O ministro das Relações Exteriores do Irã atribui o fracasso das negociações em Islamabad às exigências maximalistas dos EUA e às ameaças de bloqueio.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, culpou as exigências maximalistas dos EUA e as ameaças de bloqueio naval pelo fracasso das negociações de paz entre os dois países no recente período em que estiveram no Paquistão.

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Forças americanas começarão a bloquear navios que entram ou saem de portos iranianos na segunda-feira.

Um manifestante segura um cartaz em frente à Casa Branca em Washington, DC, Estados Unidos, em 7 de abril de 2026. (Xinhua/Li Rui)

As forças americanas começarão a implementar um bloqueio de “todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos” na segunda-feira, às 10h, horário do leste dos EUA, informou o Comando Central dos EUA em um comunicado neste domingo.

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Trump anuncia bloqueio naval no Estreito de Ormuz após não conseguir chegar a um acordo com o Irã.

Soldados iranianos patrulham o Estreito de Ormuz, no sul do Irã, em 30 de abril de 2019. (Xinhua/Ahmad Halabisaz)

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no domingo que a Marinha dos EUA começará a bloquear navios que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz, após as negociações de paz com o Irã não terem resultado em um acordo.

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Forças americanas começarão a bloquear navios que entram ou saem de portos iranianos na segunda-feira.

Um manifestante segura um cartaz em frente à Casa Branca em Washington, DC, Estados Unidos, em 7 de abril de 2026. (Xinhua/Li Rui)

As forças americanas começarão a implementar um bloqueio de “todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos” na segunda-feira, às 10h, horário do leste dos EUA, informou o Comando Central dos EUA em um comunicado neste domingo.

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A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã alerta que qualquer movimento errado por parte do “inimigo” no Estreito de Ormuz terá consequências letais.

A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmou no domingo que qualquer movimento “errôneo” do “inimigo” no Estreito de Ormuz terá consequências mortais.

O alerta foi emitido em uma publicação na plataforma de mídia social X, compartilhando “imagens de vigilância por drones da situação real no Estreito de Ormuz”.

A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou que todos os movimentos e inatividades no Estreito de Ormuz estão sob o controle total das forças armadas iranianas, acrescentando que “qualquer manobra errônea aprisionará o inimigo em redemoinhos mortais no estreito”.

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou no sábado que dois navios de guerra americanos transitaram pelo Estreito de Ormuz e iniciaram operações de desminagem no Golfo. O principal comando militar do Irã, o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, rejeitou essa versão, negando “veementemente” a alegação do CENTCOM de que embarcações americanas teriam entrado no estreito.

Em uma reportagem exclusiva divulgada no domingo, a emissora estatal iraniana Press TV afirmou que a tentativa das forças armadas dos EUA de enviar dois destróieres pelo Estreito de Ormuz no sábado “terminou como uma manobra de propaganda fracassada, planejada para coincidir com as negociações (entre Teerã e Washington) em Islamabad”.

A Press TV identificou os destróieres americanos como USS Michael Murphy e USS Frank E. Peterson, afirmando que eles foram forçados a recuar pelas forças navais do Irã.

Também no domingo, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou em comunicado que qualquer embarcação militar que pretenda se aproximar do Estreito de Ormuz sob qualquer pretexto ou justificativa será considerada uma violação do cessar-fogo e será punida severamente.

Em 28 de fevereiro, Israel e os Estados Unidos lançaram ataques conjuntos contra Teerã e várias outras cidades iranianas, matando o então Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, juntamente com altos comandantes militares e civis. O Irã respondeu com uma série de ataques com mísseis e drones contra alvos israelenses e americanos no Oriente Médio e reforçou o controle sobre o Estreito de Ormuz, restringindo a passagem de embarcações pertencentes ou afiliadas a Israel e aos Estados Unidos.

Um cessar-fogo de duas semanas entre o Irã e os Estados Unidos entrou em vigor na quarta-feira, seguido por longas negociações entre as delegações iraniana e americana em Islamabad, que não resultaram em um acordo .

Após críticas, Trump apagou a montagem de IA que o mostrava como Jesus | G1


“Não era uma representação disso. Eu publiquei, e achei que era eu como médico. Tinha a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos — e só a imprensa falsa poderia inventar essa interpretação”, afirmou após ser questionado por jornalista.

Na imagem gerada por IA, Trump é retratado com uma túnica branca, tal como Jesus geralmente é representado, abençoando um homem doente. As mãos do presidente norte-americano aparecem com um brilho característico de natureza. Ao fundo aparecem a bandeira dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade, caçadas de guerra, gaviões e o que parecem ser imagens. (Veja na imagem acima)

A publicação com a imagem não apareceu mais nas redes sociais do presidente dos EUA na tarde desta segunda, e a exclusão do post foi divulgada pela mídia norte-americana. O repórter Aaron Blake, da TV CNN Internacional, afirmou que “até mesmo alguns aliados de Trump classificaram [a imagem] como blasfêmia”.

Trump recebeu uma chuva de críticas de diversos setores e autoridades dentro e fora dos EUA, inclusive de sua base de apoio MAGA (“Façam os EUA grandes novamente” em português), por conta da publicação.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

A ex-deputada Marjorie Taylor Greene disse que a imagem “é mais do que blasfêmia, é o espírito do anticristo”. Outras figuras influentes do movimento conservador nos EUA que também criticaram Trump foram o coapresentador da Fox News Joey Jones e os ativistas Brilyn Hollyhand e Riley Gaines.

Políticos do Congresso dos EUA, como o deputado Jim McGovern, também repudiaram nas redes sociais a montagem de IA. O governador da Califórnia — e principal opositor de Trump —, Gavin Newsom, reagiu à exclusão do post: “Agora exclua sua presidência”.

A influenciadora de extrema direita Laura Loomer, que também é conselheira de Trump, saiu em defesa do presidente dos EUA e afirmou que “pessoas surtando por causa de um meme precisam se rir”.

A Casa Branca não se manifestou de forma oficial sobre a publicação até a última atualização desta reportagem.

Trump, que não frequenta a igreja regularmente, conquistou ampla maioria das eleições cristãs na eleição de 2024. Ele também avançou entre eleições católicas, que o apoiaram por 56% a 42%, após uma divisão mais equilibrada nas eleições anteriores, segundo análise de Ryan Burge, professor de ciência política da Universidade de Washington e ex-pastor.

Após sobreviverem por pouco a uma tentativa de assassinato em julho de 2024, alguns apoiadores evangélicos disseram que isso era uma prova de que ele havia sido abençoado por Deus.

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‘Fui surpreendido’, diz presidente do INSS demitido pelo governo | G1


“Fui surpreendido.” Foi assim que Gilberto Waller reagiu à decisão do governo de demitir-lo da presidência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em conversa com o blogWaller disse que foi informado da exoneração por volta das 10h30 desta segunda-feira (13), sem aviso prévio ou explicação formal sobre quem teria tomado a decisão.

Segundo ele, não houve conversa direta com o ministro da Previdência, mas apenas um contato com o secretário-executivo da pasta, que o comunicou de que sua saída já estava definida – tinha “decidido” pela demissão, mas não sabia apontar o responsável pela iniciativa.

Gilberto Waller Júnior foi nomeado presidente do instituto em 30 de abril do ano passado, em meio a um escândalo de fraudes na Previdência Social.

O agora ex-presidente do INSS rechaçou a versão de que sua exoneração estaria relacionada ao agravamento das filas para concessão de benefícios. De acordo com Waller, o gargalo principal hoje estaria concentrado na estrutura da Previdência, e não na gestão direta do instituto.

Presidente do INSS Gilberto Waller é demitido; Ana Cristina Viana Silveira assume carga

Waller assumiu o comando do INSS em meio ao escândalo um envolvendo o órgão, com a missão de dirigir uma espécie de “faxina” administrativa e recuperar a substituição da instituição.

Desde o início da gestão, porém, sua relação com o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, foi marcada por divergências e desentendimentos. Segundo relatos de bastidores, os dois nunca se alinharam e passaram a atuar em rota de questões.

Procurado pelo blog, Wolney confirmou a saída de Waller, mas apresentou outra justificativa. Segundo o ministro, o momento inicial da reorganização do INSS já teria sido superado, e agora o governo busca um presidente com um perfil mais técnico para conduzir a próxima fase da gestão do órgão.

Bloqueio em Ormuz: Trump ameaça destruir navios iranianos da mesma forma que ataca barcos no Caribe | G1


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (13) que destruirá qualquer navio iraniano que se aproxima do bloqueio dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz da a mesma forma que fez com embarcações no Caribe durante operações contra o tráfico de drogas.

➡️ Nesta segunda, entrou em vigor o bloqueio que Trump anunciou a navios que circulam pelo Estreito de Ormuz com saída ou chegada a portos iranianos.

Em uma publicação em sua rede social Truth Social, Trump disse que aplicará aos navios iranianos “o mesmo sistema de eliminação” que seu governo utiliza em operações que os EUA vêm fazendo no Caribe para impedir embarcações que Washington diz transportar drogas para o território norte-americano.

“Aviso: Se alguns desses navios (iranianos) se aproximarem do nosso BLOQUEIO, serão imediatamente ELIMINADOS, usando o mesmo sistema de eliminação que usamos contra os traficantes de drogas em barcos no mar. É rápido e brutal. PS: 98,2% das drogas que entraram nos EUA por via marítima ou oceânica PARARAM!”, escreveu o norte-americano.

O bloqueio, segundo as Forças Armadas dos EUA, será aplicado a qualquer embarque que passe pelo Estreito indo ou vindo de portos iranianos. A medida entrou em vigor às 11h desta segundapelo horário de Brasília. A agência marítima do governo do Reino Unido (UKMTO) alertou navios para o início da interdição.

Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. — Foto: Reuters

O regime iraniano, que bloqueou o trânsito no Estreito de Ormuz há mais de um mês, chamou a ação dos EUA de “ilegal e um exemplo de pirataria”.

Na publicação, Trump disse ainda que os EUA já eliminaram 158 navios militares iranianos. “A Marinha do Irã já está no fundo do mar, completamente destruída – 158 navios. O que não atingimos foram seus poucos navios, que eles chamam de ‘navios de ataque rápido’, porque não os consideramos uma grande ameaça”.

Presidente Donald Trump anuncia bloqueio militar total no Estreito de Ormuz

Terrorists do not occupy any town, says Chapo – aimnews.org

Maputo, 13 April (AIM) – Mozambican President Daniel Chapo announced on Monday that Islamic terrorists operating in the province of Cabo Delgado, in the north of the country, do not currently occupy any city in the province,

Speaking in Maputo, at the opening of a meeting of the National Council of the Youth Organization of Mozambique (OJM), the youth wing of the ruling party, Frelimo, Chapo said that the Mozambican Defense and Security Forces, with the support of their regional allies (from Rwanda and Tanzania), have made significant advances in the fight against the jihadist insurgency, recovering areas previously occupied by terrorists.

“Today no city in Cabo Delgado is occupied by these enemies of the Mozambican people,” he declared.

Chapo stated that terrorist groups are now constantly on the run due to military pressure, although they are still capable of launching sporadic attacks. Although terrorism has not been eliminated, he said the situation has improved enough for many of those displaced from their homes to return to their areas of origin.

Chapo added that in the last six months, no cases of kidnapping have been confirmed. “This new reality is a determining factor for confidence and investment by national and foreign companies”, he said, remembering that putting an end to the wave of kidnappings was one of the promises he made in his inaugural speech, in January 2005.

Chapo also placed young people at the center of Mozambique’s digital transformation. The technological changes of the 21st century, he said, should be seen as an opportunity rather than a threat.

He called on OJM to raise awareness among young Mozambicans about the productive use of technology. “Young people must be pioneers and not followers in this digital transition,” said Chapo.

He called for the responsible use of social media, warning of the risks of misinformation and digital manipulation. “Digital platforms are powerful,” he said, but if used irresponsibly, “they can destroy reputations, sow hatred and destabilize nations.”

OJM should set an example, appealed Chapo. “The voice of OJM on social media must be the voice of reason, solidarity and responsibility”, he said, “and never the voice of hatred or division”.

The President also wanted young Mozambicans to fight against gender-based violence, which he described as “one of the most painful injuries affecting the country”.

Chapo promised that the Mozambican state will wage an unrelenting war against sexual abuse, child marriage and the murder of women. Young people, he said, should report such abuses and promote relationships based on mutual respect.
(AIM)
Pf/ (428)

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