O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, dirige esta semana, no distrito de Ribáuè, a cerimónia oficial de lançamento da Campanha de Comercialização Agrícola 2026, um evento que decorre sob o lema “Comercialização Agrícola: Dinamizando Negócios e Cadeias de Valor”.
Continue lendo Daniel Chapo Lança Campanha Agrícola em RibáuèINAM alerta para chuvas e trovoadas em diversas províncias de Moçambique
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) divulgou oficialmente as previsões climatéricas detalhadas para este sábado, dia dezasseis de maio de dois mil e vinte e seis.. Segundo os dados, espera-se um cenário de instabilidade em várias regiões, com destaque para a ocorrência de chuvas e trovoadas no sul e centro.
Continue lendo INAM alerta para chuvas e trovoadas em diversas províncias de MoçambiqueAgente da UIR detido por alegada venda de drogas em Nampula
Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), afecto à Unidade de Intervenção Rápida (UIR), encontra-se detido na cidade de Nampula, acusado de envolvimento na comercialização de drogas, avançou a TV Miramar.
Continue lendo Agente da UIR detido por alegada venda de drogas em NampulaGoverno condiciona exportação de Oleaginosas para proteger indústria nacional em Moçambique
O Governo de Moçambique anunciou novas restrições à exportação de oleaginosas durante a campanha agrária 2025/2026, numa medida que visa garantir o abastecimento contínuo da indústria nacional de processamento e fortalecer a economia interna.
A decisão consta da Circular n.º 06/MAAP/IAOM/GDG/006/2026, emitida pelo Instituto do Algodão e Oleaginosas de Moçambique (IAOM), instituição tutelada pelo Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas.
Segundo o documento oficial, a exportação de oleaginosas, com destaque para a soja, só será autorizada após a satisfação das necessidades da indústria nacional de processamento.
A medida surge numa altura em que o país procura aumentar a industrialização agrícola, reduzir a exportação de matéria-prima em estado bruto e promover maior agregação de valor aos produtos nacionais.
Exportação de soja em Moçambique passa a ter novas regras
De acordo com a circular, os operadores económicos ligados à produção, comercialização e exportação de oleaginosas deverão assegurar, em primeiro lugar, o abastecimento regular das fábricas nacionais.
O documento esclarece que os pedidos de exportação ficarão sujeitos à verificação prévia da existência de excedentes de produção disponíveis para o mercado externo.
A decisão baseia-se no Decreto n.º 75/2022, de 30 de Dezembro, que regula as culturas oleaginosas em Moçambique e estabelece que as exportações apenas podem ocorrer quando a produção excede as necessidades da indústria nacional.
Governo quer fortalecer indústria de processamento agrícola
As autoridades defendem que a nova política agrícola pretende garantir o fornecimento contínuo de matéria-prima às unidades nacionais de processamento, impulsionar a produção industrial e proteger os interesses económicos do país.
O Instituto do Algodão e Oleaginosas de Moçambique considera que a medida poderá contribuir para:
- Aumento da transformação local de produtos agrícolas;
- Criação de empregos no sector agro-industrial;
- Redução da dependência da exportação de matéria-prima;
- Estímulo à industrialização da soja e outras oleaginosas;
- Maior geração de receitas internas.
Especialistas do sector agrícola entendem que o reforço da indústria nacional de processamento poderá aumentar a competitividade do país e reduzir perdas económicas associadas à exportação de produtos sem transformação.
Sector agrícola moçambicano enfrenta pressão industrial
Nos últimos anos, o crescimento da procura internacional por soja moçambicana levou muitos operadores a priorizarem exportações, situação que, segundo o Governo, começou a criar dificuldades no abastecimento interno das indústrias de óleo alimentar, rações e derivados agrícolas.
Com a nova orientação, o Executivo pretende equilibrar os interesses da exportação agrícola com as necessidades da indústria nacional.
A circular foi assinada em Maputo, no dia 8 de Maio de 2026, pelo director-geral do IAOM, Edson Herculano dos Anjos Almeida.
Indústria de oleaginosas ganha prioridade em Moçambique
A decisão do Governo poderá ter impacto directo no mercado agrícola nacional, sobretudo nos produtores e exportadores de soja, girassol e outras culturas oleaginosas estratégicas.
Analistas consideram que a medida representa mais um passo da estratégia governamental de promoção da industrialização, substituição de importações e fortalecimento da cadeia de valor agrícola em Moçambique.
As autoridades apelam agora ao cumprimento rigoroso das novas directrizes por parte de todos os operadores económicos do sector de oleaginosas no país.
INAM Alerta para Possível El Niño Forte em Moçambique na Época Chuvosa 2026/2027
O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) alertou para a forte probabilidade de ocorrência de um fenómeno climático El Niño nos próximos meses, situação que poderá provocar impactos significativos em várias regiões do país durante a época chuvosa 2026/2027.
Continue lendo INAM Alerta para Possível El Niño Forte em Moçambique na Época Chuvosa 2026/2027Empresário italiano morre na segurança máxima…
Sartori é proprietário do hotel e restaurante à beira-mar de Maputo, Kaya-Kwanga. Ele foi preso com outros três indivíduos, também acusados de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e falsificação.
Os outros três presos foram identificados como Manzar Saed Abbas; Tharmomed Valay Mahomed, mais conhecido como Shabir; e seu filho, Anas Tharmomed. Durante as buscas, as autoridades apreenderam uma pistola, uma espingarda AK-47, uma arma de caça, munições diversas, computadores, telemóvel e documentos diversos.
De acordo com o comunicado da SERNAP, Sartori foi encontrado morto no chão da prisão de Segurança Superior de Maputo (coloquialmente conhecida como BO).
O falecido estava detido desde 21 de abril deste ano, acusado de tráfico, “falsificação de documentos e utilização de documentos falsificados, fraude fiscal, lavagem de dinheiro e outros atos ilícitos”.
Durante os primeiros dias de prisão, diz o SERNAP, Sartori recusou-se a comer “e esta situação de greve de fome já era do conhecimento da família, do advogado e do médico particular, tendo sido denunciada às autoridades penitenciárias assim que o comportamento foi constatado”.
“O governo, através do SERNAP, apresentou as suas condolências à família, enquanto o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) está a concluir as investigações técnicas na cela onde o empresário se encontrava em isolamento”, lê-se no documento.
Anúncio/
Última Hora: Umberto Sartoni Morre na Cadeia de Máxima Segurança da Machava
SERNAP confirma morte de recluso detido por crimes financeiros e tráfico
MAPUTO, 15 de Maio de 2026 — O cidadão Umberto Sartoni morreu na manhã desta sexta-feira no Estabelecimento Penitenciário Especial de Máxima Segurança da Machava, conhecido por BO. A informação foi avançada pelo Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), através de um comunicado de imprensa.
Continue lendo Última Hora: Umberto Sartoni Morre na Cadeia de Máxima Segurança da MachavaMais de 300 policiais foram promovidos a…
Segundo o ministro do Interior, Paulo Chachine, falando na cerimónia quinta-feira, em Maputo, as promoções e reformas fazem parte do processo de renovação institucional e continuidade da Polícia do país.
“As promoções constituem um reconhecimento ao empenho, à dedicação e ao trabalho árduo demonstrados pelos servidores públicos no desempenho das suas funções. Os dirigentes promovidos devem assumir maiores responsabilidades no reforço da disciplina, do patriotismo e do profissionalismo dentro da corporação”, afirmou.
“A promoção é um acto que reflecte o reconhecimento do Estado à participação, dedicação e empenho demonstrados pelo servidor no desempenho das suas funções”, acrescentou.
O ministro explicou que a promoção ao posto de superintendente exige maior disciplina, patriotismo e profissionalismo, além de valores que devem servir de exemplo para os policiais mais jovens.
“A promoção ao posto de superintendente de polícia pressupõe elevação do nível de disciplina, patriotismo e profissionalismo”, afirmou.
Chachine também parabenizou os oficiais aposentados, dizendo que foram protagonistas da história do país.
“A reforma não é o fim da relação com a instituição policial. O Estado continuará a contar com a experiência e sabedoria dos reservistas na garantia da segurança interna”, afirmou.
Ele também disse que os oficiais agora na reserva deixaram um legado de patriotismo, um sentido de Estado, disciplina e respeito pelos direitos e liberdades fundamentais, que devem continuar a orientar o pessoal da ativa.
“Uma vez policial, sempre policial”, disse ele.
Por seu lado, Joaquim Sive, Comandante Geral da PRM, disse que a carreira policial exige coragem, disciplina, sacrifício, lealdade e elevado espírito patriótico.
“A carreira policial, sobretudo a nível de oficial, exige coragem, disciplina, sacrifício, lealdade e elevado espírito patriótico. Por outro lado, os oficiais que se aposentam participaram ativamente na modernização e fortalecimento da corporação, enfrentando desafios complexos e contribuindo para o reforço da capacidade operacional da polícia.
A semana comemorativa da PRM foi recentemente lançada na cidade de Xai-Xai, província de Gaza, sob o lema “PRM, 50 anos reafirmando o seu compromisso com as comunidades na luta contra o crime, o terrorismo, os acidentes rodoviários e a corrupção”.
Nl/Anúncio/
Os chefes das empresas estatais devem promover…
A Primeira-Ministra falava quinta-feira, em Maputo, numa cerimónia em que empossou Danilo Nanla como presidente do Instituto de Gestão de Participações do Estado (IGEPE); Rudéncio Morais como presidente da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH); e Amorim Pery como presidente do Fundo de Desenvolvimento Habitacional (FFH).
Segundo Levi, os novos presidentes devem melhorar os mecanismos que garantam os investimentos no processo de reestruturação e a viabilidade económica das empresas estatais.
Estes mecanismos incluem medidas para aumentar a rentabilidade das empresas públicas, controlar o risco fiscal, garantir a sustentabilidade financeira e prevenir o endividamento.
O Primeiro-Ministro exigiu também transparência, responsabilização e controlo interno das empresas públicas e estatais, contribuindo para a optimização da gestão da carteira de participações do Estado e para o aumento da gestão das receitas de capital.
“Recomendamos ao novo presidente do IGEPE e à sua equipa que sejam mais proactivos e criativos no aprofundamento e proclamação das reformas em curso para que tenhamos uma gestão empresarial pública mais eficiente, sustentável, orientada para a geração de mais recursos para o erário público e para a melhoria das condições de vida dos moçambicanos”, disse.
Ele também desafiou a atração de mais investimentos público-privados, o desenvolvimento económico e a inclusão social.
“A nomeação do engenheiro Rudéncio Morais para presidente da ENH ocorre numa fase decisiva para o país, sobretudo na transformação dos recursos naturais em benefícios concretos. O processo de exploração de hidrocarbonetos, em particular do gás natural, exige um posicionamento institucional para salvaguardar os interesses estratégicos, económicos e energéticos nacionais”, afirmou o Primeiro-Ministro.
“Ao capitalizar os benefícios da exploração de hidrocarbonetos, estamos a impulsionar o crescimento da nossa economia, a diversificar e a aumentar as fontes de receitas do Estado, a expandir infra-estruturas de apoio ao sector e à industrialização, bem como a criar mais empregos e rendimentos, especialmente para jovens e mulheres”, acrescentou.
Ela sublinhou que a ENH e o sector petrolífero nacional devem olhar para os desafios que o mundo e Moçambique, em particular, enfrentam como consequência do conflito no Estreito de Ormuz.
“A nova gestão da ENH deve também desenvolver ações que contribuam para a utilização do gás natural como matéria-prima estratégica para a produção de fertilizantes, combustíveis e produtos petroquímicos, o que impulsionará os setores agrícola e industrial do nosso país”, afirmou.
Ela explicou que a missão confiada ao nomeado exige liderança, visão estratégica, inovação e capacidade de execução.
Segundo Levi, o país necessita de instituições fortes e modernas, capazes de responder aos desafios do presente e do futuro de forma eficiente, transparente, financeiramente sólida e sustentável, orientadas para resultados concretos que tenham um impacto positivo na vida dos cidadãos.
“Esperamos que sejam líderes com visão estratégica, capacidade de liderança, sentido ético e compromisso patriótico, líderes que estimulem o seu coletivo a contribuir positivamente para o alcance dos objetivos e metas definidos para cada instituição”, afirmou.
(MIRAR)
MR/anúncio/
Chapo pede estratégias fortalecidas para…
Segundo Chapo, em declarações aos jornalistas após participação na 13ª edição do Africa CEO Forum 2026, realizada em Kigali, a presença de Moçambique no encontro serviu para consolidar contactos com líderes políticos e empresariais africanos e internacionais, num momento em que o país procura fortalecer os alicerces da sua independência económica.
O Presidente explicou que o fórum se estabeleceu como uma plataforma estratégica para discutir o futuro económico de África, centrando-se no investimento, na industrialização, na inovação, no comércio intra-africano e na criação de oportunidades para jovens e mulheres.
Durante a sua estadia em Kigali, o Presidente manteve também reuniões com investidores internacionais e grupos económicos para apresentar o potencial de Moçambique nos sectores da energia, hidrocarbonetos, energias renováveis, logística, turismo, agricultura, industrialização e transformação digital.
Chapo destacou ainda o encontro mantido com o Presidente do Ruanda, Paul Kagame, durante o qual os dois chefes de Estado reafirmaram o seu compromisso em aprofundar as relações de amizade, solidariedade e cooperação entre os dois países.
O Presidente revelou ainda que manteve contacto com representantes de grandes grupos económicos internacionais, incluindo a Visa, com quem discutiu mecanismos de inclusão financeira e soluções digitais para melhorar a arrecadação de receitas relacionadas com o turismo e a tributação electrónica.
No sector financeiro, Chapo discutiu com o Fundo Soberano de Angola mecanismos de cooperação relacionados com a capitalização do futuro Banco de Desenvolvimento de Moçambique, recentemente aprovado pela Assembleia da República, o parlamento do país.
“A nossa responsabilidade como sector público é nutrir o sector privado, tanto nacional como estrangeiro, removendo obstáculos e alterando a legislação se necessário para impulsionar os negócios. A participação de Moçambique no fórum foi altamente positiva e estratégica”, afirmou.
Por seu lado, Michael Berner, vice-presidente e director regional da Visa para a África Austral e Oriental, Moçambique é um dos mercados estratégicos da Visa na região e tem potencial no domínio da inovação tecnológica e inclusão financeira.
“Existem muitas oportunidades no país para a digitalização dos pagamentos, para trazer novas tecnologias e inovações, o que ajudaria não só a modernizar os pagamentos em Moçambique, mas também a modernizar a economia”, disse.
Explicou que as conversas com o Presidente Chapo permitiram identificar áreas concretas de cooperação, especialmente no fortalecimento do ecossistema financeiro digital e na expansão do acesso da população aos serviços electrónicos.
“O presidente Chapo mostrou abertura às propostas apresentadas pela Visa, demonstrando vontade de esclarecer o diálogo institucional com a empresa”, disse.
(MIRAR)
Sg/anúncio/
