A madrugada deste Domingo ficou marcada por um crime de sangue na zona de Inhanchequene, no posto administrativo de Patrice Lumumba, município de Xai-Xai. Uma mulher de 39 anos foi alegadamente assassinada pelo próprio marido, que, segundo testemunhos e informações das autoridades, não aceitava o fim da relação conjugal.
Continue lendo Mulher de 39 anos encontrada morta com sinais de violência após crise conjugal2026 entre salários e fatores extrassalariais
“Em 2026 o mercado de trabalho português será palco de uma combinação de aceleração tecnológica e uma crescente valorização das pessoas, com ênfase na flexibilidade, no bem-estar e no desenvolvimento contínuo. Paralelamente, a escassez de talento, nomeadamente qualificado, continuará a ser um desafio central, mantendo-se crucial a necessidade de constante aprimoramento das competências de quem se recruta.
Num mercado em que a procura por talento qualificado supera a oferta, a produtividade e a estratégia de Recursos Humanos (RH) encaminhar-se-á cada vez mais para a experiência do colaborador.
Neste sentido, importa abordar, desde logo, a questão da flexibilidade. Os horários ajustáveis e o trabalho híbrido (quando possível face à natureza da função) consolidar-se-ão como a norma, deixando de ser um mero benefício, ainda que algumas empresas tenham caminhado no sentido de regressar a modelos totalmente presenciais. A verdade é que os modelos híbridos são, efetivamente, um fator decisivo na atração e retenção de talento. Assim, não será inesperado verificar que a flexibilidade terá a tendência para se equiparar ao pacote salarial enquanto variável determinante.
A saúde mental e o bem-estar ganharão cada vez mais peso, tornando-se num ponto estratégico, se não mesmo uma obrigação legal para fazer face a riscos psicossociais. É de esperar que em várias empresas com capacidade para isso, haja uma revisão dos pacotes de benefícios neste âmbito, por forma a incluir, por exemplo, apoio financeiro e programas de bem-estar holísticos.
Na senda das mais-valias não salariais, a cultura e o propósito, sobretudo entre as gerações mais novas, continuarão a ser amplamente valorizados através de ambientes inclusivos e um propósito claro e forte. Neste sentido, o alinhamento estratégico das empresas a nível de comunicação, de ações concretas de employer branding e da aposta em lideranças mais humanizadas e colaborativas será igualmente uma tendência a manter-se em 2026.
Noutro sentido, a transparência salarial será também uma questão central no próximo ano. A evolução regulatória e o foco na equidade irão impulsionar esta diretiva corporativa em Portugal. A divulgação da faixa salarial nos anúncios de emprego no nosso país e na União Europeia será a norma, muito provavelmente, no contexto de uma obrigação legal. A Diretiva (UE) 2023/970, impõe aos Estados-Membros, até junho de 2026, a implementação de um conjunto de procedimentos que poderão impactar as empresas, que serão forçadas a estruturar e a justificar internamente a sua amplitude salarial, antes de as divulgar. Estas normas exigirão que a organização tenha critérios claros para a progressão e para a diferença de salários entre funções. Por outro lado, o risco de insatisfação interna poderá surgir quando a faixa salarial anunciada for superior ao que os colaboradores atuais, na mesma função, recebem.
As normas poderão ter um impacto profundo na capacidade para corrigir disparidades salariais internas e na transformação de processos de recrutamento que poderão ser mais transparentes e alinhados em termos de vencimento. Por um lado, reduzirá o tempo gasto em triagem de currículos que nunca seriam contratados por motivos salariais e, por outro, permite aos candidatos a tomada de decisões mais informadas e alinhadas com as suas expetativas. Em última análise, poderá prever-se que a partir de meados de 2026, a divulgação da faixa salarial seja, também, um fator de competitividade no mercado de trabalho português.
No que concerne a aceleração tecnológica, a Inteligência Artificial (IA) deixará de ser uma tendência para se tornar uma prioridade operacional nos RH. A automação de processos, em que a IA garante a execução de tarefas repetitivas no recrutamento, como a triagem inicial de currículos e o agendamento de entrevistas será, cada vez mais, a norma. Liberta-se, assim, os profissionais de RH para maior concentração na estratégia e na experiência do candidato.
Por outro lado, os processos de recrutamento e seleção serão desenhados, desde o início, para integrar algoritmos preditivos e análise de dados que visam a eficiência e a redução (possível) de vieses. De referir também que a tendência do uso estratégico de big data permitirá, por exemplo, antecipar as necessidades de talento e identificar padrões de turnover.
O próprio recrutador, seja ele interno ou externo à organização, tenderá a ser mais estratégico, digital e humanizado.
Para um recrutador profissional em 2026, conhecer a IA e as novas tecnologias não é apenas uma vantagem, mas uma necessidade operacional para otimizar a identificação de candidatos. O foco passa a ser a utilização estratégica destas ferramentas para aumentar a rapidez, a eficiência, a qualidade e a imparcialidade do processo. A automação em tarefas administrativas deverá permitir maior foco na experiência e na análise das hard skills necessárias para a função e nas soft skills comportamentais. Os recrutadores terão de se tornar mais analíticos, utilizando data seja para prever um turnover, uma avaliação de desempenho ou otimizar as fontes de identificação de candidatos.”
E se pudesse reparar o carro em casa? Eis o que propõe o projeto Aria
E se não precisasse de levar o seu carro à oficina para o reparar? É isso que propõe o Aria, um conceito elétrico desenvolvido por alunos da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, nos Países Baixos.
A apresentação deste automóvel elétrico modular aconteceu em meados de novembro no Museu Natural Next em Eindhoven, sendo o décimo desenvolvido pela equipa de estudantes. Também estiveram envolvidos membros da Fontys e da Summa, numa equipa sob gestão de Taco Olmer.
Danos ou avarias menores podem ser corrigidos pelo próprio utilizador. A carroçaria está concebida para que seja necessário apenas desanexar um painel e substituí-lo em caso de riscos ou danos – sendo que a remoção de um painel dá acesso aos componentes por baixo do mesmo. São seis os módulos de bateria que, juntos, têm 12,96 kWh de capacidade. A autonomia ronda os 220 km. A sua remoção é fácil, com os conjuntos de baterias possíveis de desmontar à mão.
Marc Hoevenaars, daquela instituição de ensino superior, disse em comunicado que “todos os componentes podem ser reposicionados sem ferramentas ou experiência“.
Há um acesso fácil às baterias através das laterais do veículo e cada uma pesa 12 kg. Ao ligar uma aplicação ao painel de instrumentos do carro, é possível aceder a instruções passo-a-passo para fazer reparações – como por exemplo encomendar e substituir um pedal do acelerador danificado.
O responsável recordou que as baterias dos carros elétricos atuais têm uma duração limitada de cerca de dez anos e é necessário ir à oficina para substituí-las – sendo que poucas oficinas independentes podem resolver os problemas e ainda há uma falta de mecânicos especializados em elétricos: “O que significa que as reparações demoram mais tempo e custam mais”, recordou Marc Hoevenaars.
Segurança em dúvida?
Durante o evento de apresentação, Hemmy van Hees – que foi mecânico durante mais de quatro décadas – expressou algumas dúvidas: “Como é que se mantém os travões e a direção seguras? Há tanto que pode correr mal. Pela minha experiência, condutores profissionais por vezes nem conseguem mudar uma lâmpada”, disse, citado pelo site da universidade.
Não estará no mercado
Apesar de o Aria ser um automóvel promissor tecnologicamente, não o vai ver à venda. Segundo a Universidade de Tecnologia de Eindhoven, este projeto não será introduzido no mercado, querendo, pelo contrário, “mostrar o que é possível”.
Sete adeptos do Sporting acusados de tentar matar portistas em Lisboa
O Ministério Público (MP) acusou sete adeptos do Sporting Clube de Portugal de tentativa de homicídio qualificado de cinco adeptos do Futebol Clube do Porto, no passado mês de junho, após um jogo de hóquei em patins entre as duas equipas, no pavilhão João Rocha, em Alvalade.
De acordo com o Jornal de Notícias, que avança com a notícia, além de cinco crimes de homicídio qualificado, na forma tentada, os arguidos vão responder por 10 crimes de ofensas à integridade física qualificadas, um crime de incêndio, cinco crimes de roubo e três crimes de dano qualificado.
Para a acusação, os arguidos tinham “um plano”. Atear fogo às viaturas em que seguiam os elementos do clube rival, “o que conseguiram concretizar relativamente a um dos veículos”, não lhes permitindo que saíssem, desferindo pancadas e bastonadas, apedrejando as vítimas e os carros e apropriando-se de objetos de valor que os mesmos tivessem na sua posse.
Dos sete arguidos acusados, recorda ainda o JN, cinco estão em prisão preventiva e dois estão em prisão domiciliária.
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Resistência suave na condenação de ex-magnata em Hong Kong
“Eu não o conheço de algum lado?” pergunta um idoso ao jornalista da Lusa, à entrada do tribunal de West Kowloon, antes de acrescentar rapidamente: “Ah, já sei. Estava no julgamento do Wong Kin-chung”.
Em abril de 2024, o português Wong Kin-chung, também conhecido como Joseph John, foi condenado a cinco anos de prisão por incitação à subversão, no primeiro caso de segurança nacional a envolver um arguido com dupla nacionalidade.
O idoso, que pediu para ser identificado apenas pelo apelido Sam por receio de represálias, foi uma das muitas pessoas que ficaram à porta da sessão do Tribunal Superior de Hong Kong.
A sala de audiências revelou-se pequena para todos os interessados, incluindo representantes do Reino Unido e da União Europeia. Antes do amanhecer, dezenas de residentes já tinham formado fila à porta do edifício para garantir um lugar.
Mas, ainda antes do veredicto, o idoso admitiu sentir que a condenação de Jimmy Lai era inevitável: “Vim porque neste momento não há mesmo mais nada que possamos fazer. Nem protestar”.
O tribunal considerou o ex-magnata culpado de violar a lei de segurança nacional, imposta por Pequim em 2020 face ao movimento pró-democracia de 2019, e que levou ao fim da dissidência política em Hong Kong.
“Quem sabe, talvez um dia, não tão distante no futuro, até vir aqui assistir ao julgamento seja um crime de ‘resistência suave'”, acrescentou o idoso.
O conceito de ‘soft resistance’, ou ‘resistência suave’, tem sido usado pelas autoridades de Hong Kong para atacar discurso crítico do Governo ou da região em obras culturais ou organizações da sociedade civil.
Mas nem a ameaça de criminalização conseguiu abafar por completo o poder simbólico de um simples fruto.
Além de ser condenado por conluio com entidades estrangeiras, Lai foi ainda considerado culpado de “publicações sediciosas” em 161 artigos no jornal que fundou, Apple Daily (numa tradução literal ‘Maçã Diária’), atualmente banido.
De madrugada, ainda antes do início da sessão do julgamento, uma pessoa não identificada entregou no edifício do tribunal uma caixa de maçãs, referiu o Hong Kong Free Press (HKFP).
O portal de notícias acrescentou que também dois ativistas pró-democracia, Tsang Kin-shing e Lui Yuk-lin, apareceram no exterior do tribunal com uma maçã vermelha na mão, numa referência ao símbolo do Apple Daily.
O Tribunal Superior de Hong Kong marcou para 12 de janeiro uma audiência, com a duração máxima de quatro dias, onde a defesa de Lai, de 78 anos, poderá apresentar eventuais atenuantes, antes de a sentença ser conhecida.
Mas uma residente, que se identificou pelo apelido Leong, disse à Lusa, após o fim da sessão, não ter dúvidas de que os três juízes — um deles a lusodescendente Susana D’Almada Remedios — irão condenar Jimmy Lai à pena máxima: prisão perpétua.
“Querem enterrá-lo vivo em Stanley”, lamentou a mulher, numa referência à prisão de máxima segurança de Stanley, onde Lai tem estado desde que foi detido, em 2021, na maioria do tempo em regime de solitária.
Leia Também: UE lamenta condenação de ex-magnata pró-democracia de Hong Kong
Vídeo de casas tremendo é de terremoto em 2024 no Japão, não de 2025
A publicação no TikTok mente ao afirmar que a reação de Luciano Hang, mostrada no vídeo, está ligada à escolha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência em 2026. Ao Fato ou Fake, a assessoria do empresário afirmou que o vídeo é de 2018 e que não houve manifestação política recente dele ou da Havan.
Foto de Trump caminhando com andador foi criada com IA
A publicação no TikTok mente ao afirmar que a reação de Luciano Hang, mostrada no vídeo, está ligada à escolha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência em 2026. Ao Fato ou Fake, a assessoria do empresário afirmou que o vídeo é de 2018 e que não houve manifestação política recente dele ou da Havan.
Fraca actuação da polícia expõe mulheres à violência doméstica em Moçambique – O País – A verdade como notícia
Várias mulheres continuam a ser vÃtimas de agressão fÃsica, emocional e financeira. A socióloga Karen Fumo alerta que grande parte desse cenário crÃtico decorre da fraca actuação da polÃcia, que ainda trata a violência doméstica como assunto privado, deixando as vÃtimas desamparadas e perpetuando o ciclo de abuso.
Durante uma entrevista ao “O PaÃsâ€, a socióloga Karen Fumo destacou que, muitas vezes, quando mulheres recorrem à polÃcia para denunciar agressões, são desencorajadas de formalizar a queixa ou instruÃdas a resolver os conflitos em famÃlia. “Quando uma vÃtima apresenta uma queixa, muitas vezes a polÃcia pergunta se ela realmente deseja que o agressor seja preso, como se fosse um problema privado. Isso mostra que a sociedade ainda não entende que a violência doméstica é crime público e que todos temos um papel na prevençãoâ€, explicou.
Um exemplo recente ocorreu na provÃncia de Gaza, onde uma mulher vÃtima de dois anos de conflitos conjugais tentou alertar vizinhos, pedindo ajuda imediata, mas não obteve qualquer socorro. “Este caso demonstra que a violência doméstica é, muitas vezes, normalizada pela sociedade e que ainda persiste um sentimento de posse do homem sobre a mulher, que o leva a acreditar que pode agir impunementeâ€, acrescentou a socióloga.
Fumo alerta que a violência doméstica raramente ocorre de forma súbita. “O agressor mata emocionalmente, financeiramente e psicologicamente, até que a violência fÃsica culmina em tragédia. Se a vizinhança perceber sinais precoces e accionar as autoridades, muitos casos poderiam ser evitadosâ€, disse.
Segundo a especialista, a raiz deste problema está na forma como homens e mulheres são educados na sociedade moçambicana. “Desde cedo, os meninos são educados para assumir determinados papéis sociais e de autoridade, enquanto as meninas são condicionadas a aceitar subordinação. Essa socialização desigual alimenta comportamentos abusivos e fortalece a ideia de que a mulher é propriedade do homemâ€, explicou.
A violência baseada no género não é um fenómeno exclusivo de Moçambique. Dados internacionais e relatos de redes sociais mostram que casos similares ocorrem em paÃses como o Brasil, evidenciando que a desigualdade de género e o feminicÃdio são problemas globais. Apesar disso, a socióloga ressalta que movimentos feministas têm desempenhado papel crucial na denúncia e visibilização desses casos, sendo instrumentos fundamentais na luta por igualdade de direitos e protecção das mulheres.
De acordo com relatórios recentes de organizações nacionais, mais de 300 mulheres são vÃtimas de feminicÃdio por ano em Moçambique, muitas delas em contexto de violência doméstica. Estes números reflectem, não apenas a gravidade do problema, mas também a necessidade urgente de uma actuação efectiva das autoridades policiais e judiciais.
A legislação moçambicana prevê instrumentos especÃficos para combater a violência baseada no género. A Lei n.º 29/2009, sobre prevenção e combate à violência doméstica, estabelece que qualquer acto de violência contra a mulher é crime público, podendo qualquer pessoa denunciar situações de abuso, mesmo sem que a vÃtima apresente queixa formal. No entanto, a aplicação da lei ainda enfrenta desafios, como a resistência cultural e o desconhecimento por parte de algumas autoridades locais.
Karen Fumo sublinha que é fundamental que a sociedade compreenda que a violência doméstica não é um problema privado, mas um reflexo da forma como homens e mulheres são socializados e da tolerância social à agressão. “Se a vizinhança não intervier e as autoridades não cumprirem o seu papel, as mulheres continuarão a ser vÃtimas de violência, e casos de feminicÃdio seguirão crescendoâ€, alertou.
A socióloga também deixou recomendações directas à s mulheres: “Observem sinais de relacionamentos abusivos, como controlo excessivo, agressividade, ciúmes patológicos ou restrição da liberdade. Ao menor sinal de perigo, denunciem ou saiam do relacionamento. Não fiquem caladas. Denunciar é um acto de protecção e não de vergonhaâ€.
Para a sociedade, em geral, Fumo enfatiza que todos têm responsabilidade na prevenção da violência: filhos, irmãos, pais e vizinhos devem estar atentos aos sinais de abuso e agir em conjunto para proteger as vÃtimas. “Quando uma mulher é violentada, toda a sociedade falha. Precisamos de reflectir sobre nosso papel para garantir que as mulheres vivam com dignidade e segurançaâ€, concluiu.
Suposta fraude de N2,2 bilhões: Ngige permanecerá na prisão de Kuje até 18 de dezembro
A juíza Maryam Aliyu Hassan, do Supremo Tribunal do Território da Capital Federal, com sede em Gwarimpa, em Abuja, ordenou que
o antigo Ministro do Trabalho, Dr. Chris Ngige, seja mantido na prisão de Kuje até 18 de Dezembro.
Ngige ficará em prisão preventiva até a data em que seu pedido de fiança for decidido pelo tribunal.
O juiz Hassan emitiu a ordem na segunda-feira, logo após apresentar argumentos a favor e contra o pedido de fiança do ex-governador do estado de Anambra.
O advogado de Ngige, Patrick Ikwueto, SAN, implorou ao juiz que admitisse o ex-ministro sob fiança, principalmente por motivos de saúde.
Ele alegou que o ex-ministro não saltaria sob fiança nem interferiria com testemunhas se fosse admitido sob fiança.
No entanto, a Comissão de Crimes Económicos e Financeiros, EFCC, representada por Sylvanus Tahir, SAN, opôs-se veementemente ao pedido de fiança, insistindo que Ngige era um risco de fuga.
Tahir disse ao juiz que Ngige recebeu fiança administrativa da EFCC e foi autorizado a viajar para o estrangeiro para obter cuidados médicos, mas nunca apresentou queixa à Comissão.
Além disso, disse que o passaporte internacional foi liberado para Ngige; para facilitar a viagem ao exterior nunca foi devolvido até hoje.
O advogado sênior argumentou que foi quando Ngige foi preso novamente que ele apresentou uma suposta alegação de que havia perdido seu passaporte.
Ele insistiu que a alegação de perda do passaporte foi uma reflexão tardia e não deveria ser acreditada pelo tribunal.
Após as petições, o juiz Hassan marcou o dia 18 de dezembro para proferir a decisão sobre o pedido de fiança.
Ngige foi acusado na sexta-feira passada de uma acusação de oito acusações que beirava práticas corruptas.
A inflação da Nigéria diminui para 14,45% apesar do aumento dos preços dos alimentos
A inflação global da Nigéria caiu para 14,45 por cento em Novembro, abaixo dos 16,05 por cento em Outubro.
Isto está de acordo com o último relatório do Índice de Preços ao Consumidor e Inflação do Departamento Nacional de Estatísticas, divulgado na segunda-feira.
O relatório mostrou que a inflação do país diminuiu ainda mais em 1,22 por cento em comparação com os 0,29 por cento registados no mês anterior.
Entretanto, a taxa de inflação alimentar em Novembro de 2025 foi de 1,13 por cento, um aumento de 1,5 por cento em comparação com Outubro de 2025 (-0,37 por cento). O DNE atribuiu-o à taxa de aumento dos preços médios do tomate (seco), tubérculos de mandioca, pervinca (sem casca), pimenta moída, ovos, lagostim, melão (egusi) sem casca, rabada, cebola (fresca), etc.
“Numa base mensal, a taxa de inflação global em Novembro de 2025 foi de 1,22 por cento, o que foi 0,29 por cento superior à taxa registada em Outubro de 2025 (0,93 por cento).
“Numa base mensal, a taxa de inflação alimentar em Novembro de 2025 foi de 1,13 por cento, um aumento de 1,5 por cento em comparação com Outubro de 2025 (-0,37 por cento)”, afirmou o DNE.
Isto ocorre depois de a Financial Derivatives Company Limited ter previsto que a inflação do país cairia ainda mais em Novembro.
