Branqueamento de capitais: Moçambique sai da lista cinzenta. Angola continua

Branqueamento de capitais: Moçambique sai da lista cinzenta. Angola continua

A República de Moçambique é um dos quatro países que saiu da lista cinzenta do GAFI – Grupo de Ação Financeira Internacional, uma organização intergovernamental com o objetivo principal de desenvolver e promover políticas para combater a lavagem de dinheiro, o financiamento do terrorismo e a proliferação de armas de destruição em massa.

O GAFI reúne semestralmente e no último encontro, para além de Moçambique, retirou da lista cinzenta a República da África do Sul, Burquina Faso e Nigéria. Na primeira reunião do ano já tinham saído desta lista a Croácia, Mali e Tanzânia. Na lista negra continuam Coreia do Norte, Irão e Mianmar.

A informação a este respeito divulgada pela ASF, supervisora do setor dos seguros e fundos de pensões, relembra que seguradoras e mediadores de seguros em Portugal são “entidades obrigadas, por sua própria iniciativa, a informar de imediato o Departamento Central de Investigação e Ação Penal da Procuradoria-Geral da República (DCIAP) e a Unidade de Informação Financeira sempre que saibam, suspeitem ou tenham razões suficientes para suspeitar que certos fundos ou outros bens, independentemente do montante ou valor envolvido, provêm de atividades criminosas ou estão relacionados com o financiamento do terrorismo”.

A lista cinzenta do Gafi indica que “as relações de negócio, transações ocasionais e operações que envolvam jurisdições sujeitas a um processo de monitorização reforçada pelo GAFI, devem ser adotadas as medidas reforçadas que se mostrem proporcionais ao risco concretamente identificado”.

Atualmente fazem parte desta lista cinzenta a República de Angola, Argélia, Bolívia, Bulgária, República dos Camarões, República Democrática do Congo (RDC), Costa do Marfim, Haiti, Iémen, Ilhas Virgens Britânicas, Laos, Líbano, Principado do Mónaco, Namíbia, Nepal, Quénia, Síria, Sudão do Sul, Venezuela e Vietname.

Sendo um organismo Intergovernamental, a GAFI ou FATF – Financial Action Task Force, é reconhecida pela ONU, UE e Conselho da Europa. Conta com 35 países membros e com duas organizações internacionais: a Comissão Europeia e o Conselho de Cooperação do Golfo, organização que inclui a Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Catar.

Foi criado em 1989, na Cimeira do G-7, por iniciativa de países membros da OCDE é atualmente presidida Elisa de Anda Madrazo, do México. Portugal é membro desde 1990 e representado por Gonçalo Maia Miranda, em representação da Comissão de Coordenação das Políticas de Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo.

Por que um filme de espionagem de Bollywood provocou uma tempestade política na Índia e no Paquistão

Nova Deli, Índia – Um recém-lançado thriller de espionagem de Bollywood está a ganhar elogios e a levantar sobrancelhas em igual medida na Índia e no Paquistão, devido à sua narrativa das amargas tensões entre os vizinhos do Sul da Ásia.

Afundado em tom sépia, Dhurandhar, que foi lançado nos cinemas na semana passada, é um drama de espionagem política transfronteiriça de 3,5 horas de duração que leva os espectadores a uma jornada violenta e sangrenta por um mundo de gangsters e agentes de inteligência tendo como pano de fundo as tensões Índia-Paquistão. Acontece poucos meses depois do início das hostilidades entre os dois países em maio, após um ataque rebelde a um ponto turístico popular em Pahalgamna Caxemira administrada pela Índia, pela qual a Índia culpou o Paquistão. Islamabad negou qualquer participação no ataque.

Desde a divisão da Índia para criar o Paquistão em 1947, os vizinhos com armas nucleares travaram quatro guerras, três deles sobre a disputada região da Caxemira.

O filme é estrelado pelo popular ator Ranveer Singh, que interpreta um espião indiano que se infiltra em redes de “gângsteres e terroristas” em Karachi, no Paquistão. Os críticos do filme argumentam que seu enredo está repleto de tropos políticos ultranacionalistas e que deturpa a história, uma tendência emergente em Bollywood, dizem eles.

Uma foto do trailer de Dhurandhar [Jio Studios/Al Jazeera]

Sobre o que é o último sucesso de bilheteria de Bollywood?

Dirigido por Aditya Dhar, o filme dramatiza um capítulo secreto dos anais da inteligência indiana. A narrativa centra-se numa missão transfronteiriça de alto risco levada a cabo pela Ala de Investigação e Análise (R&AW) da Índia e centra-se num agente que conduz operações em solo inimigo para neutralizar ameaças à segurança nacional indiana.

O filme apresenta um elenco de peso liderado por Singh, que interpreta o corajoso agente de campo encarregado de desmantelar uma rede de “terror” por dentro. Ele é confrontado com um antagonista formidável interpretado por Sanjay Dutt, representando o establishment paquistanês, e gângsteres como o interpretado por Akshaye Khanna, enquanto atores como R Madhavan retratam oficiais de inteligência e estrategistas importantes que orquestram manobras geopolíticas complexas a partir de Nova Delhi.

Estruturalmente, o roteiro segue uma trajetória clássica de gato e rato.

Por baixo de seus cenários de alta octanagem, o filme gerou um debate acalorado entre críticos e público sobre a interpretação de eventos históricos e de algumas figuras-chave.

Uma cena mostrada no trailer do novo filme de Bollywood, Dhurandhar [Jio Studios/Al Jazeera]

Por que o filme é tão polêmico no Paquistão?

Apesar das tensões geopolíticas de longa data entre os dois países, os filmes indianos de Bollywood continuam populares no Paquistão.

Retratar o Paquistão como o maior inimigo da Índia tem sido um tema popular recontado há anos, de diferentes maneiras, especialmente nos thrillers de espionagem de Bollywood. Neste caso, a representação da principal cidade costeira do Paquistão, Karachi, e particularmente de um dos seus bairros mais antigos e densamente povoados, Lyari, suscitou fortes críticas.

“A representação no filme é completamente baseada em fantasia. Não se parece com Karachi. Não representa a cidade com precisão”, disse Nida Kirmani, professora associada de sociologia na Universidade de Ciências de Gestão de Lahore, à Al Jazeera.

Kirmani, que produziu um documentário sobre o impacto da violência de gangues em Lyari, disse que, como outras megacidades do mundo, “Karachi teve períodos de violência que foram particularmente intensos”.

No entanto, “reduzir a cidade à violência é um dos maiores problemas do filme, juntamente com o facto de o filme interpretar tudo sobre Karachi – desde a sua infra-estrutura, cultura e língua – de forma errada”, acrescentou.

Entretanto, um membro do Partido Popular do Paquistão (PPP) intentou uma acção judicial num tribunal de Karachi, alegando a utilização não autorizada de imagens da falecida ex-primeira-ministra, Benazir Bhutto, assassinada em 2007, e protestando contra a representação no filme dos líderes do partido como apoiantes de “terroristas”.

Críticos, incluindo Kirmani, dizem que o filme também lança de forma bizarra gangues de Lyari em tensões geopolíticas com a Índia, quando elas só operavam localmente.

Kirmani disse que os produtores do filme escolheram figuras históricas e as usaram completamente fora de contexto, “tentando enquadrá-las nesta narrativa nacionalista muito indiana”.

Mayank Shekhar, crítico de cinema radicado em Mumbai, destacou que o filme “foi realizado, escrito e dirigido por aqueles que nunca pisaram em Karachi, e talvez nunca o façam”.

“Portanto, não importa esta bacia de poeira para uma cidade que, em geral, parece totalmente desprovida de um único edifício moderno e parece quase totalmente bombardeada, entre vários guetos”, disse Shekhar.

Ele acrescentou que isso também está de acordo com a forma como Hollywood “mostra o Terceiro Mundo marrom em ação com um certo tom sépia, como em Extraction, ambientado em Dhaka, Bangladesh”.

O ator de Bollywood Ranveer Singh (centro) se apresenta durante o lançamento musical de seu próximo filme indiano em hindi, Dhurandhar, em Mumbai, em 1º de dezembro de 2025 [Sujit Jaiswal/AFP]

Como o filme foi recebido na Índia?

Dhurandhar tem sido um enorme sucesso comercial na Índia e entre a diáspora indiana. No entanto, não escapou inteiramente às críticas.

A família de um oficial condecorado do Exército Indiano, Major Mohit Sharma, apresentou uma petição no Tribunal Superior de Deli para impedir o lançamento do filme, que, alegam, explorou a sua vida e obra sem o seu consentimento.

Os produtores do filme negam e afirmam que é inteiramente uma obra de ficção.

No entanto, o enredo do filme é acompanhado por gravações de áudio interceptadas em tempo real de ataques em solo indiano e imagens de notícias, dizem críticos de cinema e analistas.

Pessoas permanecem do lado de fora de uma sala de cinema que exibe The Kashmir Files, em Calcutá, Índia, em 17 de março de 2022 [Debarchan Chatterjee/NurPhoto via Getty Images]

Este é um padrão emergente nos filmes de Bollywood?

Shekhar disse à Al Jazeera que focar na jornada de um herói hiper-masculino deliberadamente barulhento e aparentemente exagerado não é um gênero novo em Bollywood. “Há uma tendência a intelectualizar a tendência, como fizemos com os filmes de ‘jovens furiosos’ da década de 1970”, disse ele, referindo-se aos anos de formação de Bollywood.

Nos últimos anos, as grandes produtoras da Índia têm, no entanto, favorecido histórias que retratam as minorias de forma negativa e se alinham com as políticas do governo nacionalista hindu do primeiro-ministro Narendra Modi.

Kirmani disse à Al Jazeera que isto frequentemente significa “reduzir os muçulmanos através das fronteiras da Índia e dentro delas como ‘terroristas’, o que marginaliza ainda mais os muçulmanos na Índia culturalmente”.

“Infelizmente, as pessoas gravitam em torno deste tipo de narrativas hipernacionalistas, e a realizadora está a lucrar com isso”, disse ela à Al Jazeera.

O próprio Modi elogiou um filme recente chamado Artigo 370, pelo que disse ser a sua “informação correta” sobre a remoção da disposição constitucional que concedia estatuto de autonomia especial ao estado de Jammu e Caxemira em 2019. Os críticos, no entanto, chamaram o filme de “propaganda” e disseram que o filme tinha factos distorcidos.

Outro filme de Bollywood História de Kerala lançado em 2023 foi acusado de falsificar fatos. O primeiro-ministro Modi elogiou o filme, mas os críticos disseram que ele tenta difamar os muçulmanos e demonizar o estado de Kerala, no sul do país, conhecido pela sua política progressista.

No caso de Dhurandhar, alguns críticos enfrentaram assédio online.

Uma crítica do canal India YouTube do The Hollywood Reporter, do crítico Anupama Chopra, foi retirada após indignação dos fãs do filme.

O Film Critics Guild da Índia condenou “abuso coordenado, ataques pessoais a críticos individuais e tentativas organizadas de desacreditar a sua integridade profissional”, num comunicado.

“O mais preocupante é que tem havido tentativas de alterar as revisões existentes, influenciar as posições editoriais e persuadir as publicações a alterar ou diluir a sua posição”, observou o grupo.

Rui Borges enfrenta obstáculos e Sporting aponta a revolução nos Açores

O Sporting prepara-se para voltar a mudar o ‘chip’ e concentra-se agora nos preparativos dos ‘oitavos’ da Taça de Portugal, atendendo ao duelo frente ao Santa Clara, agendado para esta quarta-feira, nos Açores, com mais uma revolução à vista promovida por Rui Borges.

Passando a ‘pente fino’ os três jogos realizados em dezembro, onde os leões alcançaram os três resultados possíveis, Rui Borges não só não conseguiu repetir uma equipa inicial por dois jogos consecutivos, como ainda revolucionou o onze titular – entre quatro a seis alterações por jogo –, cenário que deverá repetir-se nos Açores.

Entre as explicações estão as lesões que têm afetado o plantel dos bicampeões nacionais, fruto dos casos mais recentes de Geovany Quenda e Pedro Gonçalves, a juntarem-se a outros lesionados como Nuno Santos e Zeno Debast, sendo que também Daniel Bragança precisa de recuperar ritmo para voltar a ser opção.

Tal lote de indisponíveis aumenta agora por culpa do Campeonato Africano das Nações (CAN), dado que Ousmane Diomande (Costa do Marfim) e Geny Catamo (Moçambique) foram convocados para as respetivas seleções e não poderão dar o seu contributo nos Açores. Falamos, claro, de dois titulares em todos os jogos no presente mês de dezembro, forçando mais dois novos ajustes de Rui Borges.

Revolução atrás de revolução

Do empate no dérbi frente ao Benfica (1-1 na I Liga) à derrota frente ao Bayern Munique (3-1 na Liga dos Campeões), Rui Borges não só teve demexer em quatro peças – uma delas por culpa da nova lesão de Pedro Gonçalves -, como ainda alterou o sistema tático de 4x2x3x1 para 5x4x1.

Já do jogo da Champions para o regresso à I Liga, na goleada frente ao AVS (6-0), o treinador ex-Vitória SC mudou mais de meia equipa, com seis alterações espalhadas por todos os setores, no regresso ao esquema tático habitual.







Jogo Onze inicial
Benfica Rui Silva, Iván Fresneda, Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande, Maxi Araújo, Morten Hjulmand, Hidemasa Morita, Pedro Gonçalves, Francisco Trincão, Geny Catamo e Luis Suárez.
Bayern Munique Rui Silva, Iván Fresneda, Matheus Reis, Ousmane Diomande, Eduardo Quaresma, Maxi Araújo, Morten Hjulmand, João Simões, Geny Catamo, Alisson Santos e Luis Suárez.
AVS Rui Silva, Georgios Vagiannidis, Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande, Ricardo Mangas, Giorgi Kochorashvili, Hidemasa Morita, Geny Catamo, Francisco Trincão, Maxi Araújo e Luis Suárez.

Desta vez, com a mudança de ‘chip’ para a Taça de Portugal, é expectável que Rui Borges volte a mexer em todos os setores, sendo que, na defesa, para além do possível regresso de Iván Fresneda, há ainda registar a substituição obrigatória de Ousmane Diomande, provavelmente por Eduardo Quaresma.

Nas restantes zonas do terreno, Morten Hjulmand e João Simões deverão voltar ao miolo, enquanto na frente de ataque abre-se uma vaga para uma nova aposta na titularidade de Salvador Blopa, embalado pela renovação de contrato até 2030.

Já Rui Silva, Gonçalo Inácio, Ricardo Mangas, Francisco Trincão, Maxi Araújo e Luis Suárez poderão manter-se de um onze para o outro, atendendo à complexidade da deslocação até São Miguel, mesmo não sendo referente às contas do campeonato.

Último Santa Clara-Sporting contou com polémica

Não é preciso recuar muito no tempo para recordar o último confronto entre Santa Clara e Sporting, com uma dramática reviravolta dos leões (1-2) a ser impulsionada pelos golos de Pedro Gonçalves (ausente no resto de 2025) e de Morten Hjulmand – este último a nascer de um pontapé de canto polémico, nos descontos.

Nessa altura, no passado dia 8 de novembro, Rui Silva, Iván Fresneda, Gonçalo Inácio, Ousmane Diomande, Maxi Araújo, Morten Hjulmand, João Simões, Pedro Gonçalves, Geny Catamo, Francisco Trincão e Luis Suárez compuseram o onze inicial de Rui Borges, que está impossibilitado de repetir tal ‘receita’.

A jogar atualmente de cinco em cinco dias, o Sporting conta ainda com o condicionamento da gestão de esforço e, após o duelo da prova-rainha portuguesa, desloca-se a Guimarães, para medir forças com o Vitória SC, no próximo dia 23, seguindo-se a receção ao Rio Ave, no dia 28 do referido mês, bem como a deslocação a Barcelos, para encerrar a primeira volta da I Liga, diante do Gil Vicente, já no dia 2 de janeiro de 2026. Neste ciclo, é possível que se verifiquem… mais revoluções.

Pedro Gonçalves enfrenta uma nova paragem no Sporting e volta a desfalcar as opções de Rui Borges, num momento algo alarmante em Alvalade, fruto das crescentes baixas no plantel dos bicampeões nacionais.

Miguel Simões | 07:57 – 15/12/2025

Por cá: FC Porto imparável e os recados de Varandas e Hjulmand

UM imprensa desportiva confere, esta terça-feira, amplo destaque ao anúncio de Frederico Varandas na entrega dos prémios Stromp. O atual presidente do Sporting anunciou que se vai recandidatar nas eleições de março, ao mesmo tempo que o capitão Morten Hjulmand também discursou em português para dizer que o plantel tem “fome” de tÃtulos.Â

A vitória do FC Porto diante do Estrela da Amadora (3-1), que garante aos dragões um Natal bem tranquilo na liderança isolada do campeonato, acaba por cair para segundo plano, mas não sem ser feito o devido destaque ao “melhor arranque no Dragão”.Â

Apesar do susto provocado por um ex-jogador portista, a formação de Francesco Farioli chegou mesmo aos 40 pontos e apenas não conseguiu vencer o Benfica em 14 jornadas.Â

No Benfica, o foco vai para os números de Vangelis Pavlidis, que está com a corda toda neste ano de 2025 e que promete não abrandar nos três jogos que faltam disputar neste ano civil.Â

Nota, ainda, para o regresso da Fórmula 1 a Portugal, agendado para 2027. A notÃcia foi avançada pela SIC ontem e hoje deve ser confirmada por Manuel Castro Almeida, ministro da economia.Â

Registro

– “Sporting ‘Ainda temos fome’, Hjulmand aponta ao tri após Prémio Stromp”

– “Varandas anuncia recandidatura e lança farpa aos rivais. ‘Têm saudades de quando não incomodávamos'”

– “MP acusa sete Casuals de tentativa de homicÃdio. Em causa incêndio a carro onde seguiam adeptos do FC Porto”

– “Benfica. Manu entra no rodízio. Provável titular no título”

– “FC Porto 3-1 E. Amadora. Melhor arranque no Dragão”

– “Inglaterra. Man. United 4-4 Bournemouth. Golaço de Bruno insuficiente”

– “Fórmula 1 regressa a Portugal em 2027”

O JOGO

– “FC Porto 3-1 E. Amadora. Estrela de Samu. Espanhol fatura pelo terceiro jogo consecutivo e os dragões continuam com boa margem na liderança”

– “Francesco Farioli. ‘Não sou de elogiar facilmente, mas quase todo o jogo foi muito bom'”

– “Sporting. ‘Rivais têm saudades de não incomodarmos’. Varandas anuncia recandidatura à presidência dos leões”

– “Rui Borges recebeu Stromp: ‘Este prémio é dos rapazes'”

– “Benfica. Pavlidis quer os 30 golos. Em 2025, apenas é superado por Mbappé e Kane”

– “Mourinho procura a vitória 750”

– “Braga 1-0 Santa Clara. O suspeito do costume. Ricardo Horta dá mais três pontos”

– “Nacional 3-1 Tondela”

– “Salgueiros. Inspiração de Chastre. Guarda-redes assiste e marca”

BOLA

– “Varandas até 2030. Presidente dos leões anuncia candidatura para as eleições do próximo ano. ‘O Sporting vive hoje uma das melhores fases da sua história'”

– “‘Somos bicampeões mas ainda temos fome’. Morten Hjulmand”

– “‘É uma honra fazer parte destes prémios Stromp’ – Rui Borges”

– “FC Porto 3-1 E. Amadora. Dragões com ligeiro susto. Tricolores ainda chegaram ao empate, mas Francisco Moura e Samu (este com um bis) desfizeram as dúvidas”

– “Benfica. Pavlidis superou Darwin e ameaça Di MarÃa. Com o ‘hat trick’ em Moreira de Cónegos chegou aos 49 golos, mais um do que o uruguaio. Já o argentino tem 51…”

– “SC Braga 1-0 Santa Clara”

– “Nacional 3-1 Tondela. Jogo de loucos na Choupana”

Confira as primeiras páginas da imprensa desportiva percorrendo a galeria. 

Dirigente de Hong Kong diz que o destino de Jimmy Lai é perpétuo confinamento

“Ó que o espera no futuro são a prisão e o perpétuo confinamento, o que poderá servir de consolo aos inúmeros corações que ele feriu”, disse na segunda-feira Erick Tsang Kwok-wai.

Na segunda-feira, a justiça da região chinesa considerou Jimmy Lai, de 78 anos, culpado dos crimes de “publicações sediciosas” e conluio com entidades estrangeiras, ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim em 2020.

O Tribunal Superior de Hong Kong marcou para 12 de janeiro uma audiência, com a duração máxima de quatro dias, onde a defesa de Lai poderá apresentar eventuais atenuantes, antes de a sentença ser conhecida.

Os três crimes de que Lai foi considerado culpado podem acarretar a pena de prisão perpétua e Erick Tsang garantiu não ter dúvidas que os três juÃzes, incluindo a lusodescendente Susana D’Almada Remedios, irão aplicar a pena máxima.

“Este veredicto também repõe a justiça para o povo de Hong Kong, para a naçãoe para as inúmeras pessoas prejudicadas pela violência negra”, acrescentou o secretário.

‘Violência negra’ é uma expressão usada pelas autoridades do território em referência à cor do vestuário geralmente utilizado pelos manifestantes durante os protestos antigovernamentais e pró-democracia, por vezes violentos, de 2019.

A declaração de Erick Tsang surgiu numa mensagem publicada na conta na rede social Facebook do Gabinete para os Assuntos Constitucionais e do Continente. A mensagem em lÃngua chinesa não foi replicada nas páginas oficiais do Governo.

Já hoje, o executivo de Hong Kong classificou como calúnias as críticas vindas do estrangeiro à condenação de Jimmy Lai.

“As forças externas não demonstraram qualquer respeito pelo julgamento independente do tribunal da RAEHK [Região Administrativa Especial de Hong Kong]que foi proferido com base em factos e provas”, disse o Governo, num comunicado.

Na mesma nota, as autoridades garantiram que o tribunal “deixou claro, nas razões da sentença, que Lai Chee-ying não estava a ser julgado pelas suas opiniões ou crenças polÃticas”.

Na sentença, com 855 páginas, os três juízes consideraram que o magnata de nacionalidade britânica fez “convites constantes” aos Estados Unidos para ajudar a derrubar as autoridades chinesas.

Na segunda-feira, a ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, Yvette Cooper, pediu a “libertação imediata” de Jimmy Lai, e condenou o que disse ser uma “acusação com motivações políticas”.

Também a diplomacia da União Europeia (UE) criticou a condenação de Lai, dizendo que “tem motivação política e é emblemática da erosão da democracia e das liberdades fundamentais em Hong Kong”.

Durante o julgamento, que começou em dezembro de 2023, Lai declarou-se inocente e afirmou nunca ter defendido o separatismo ou a resistência violenta. Também negou ter apelado a sanções ocidentais contra a China e Hong Kong.

Leia Também: Hong Kong diz que Jimmy Lai não foi condenado por razões políticas

Polícia divulga novas imagens de atirador na Universidade de Brown

UMs imagens de vídeo [que pode ver acima] e fotos divulgadas mostram o homem, vestido de preto, usando máscara e gorro, a caminhar pelas ruas de Providence, cidade do estado de Rhode Island que alberga a prestigiada universidade da Ivy League. 

“Estamos a apelar à ajuda do público para identificar este indivíduo”comentou o chefe da polícia, coronel Oscar Perez, numa conferência de imprensa. 

O governador Daniel McKee salientou que “é crucial reconstruir os movimentos deste homem, tanto antes como depois do tiroteio”.

“Tenho esperança de que, eventualmente, consigamos identificar um padrão”, acrescentou. 

O agente da polícia federal (FBI) Ted Docks adiantou que “várias equipas estão a trabalhar em diferentes frentes: analisando provas eletrónicas, recolhendo provas físicas — ou seja, provas forenses da cena do crime — e investigando nas ruas”.

O tiroteio ocorreu no segundo dia de exames nacionais perto do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares onde funciona a Escola de Engenharia e o departamento de Física de Brown.  

 Dois estudantes foram mortos: Ella Cook, vice-presidente da Associação Republicana de Brown, e Mukhammad Aziz Umurzokov, originário do Uzbequistão, que ambicionava ser neurocirurgião.  

Dos nove feridos, um está em estado crítico, sete estão em estado grave e o último já teve alta hospitalar, informou à imprensa norte-americana Brett Smiley, presidente da Câmara de Providence.

Desde sábado, centenas de polícias vasculharam o campus da Universidade Brown, bem como bairros próximos, e analisaram vídeos, tendo em vista encontrar o atirador que abriu fogo numa sala de aula.  

Armado com uma pistola, o atirador disparou mais de 40 tiros de calibre 9mm, segundo um agente da autoridade.  

As autoridades não recuperaram ainda a arma, mas encontraram dois carregadores de 30 cartuchos municiados, disse o responsável à Associated Press (AP) sob anonimato, por não estar autorizado a falar publicamente sobre a investigação.   

Anteriormente, a polícia tinha divulgado dez segundos de vídeo do suspeito, visto de costas a caminhar rapidamente por uma rua deserta após o tiroteio, e lançou um apelo público a potenciais testemunhas.   

Também hoje, a polícia norte-americana libertou um homem detido no âmbito da investigação ao tiroteio em Brown. 

“Claramente, temos um assassino à solta, e por isso não vamos divulgar o nosso plano” para o capturar, comentou o procurador-geral do estado de Rhode Island, Peter Neronha, ao anunciar a libertação do homem de mais de vinte anos preso no domingo.  

“Não há razões para o considerar um possível suspeito”, assegurou à imprensa. “É por isso que está a ser libertado.”  

A polícia de Providence declarou na plataforma X que está a “aumentar a presença nos bairros” e a “abordar lojas e residências para solicitar quaisquer imagens de vídeo disponíveis”.  

A história recente dos Estados Unidos é marcada por tiroteios em massa em locais de trabalho, igrejas, superfícies comerciais, discotecas ou transportes públicos.  

O mais mortífero tiroteio numa instituição de ensino do país ocorreu em abril de 2007: um estudante matou 32 pessoas no campus da Virginia Tech antes de se suicidar.  

Leia Também: “Assassino à solta”. Libertado suspeito de tiroteio em Brown nos EUA

Polícia australiana diz que agressores de Bondi Beach foram inspirados pelo EIIL

Os investigadores dizem que o ataque mortal em Bondi Beach está sendo tratado como “terrorismo” depois que foram encontradas evidências da influência do ISIL.

A polícia australiana afirma que os dois homens acusados ​​de realizar um tiroteio mortal em uma celebração judaica de Hanukkah em Bondi Beach, em Sydney, que matou 15 pessoas, foram “inspirados” pelo Grupo EIIL (ISIS).

A polícia também confirmou na terça-feira que eles estavam investigando uma viagem os dois suspeitos viajaram para as Filipinas no mês passado.

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“Os primeiros indícios apontam para um ataque terrorista inspirado pelo Estado Islâmico, alegadamente cometido por pai e filho”, disse a comissária da Polícia Federal australiana, Krissy Barrett, em conferência de imprensa.

“Estas são as alegadas ações daqueles que se alinharam com uma organização terrorista, não com uma religião”, disse Barrett, referindo-se ao EIIL.

Um dos supostos agressores, identificado pela polícia como Sajid Akram, de 50 anos, foi morto a tiros por policiais. Seu filho de 24 anos, que se acredita ter atuado ao lado dele e identificado pela mídia local como Naveed Akram, também foi baleado e permanece em estado crítico no hospital.

Investigadores dizem que a dupla pai-filho abriu fogo contra centenas de pessoas reuniram-se no festival à beira-mar, realizando o ataque que durou cerca de 10 minutos em um dos locais turísticos mais populares da Austrália.

Wayne Hay, reportando para a Al Jazeera de Bondi Beach, disse que a polícia confirmou que “duas bandeiras do Estado Islâmico – bandeiras caseiras – foram encontradas no veículo dos homens armados juntamente com um dispositivo explosivo improvisado”.

“Eles também falaram sobre a viagem que a dupla fez às Filipinas. Muita especulação sobre isso nas últimas 24 horas. Eles confirmaram que foram às Filipinas recentemente, mas ainda não estão claros quanto ao motivo dessa viagem”, disse Hay.

“Isso, é claro, fará parte de qualquer investigação em andamento sobre o motivo pelo qual eles fizeram aquela viagem”, disse ele.

Enlutados se reúnem no Pavilhão Bondi em memória das vítimas do tiroteio em Bondi Beach, em Sydney, 15 de dezembro de 2025 [Saeed Khan/AFP]

O comissário da Polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, disse aos jornalistas que o motivo da visita e o local onde visitaram nas Filipinas “está sob investigação neste momento”.

A polícia filipina disse que também está investigando o assunto.

Sabe-se que grupos armados ligados ao EIIL operam em partes das Filipinas, especialmente no sul do país. Embora esses grupos tenham sido significativamente enfraquecidos nos últimos anos, continuam a existir como células mais pequenas na ilha de Mindanao, no sul.

A sua força está muito distante da influência que outrora exerceram, especialmente durante o Cerco de Marawi em 2017quando os combatentes do EIIL sitiaram a cidade, provocando meses de combates intensos com as forças governamentais que mataram mais de 1.000 pessoas.

O ataque em Bondi Beach, que foi o tiroteio em massa mais mortífero na Austrália em quase três décadas, também deixou cerca de 25 pessoas feridas, incluindo várias em estado crítico.

Dangote, rivalidade NMDPRA: as partes interessadas reagem à medida que o preço do combustível cai nos postos de gasolina nigerianos

A rivalidade renovada entre Aliko Dangote, presidente da Refinaria Dangote, o CEO da Autoridade Reguladora de Petróleo Midstream e Downstream da Nigéria, Farouk Ahmed e importadores e comerciantes de combustíveis empurrou os preços de varejo dos combustíveis para a taxa mais baixa em todo o país.

DAILY POST informa que no domingo, Dangote fez diversas acusações contra o chefe do NMDPRA, incluindo descrevê-lo como um sabotador económico por encorajar as importações de combustíveis, apesar da capacidade da sua refinaria.

O investidor bilionário alegou ainda que Ahmed pagou até US$ 5 milhões, o que representa mais de N7 bilhões, como mensalidades escolares para seus filhos na Suíça, uma alegação que o NMDPRA em julho de 2025 rejeitou como falsa.

A alegação foi tornada pública pela primeira vez por uma coligação de organizações da sociedade civil liderada por Advogados em Defesa da Boa Governação.

Embora Dangote tenha reiterado as alegações no domingo, o CSO, numa declaração na segunda-feira do seu diretor, Olawale Mudasiru, retirou as suas alegações contra Ahmed com base no facto de serem desinformação.

“As nossas alegações iniciais basearam-se em desinformação. Desde então, descobrimos que os filhos do Eng. Farouk Ahmed beneficiavam de bolsas de estudo e tinham concluído os seus estudos antes da sua nomeação”, disse ele numa declaração ao DAILY POST.

Entretanto, a alegação já tinha causado pânico entre as partes interessadas e os intervenientes no sector a jusante.

O DAILY POST relata que o novo ataque de Dangote a Ahmed ocorre no caso da recente redução do preço do combustível do primeiro, de N828 para N699 por litro, para superar os importadores cujo preço ex-depósito na semana passada era de um mínimo de N824 por litro.

Dangote, no seu briefing de domingo, disse que os nigerianos não deveriam comprar gasolina em Dezembro e Janeiro por mais de N740 por litro a partir de terça-feira.

Ele prometeu lutar com seus recursos para fazer com que os preços dos combustíveis caíssem.

Os intervenientes industriais do desenvolvimento descreveram-no como uma estratégia de mercado para Dangote forçar os comerciantes a patrocinar a sua gasolina e a dominar o mercado.

Verificações do DAILY POST mostraram que o posto de gasolina de Bovas na Zona 6 de Wuse, em Abuja, havia reduzido o preço do combustível no varejo para N865 por litro, abaixo do N910 na segunda-feira.

A Empire Energy, Ranoil em Gwarimpa, Abuja, ajustou a sua bomba para 912 e 910 por litro, respectivamente.

Os postos de gasolina Nigerian National Petroleum Company Limited (NIPCO) e AA Rano em Abuja distribuem gasolina a partir de segunda-feira à noite a N915, N905 e N910 por litro, respectivamente.

Quando o DAILY POST ligou para um gerente de posto de gasolina da MRS, que preferia o anonimato, na noite de segunda-feira, ele confirmou que a gasolina permaneceu inalterada em N910 por litro, mas pode cair a partir de terça-feira.

Proprietários de depósitos privados como Menj, Bovas, AA Rano e Integrated reduziram seu preço na bomba para N710 por litro, acima dos cerca de N824 por litro.

Enquanto isso, os preços de AYM Shafa, Raniol e outros preços ex-depósito ficaram em N815 por litro.

Profissionais de marketing começam a implementar queda no preço dos combustíveis em todo o país – IPMAN

O porta-voz da Associação Independente de Comerciantes de Petróleo da Nigéria, Chinedu Ukadike, disse exclusivamente ao DAILY POST que os nigerianos começariam a ver a queda do preço da gasolina implementada nos postos de gasolina de terça-feira até a próxima semana.

“Portanto, a partir de terça-feira e da próxima semana, veremos as reações e os dividendos desta redução do preço do petróleo”, disse ele.

Falando sobre a rivalidade entre Dangote e Ahmed, disse que ambos precisam colaborar para o benefício dos nigerianos.

“Acredito também que o NMDPRA e a Dangote devem colaborar para garantir que haja um fornecimento constante de produtos petrolíferos e para permitir que as massas desfrutem dos benefícios deste preço reduzido”, apelou.

O DAILY POST informa que, apesar da queda do preço da gasolina, o custo do transporte rodoviário permaneceu inalterado em Abuja e outras grandes cidades.

A rivalidade Dangote-Ahmed não beneficiará os nigerianos, o corte no preço da gasolina terá vida curta – Presidente da PETROAN, Gillis-Harry

Por sua parte, o Presidente Nacional da Associação de Proprietários de Lojas de Retalho de Produtos Petrolíferos da Nigéria (PETROAN), Billy Gillis-Harry, numa entrevista ao DAILY POST na segunda-feira, rejeitou as alegações de que houve esforços deliberados para frustrar as operações da Refinaria Dangote, descrevendo tais narrativas como “conversas fantasmas” impulsionadas pela rivalidade da indústria e uma luta pelo domínio.

Segundo ele, é ilógico que alguém que atue de boa fé trabalhe contra a funcionalidade de um grande activo nacional como a Refinaria Dangote.

“Como pode alguém no seu perfeito juízo achar que é bom fazer com que a refinaria não funcione? Simplesmente não é possível”, disse ele.

“Na minha opinião, estas são negociações fantasmas na indústria em busca de domínio, para que um oligarca assuma o controle da indústria”, acrescentou.

Ele observou que já existem acordos fortes em vigor para garantir que a gasolina produzida pela Refinaria de Dangote seja patrocinada antes dos produtos importados, sublinhando que os comerciantes não se opõem à refinação local.

O presidente da PETROAN, no entanto, alertou contra o que descreveu como estratégias de preços insustentáveis, após as recentes reduções nos preços da gasolina pela refinaria.

“Se ele acordar e começar a reduzir os preços, talvez tenha muito dinheiro que queira queimar. No final das contas, veremos como isso se desenrola para a Nigéria”, afirmou.

Ele alertou os nigerianos para não se deixarem influenciar pelo que chamou de “presentes gregos”, argumentando que os preços artificialmente baixos da gasolina poderiam desestabilizar o mercado e prejudicar a economia a longo prazo.

“Se o preço dos produtos petrolíferos não estiver correto, não é um preço de mercado justo.

“Quer sejamos refinadores, importadores ou comerciantes, tentar brincar com a população é um auto-engano”, disse ele.

O chefe da PETROAN sublinhou que preços imprecisos podem levar a sérios desafios mais tarde, com graves consequências para os nigerianos que dependem diariamente de gasolina, diesel e combustível de aviação.

“Você pode desfrutar de preços incorretos por uma semana ou um mês, mas o que acontece para o resto da sua vida? Os nigerianos sofrerão quando a situação chegar”, alertou.

Concluiu instando as partes interessadas a evitarem tácticas de marketing que possam parecer atraentes a curto prazo, mas que não servem os interesses a longo prazo dos nigerianos.

“É melhor que os preços sejam precisos e correctos. Precisamos de acabar com este tipo de tácticas que não beneficiam os nigerianos a longo prazo”, acrescentou.

DAILY POST relatou que Gillis-Harry tinha descreveu a reclamação de Dangote contra o CEO do NMDPRA como chantagem e mesquinharia.

Entretanto, o Comité dos Recursos Petrolíferos (Downstream) da Câmara dos Representantes apelou a Dangote e ao NMDPRA para cessarem a hostilidade.

Recorde-se que os dados industriais de Novembro do NMDPRA indicavam que dos 52,9 milhões de litros por dia de gasolina consumidos pelos nigerianos, apenas 19,5 milhões de litros por dia foram fornecidos pela Refinaria Dangote.

Os dados mostraram que o combustível do país ainda é fortemente dominado pelas importações de combustível, razão pela qual o governo nigeriano teve suspendeu a implementação de um imposto de importação de 15 por cento sobre produtos petrolíferos refinados.

Entretanto, Dangote expressou o seu descontentamento com os dados do regulador.

Em 2024, Dangote e Ahmed travaram uma guerra de palavras sobre a alegação de que a refinaria de 20 mil milhões de dólares do primeiro produz produtos petrolíferos com elevado teor de enxofre.

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