas Promessas: Projetos de Ambição Sem Concretização
Durante o primeiro mandato do Presidente Filipe Nyusi (2015–2019), a gestão de Carlos Mesquita à frente dos Transportes trouxe propostas ousadas, incluindo a conversão de carcaças de autocarros em salas de aula e, posteriormente, o lançamento do AGT (Automated Guideway Transit), um sistema de transporte automatizado de passageiros. Previsto para o corredor Baixas-Zimpeto, com extensão de 18,1 km e capacidade diária para 112.000 passageiros, o projeto jamais saiu do papel.
No segundo mandato, o Presidente Nyusi indicou Jafar Abdulai, que revisitou a ideia do metro de superfície, e depois Mateus Magala, que prometeu uma linha férrea nacional ligando Rovuma a Maputo em cinco anos. Nenhuma destas iniciativas se materializou. Paralelamente, o projeto Futran, conduzido pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMME) de Maputo, prometia 50% das linhas operacionais até final de 2022, mas até hoje permanece estagnado, sem transparência sobre adjudicações, cronogramas ou financiamento, apesar de requerimentos formais baseados na Lei do Direito à Informação.
O Contraste Regional e a Inspiração para Novos Planos
Enquanto Moçambique permanece refém de projetos inconclusos, a Tanzânia inaugurou uma ferrovia elétrica de 2.560 km, ligando cidades internas e países vizinhos, com aquisição de comboios da Coreia do Sul e construção de infraestrutura moderna. Inspirado por este exemplo, o Presidente Daniel Chapo prometeu uma abordagem semelhante, priorizando inicialmente a descongestão do Grande Maputo, ligando Maputo, Matola e Marracuene, antes de sonhar com a integração nacional do transporte ferroviário.
Conclusão: Entre Sonhos e Realidade
O CIP conclui que Moçambique vive um déficit crónico de execução em mobilidade urbana, com perdas financeiras significativas e reiteradas promessas não cumpridas. Projetos como metro de superfície, BRT, AGT e Futran permanecem no imaginário coletivo, enquanto a população continua a depender de soluções precárias, aguardando que a retórica governamental se transforme, finalmente, em realidade tangível.
Relatório preliminar revela Crise de Divisas em Moçambique e aponta falhas de Governança Económica
Maputo, Moçambique — Um relatório preliminar sobre a escassez de divisas em Moçambique, apresentado pelo Centro de Integridade Pública (CIP) durante um evento transmitido pelo YouTube, destacou graves lacunas na gestão económica do país e a necessidade urgente de diálogo e flexibilidade por parte das autoridades. Segundo a pesquisa, trata-se de uma crise conjuntural que já havia sido superada há alguns anos, mas que hoje impede o país de alcançar a tão desejada independência económica.
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Beira, Moçambique — Nesta terça-feira(19.08.2025), cerca de 3.400 pares de uniformes, incluindo meias e calçado, foram distribuídos na actual Escola Primária do Esturro, beneficiando centenas de alunos.
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Mecuzi, Nhamatanda, Mozambique – [Date] — The distinguished Administrator of Nhamatanda recently visited one of the most remarkable hidden gems of Tzu Chi Mozambique, the community farm in Mecuzi. This 200-hectare land, generously donated by a local family, serves not only to feed volunteers and beneficiaries but also to foster the self-sustainability of the foundation.
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Matola, 20 de Agosto de 2025 — A recente iniciativa do Município da Matola de utilizar lixo recolhido no cemitério Eugénio para o tapamento de covas e buracos que dificultam a transitabilidade nas vias de acesso, especialmente durante a época chuvosa, tem gerado divergências entre os moradores do bairro de Ndlhavela.
Continue lendo Moradores de Ndlhavela Divergem Sobre Uso de Lixo em Tapamento de Covas no Cemitério EugénioImundície no Zimpeto: Valetas transformadas em depósitos de lixo
As valetas destinadas ao escoamento de águas negras nas proximidades do Parque do Zimpeto, em Maputo, estão a ser usadas como depósitos de lixo por vendedores informais que actuam na área. O cenário de insalubridade tem preocupado moradores e frequentadores do parque, que denunciam a situação como prejudicial à saúde pública e ao meio-ambiente.
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