Polémica, expulsão e penálti falhado….


Ó encontro desta segunda-feira entre o Nacional e o Tondela ficou marcador por momentos em que os ânimos se exaltaram num curto espaço de tempo.

Tudo começou quando o árbitro Ricardo Baixinho, após rever o lance no VAR, assinalou uma grande penalidade para o Tondela por falta de Witi dentro da área. O jogador nacionalista viu cartão amarelo.

Descontente com a decisão do juiz da partida, Tiago Margarido, técnico do Nacional, protestou de forma veemente e viu um cartão vermelho direto. O treinador teve inclusive de ser agarrado para não entrar no relvado.

A decisão do penálti acabou por se manter, mas Pedro Maranhão fez o mais difícil e atirou para defesa de Kaique.

Veja acima o momento da expulsão e abaixo o penálti falhado:

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Tinubu perderá eleições de 2027 – Abaribe

A senadora de Abia Sul, Enyinnaya Abaribe, disse que o presidente Bola Tinubu perderá as próximas eleições presidenciais de 2027.

Abaribe fez a afirmação na segunda-feira durante uma entrevista ao Politics Today, programa da Channels Television, monitorizado pelo DAILY POST.

“Todo mundo perde as eleições e você verá que Tinubu perderá as eleições de 2027 porque eu sei o que os nigerianos estão sentindo lá fora.

“Tinubu nunca ganhou as eleições de 2023 e todos sabem disso. Ele foi declarado vencedor, sem problemas. Nós o reconhecemos como presidente, sem problemas.

“Mas vamos encontrá-lo em campo e ver como ele vai juntar aquilo que vai fazer ele vencer de novo, não vai dar certo.

“Porque desta vez todos estarão prontos. Não será mais um anúncio às 3 da manhã de que antes das pessoas acordarem de manhã, ele foi declarado vencedor, não, não vai funcionar mais. Desta vez, estamos prontos e as massas estão ainda mais preparadas”, disse o legislador.

Desacordo sobre ativos russos afeta credibilidade da UE, alerta Alemanha

“Mostraremos à Rússia que continuar a guerra não faz sentido. Só com uma posição de força poderemos terminar esta guerra sem sentido”, afirmou o chanceler alemão, Friedrich Merz, ao discursar no 8.º Fórum Económico Germano-Ucraniano, em Berlim.

Merz disse que os ativos russos são “uma questão chave para a capacidade de ação da UE” que tem de ser resolvida na cimeira de quinta e sexta-feira, em Bruxelas, “de forma que todos os Estados europeus assumam o mesmo risco”.

“Se não o conseguirmos, não nos enganemos, a capacidade de ação da UE será prejudicada durante anos e mostraremos ao mundo que não conseguimos estar unidos num momento decisivo da nossa história para defender juntos a ordem do nosso continente”, advertiu.

Os chefes de Estado e de governo da UE vão debater fórmulas para financiar a Ucrânia nos próximos anos na cimeira que começa na quinta-feira, com o foco na concessão do empréstimo a partir dos ativos russos imobilizados.

A Comissão Europeia está a tentar usar parte dos cerca de 200 mil milhões de euros de ativos do Banco da Rússia congelados no âmbito das sanções pela invasão da Ucrânia para financiar um empréstimo a Kiev.

A Bélgica, país na Europa que reúne a maior parte dos ativos russos congelados, teme as consequências legais e financeiras de serem usados para dar um empréstimo à Ucrânia, pois tratar-se-ia de um mecanismo sem precedentes.

“Agrada-me que tenhamos imobilizado os ativos russos até que a paz chegue à Ucrânia. Queremos tornar esse dinheiro útil para ajudar militarmente a Ucrânia nos próximos dois anos”, afirmou Merz, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

Sobre as negociações confidenciais realizadas no domingo e hoje em Berlim com ucranianos e norte-americanos, Merz disse que os Estados Unidos apresentaram garantias de segurança legais e materiais “realmente notáveis”.

Admitiu, porém, que a questão do acordo sobre os territórios que a Rússia exige à Ucrânia continua sem solução.

Merz insistiu que a Europa tem de apoiar a Ucrânia nas negociações diplomáticas com os Estados Unidos.

Também qualificou a decisão do Presidente russo, Vladimir Putin, de iniciar a guerra em fevereiro de 2022 como “um assalto criminoso” não só contra a Ucrânia, mas contra a ordem de paz europeia.

Merz anunciou ainda que os dois emissários norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, foram convidados a participar na ronda que hoje manterão líderes europeus e da NATO com a delegação ucraniana, liderada pelo Presidente Volodymyr Zelensky.

Numa conferência de imprensa com Zelensky, Merz referiu o papel chave dos enviados da Casa Branca, a presidência dos Estados Unidos, nas conversações confidenciais que decorrem desde domingo.

“Sem o seu esforço incansável e sem o envolvimento do Presidente [Donald] Trump, não teríamos a dinâmica positiva que estamos a experimentar nestas horas”, afirmou.

Merz disse que nos últimos dias se desenvolveu uma “grande dinâmica diplomática”, talvez a maior desde a invasão russa em fevereiro de 2022.

Admitiu mesmo que existe “a oportunidade real” de um processo para alcançar uma paz para a Ucrânia.

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Avançámos nas garantias de segurança. E território? Posição diferente

“Avançámos nesta área”, disse em conferência de imprensa em Berlim com o chanceler alemão, Friedrich Merz, referindo que já consultou os detalhes, parecendo “bastante promissores, embora seja apenas um primeiro rascunho”.

Volodymyr Zelensky referiu que a Ucrânia e os Estados Unidos mantêm, no entanto, posições diferentes em relação a eventuais concessões territoriais a Moscovo para pôr fim à guerra.

“Há questões complexas, particularmente as que dizem respeito ao território (…). Para ser franco, ainda temos posições divergentes”, afirmou.

O líder ucraniano expressou satisfação por ter conseguido transmitir esta posição diretamente aos representantes norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner – respetivamente, o enviado especial da Casa Branca e o genro do Presidente Donald Trump -, e também esperança de que Washington, no seu papel de mediador, possa propor soluções para ultrapassar as diferenças entre as partes nesta fase das negociações.

Apesar disso, ao destacar o progresso nas negociações, Zelensky saudou que as questões consideradas inaceitáveis por Kyiv já não estejam incluídas no documento em que ucranianos e norte-americanos estão a trabalhar.

“É importante que os nossos parceiros americanos me tenham compreendido muito bem”, comentou Zelenskly, que insistiu que a Ucrânia não pode aceitar ceder mais território do que aquele que perdeu no campo de batalha, como exige a Rússia, que também quer manter a parte do Donbass, no leste do país, que não conseguiu conquistar pela força.

O Presidente ucraniano explicou que os Estados Unidos não estão a pedir a Kyiv que ceda território, mas simplesmente a transmitir as exigências russas e também a ouvir a posição ucraniana.

“Temos certamente posições diferentes da Rússia em relação aos territórios”, reiterou o líder ucraniano, acreditando que espera que Washington, enquanto mediador, proponha várias medidas para encontrar algum tipo de consenso.

Zelensky reuniu-se em Berlim com o chanceler alemão, antes de participar numa reunião com os líderes europeus e da NATO.

Anteriormente, o Presidente ucraniano já tinha defendido hoje a utilização de ativos russos congelados na União Europeia para que a Ucrânia possa resistir à agressão russa e como forma de exercer pressão, aproximando assim o fim da guerra.

“Este dinheiro deveria realmente ser usado para resistir à agressão russa”, disse o chefe de Estado, durante um discurso no 8.º Fórum Económico Germano-Ucraniano em Berlim, no qual também participou Friedrich Merz.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu hoje a utilização de ativos russos congelados na União Europeia (UE) para que a Ucrânia possa resistir à agressão russa e como forma de exercer pressão, aproximando assim o fim da guerra.

Lusa | 17:40 – 15/12/2025

A medida em debate pelos 27 de usar os ativos e financiar um empréstimo à Ucrânia “é inteligente e funcionará”, sustentou Zelensky, como “forma de aproximar o fim da guerra, de convencer a Rússia de que os seus objetivos não são alcançáveis”.

No rescaldo das conversações, o Presidente ucraniano descreveu que os contactos com os enviados norte-americanos em Berlim sobre uma possível solução para o conflito com a Rússia não são fáceis mas foram produtivos.

“Estas conversas nunca são fáceis, para ser honesto. Mas a conversa foi produtiva, com muitos detalhes, mesmo muitos”, disse Zelensky, no fórum económico.

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Internada no hospital, jornalista da TVI faz relato: Macas espalhadas

A jornalista da TVI e CNN Portugal, Carolina Resende Matos, teve um problema de saúde que a obrigou a ficar internada durante cinco dias no Hospital de Cascais. A comunicadora sofreu uma peritonite ( inflamação do peritónio, uma membrana que envolve a cavidade abdominal) e recorreu à sua página de Instagram para fazer um relato do que viveu, manifestando-se sobre a falta de meios do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Carolina partilhou uma foto da cama de hospital e começou por escrever: “Foi a minha casa durante os últimos dias. Estou bem. Foi uma susto mas passou. Cinco dias depois deixo o Hospital de Cascais desiludida com o SNS mas muito grata por todas as pessoas que ainda o vão mantendo vivo“, explicou a comunicadora.

“O SNS salva vidas mas muito pelo esforço assustador de profissionais que fazem o impossível para carregar às costas este fardo gigantesco. Os últimos cinco dias serviram para abrandar mas para sentir na pele também a realidade do nosso país”, revelou Carolina, dando, de seguida, uma descrição do que conseguiu observar dentro do hospital.

“Vi idosos a dormir em cadeiras de rodas, pessoas em tratamento deitadas em bancos de espera nas urgências do hospital. Horas infinitas de incerteza. Macas espalhadas pelos corredores com doentes «abandonados» pelos familiares, sem que nós, enquanto sociedade, consigamos encontrar uma solução para esta tão dura realidade. E aqui não é um governo que falha. Somos todos nós. A falta de empatia e diria até de amor para com o próximo, já é grave, mas para com os nossos? Aterrorizante”, explica.

“O rosto cansado de quem desespera pelo atendimento e de quem tudo faz para nos salvar a vida. É triste. Triste perceber o caminho que o Serviço Nacional de Saúde leva. A greve pelo meio piorou tudo. A gravidade destas situações devem sempre ser denunciadas. Sempre”, referiu a jornalista.

Carolina Resende não deixa de agradecer os gestos de carinho e compaixão de quem “lhe salvou a vida”. “Obrigada a cada médico, enfermeiro e auxiliar pelos gestos de carinho, pelo mimo, pelas festinhas no rosto e o «vai correr tudo bem». E correu. Cinco dias depois, saio daqui sem apêndice após uma peritonite. Desde que entrei até que fui operada passaram 19h. Dezanove! É desumano. Pelo meio uma greve. Guardarei na memória a luta de quem batalhou e carregou serviços mínimos sob um esforço pessoal tremendo. Estamos a falar de pessoas. Doentes e profissionais de saúde. Merecemos todos respeito”, disse a jornalista da TVI.

No fim da publicação, a comunicadora faz um apelo à sobrevivência do SNS. “Escrevo estas palavras por ter a sorte de ainda ter voz neste país. Faço-o por quem não a tem.Isto não é uma crítica ao governo.Não tenho partido nem me movo por esses meios e bastidores.Isto é um apelo. Um apelo à vida. Do SNS. E à nossa”, concluiu.

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Deivison perdeu a cabeça e foi expulso na…


UMinda antes da meia hora de jogo, o Nacional ficou reduzido a dez unidades na receção ao Tondela, em jogo a contar para a 14.ª jornada da I Liga.

O jovem Deivison, a cumprir a estreia a titular pela formação insular, protagonizou uma entrada dura e fora de tempo sobre Yaya Sithole em cima do minuto 20. O médio brasileiro atingiu os tornozelos do jogador dos beirões.

Numa primeira análise, o árbitro Ricardo Baixinho mostrou-lhe cartão amarelo. Após rever o lance no VAR, o juiz mudou a cor da cartolina para vermelho.

Confira o vídeo:

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Israel demole mais edifícios em Gaza controlada pelos militares: Análise

Imagens de satélite mostram demolições em curso atrás da “linha amarela”; especialistas alertam que as ações provavelmente violam a Convenção de Genebra.

Imagens de satélite analisadas pela agência de verificação de factos Sanad da Al Jazeera mostram que os militares israelitas continuaram a demolir edifícios em áreas de Gaza que ocuparam desde que entrou em vigor um cessar-fogo com o Hamas.

O grupo palestiniano denunciou essas demolições como uma violação do acordo de cessar-fogoque entrou em vigor em 10 de outubro. Especialistas jurídicos e funcionários das Nações Unidas disseram durante a guerra que o destruição de infraestrutura civil poderia constituir um crime de guerra.

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Os militares israelitas não responderam imediatamente a um pedido de comentários da Al Jazeera, mas as autoridades disseram anteriormente que tais acções foram realizadas no âmbito do cessar-fogo e foram em resposta a ameaças activas.

Israel permaneceu no controle de cerca de 58 por cento de Gaza desde o início do cessar-fogo, retirando-se para trás do chamado “linha amarela”que divide a costa costeira de Gaza das suas regiões fronteiriças.

Imagens de satélite mostraram que as últimas demolições ocorreram entre 5 de novembro e 13 de dezembro, com a maioria concentrada em Shujayea e no bairro de Tuffah, na cidade de Gaza.

As imagens também pareciam mostrar demolições na cidade de Rafah, no sul, bem como a aparente destruição de instalações agrícolas a leste de Deir el-Balah, no centro de Gaza.

Num e-mail enviado à Al Jazeera, Adil Haque, professor de direito e conflitos armados na Rutgers Law School, explicou que, ao abrigo da Quarta Convenção de Genebra, “é proibida qualquer destruição de propriedade privada por uma Potência Ocupante, excepto quando tal destruição se torne absolutamente necessária por operações militares”.

“A exceção é extremamente restrita. A destruição deve ser absolutamente necessária, e não apenas conveniente ou vantajosa”, disse Haque. “E a necessidade absoluta deve surgir das operações militares, isto é, do combate ou dos preparativos diretos para o combate.”

“Com um cessar-fogo geral em vigor e apenas algumas trocas de tiros esporádicas, não é plausível que uma destruição tão significativa de propriedade civil tenha sido tornada absolutamente necessária pelas operações militares”, acrescentou.

As violações continuam

A análise do Sanad concluiu ainda que Israel parece ter criado um novo posto militar avançado em Tal al-Za’atar, no norte de Gaza, com novas tendas e equipamentos adicionados entre 5 de Novembro e 13 de Dezembro.

Antes de sua criação, havia 39 pontos militares israelenses ativos dentro do enclave, segundo Sanad.

As operações militares israelitas devastaram Gaza durante a guerra, com a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina (UNRWA) a informar no mês passado que 282 mil unidades habitacionais foram destruídas no enclave, onde cerca de 1,5 milhões de palestinianos continuam deslocados.

Cerca de 93 por cento das escolas foram destruídas ou danificadas durante a guerra, com 63 por cento dos hospitais permanecendo fora de serviço em 9 de Dezembro.

Em Setembro, uma comissão independente do Conselho dos Direitos Humanos da ONU citou repetidamente ataques a infra-estruturas civis, especialmente a instalações médicas, em encontrar que Israel cometeu genocídio em Gaza.

Entretanto, o Ministério da Saúde de Gaza afirmou que 391 palestinianos foram mortos em ataques israelitas no enclave desde que o cessar-fogo entrou em vigor.

No total, pelo menos 70.663 palestinianos foram mortos em Gaza desde o ataque liderado pelo Hamas ao sul de Israel, em 7 de Outubro de 2023, que matou pelo menos 1.139 pessoas.

Na semana passada, Hossam Badram, membro do gabinete político do Hamas, condenou uma declaração do chefe do exército israelita, Eyal Zamir, na qual o oficial militar descreveu a “linha amarela” como a “nova fronteira” com Gaza.

Na altura, Badran disse que o Hamas via as demolições israelitas na área como uma continuação das operações militares.

QUEBRANDO: Tinubu em reunião a portas fechadas com chefes de serviço

O Presidente Bola Tinubu está actualmente a realizar uma reunião a portas fechadas com os Chefes de Serviço na Vila Presidencial Aso Rock, em Abuja.

O DAILY POST relata que esta é a primeira reunião de Tinubu com o alto comando militar desde que ele empossou o General Christopher Musa (aposentado) como o novo Ministro da Defesa em 4 de dezembro.

A reunião ocorre enquanto 115 estudantes sequestrados de um internato católico em novembro permanecem em cativeiro.

Recorde-se que, em 26 de Novembro, Tinubu declarou uma emergência de segurança nacional e ordenou um novo recrutamento nas agências de segurança. Ele também ordenou a retirada de todo o pessoal policial vinculado aos VIPs.

A reunião também ocorre dias depois de o Senado da Nigéria ter aprovado o pedido de Tinubu para enviar tropas para a República do Benin, na sequência de uma tentativa de golpe de estado no país vizinho.

No momento da apresentação deste relatório, os detalhes da reunião permanecem desconhecidos.

Scolari dá as boas-vindas a Luís Castro no…


euuiz Felipe Scolari, antigo selecionador de Portugal e atual coordenador técnico do Grêmio, deixou umas palavras a Luís Castro, novo treinador do emblema de Porto Alegre.

Num vídeo divulgado pelo clube brasileiro nas redes sociais, Scolari sublinhou o apoio da estrutura e dos adeptos ao novo projeto. “Venha que será bem recebido como eu fui bem recebido em Portugal, o nosso Portugal”, frisou o também treinador.

Scolari terminou o vídeo com uma promessa a Luís Castro, que vai iniciar funções no ano de 2026, com contrato até ao final de 2027. “Estamos aqui de braços abertos para te receber, com Chimarrão, churrasco…prepara-te”, finalizou.

Confira o vídeo:

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