Representantes do Líbano e de Israel se reúnem nesta terça-feira | G1


O embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa, será o convidado da reunião entre o embaixador israelense Yechiel Leiter e sua homóloga libanesa, Nada Hamadeh Moawad, segundo a Reuters.

Homem observa prédio alvo de ataque israelense em Tallet El Khayat, em Beirute, no Líbano, no dia 9 de abril de 2026 — Foto: Raghed Waked/Reuters

O conflito entre Israel e o Hezbollah, grupo extremista libanês aliado ao Irã, é um desdobramento da guerra entre EUA, Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

Os ataques israelenses já mataram pelo menos 2 mil pessoassegundo o Ministério da Saúde Libanês. O fim do conflito no Líbano é um dos pontos centrais na discussão de um cessar-fogo entre Washington, Tel Aviv e Teerã (veja mais abaixo).

Israel se recusa a negociar com o Hezbollah, que chama encontro de ‘inútil’

Diferentemente do governo libanês, que expressa disposição para iniciar negociações com Israel, o Hezbollah se opõe às tratativas.

Em um discurso televisado nesta segunda-feira (13), o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, pediu para o governo libanês cancelar a reunião desta terça, descrevendo-a como “inútil” e afirmando que seu grupo continuaria no confronto com os ataques israelenses ao Líbano.

Na semana passada, a embaixada de Israel em Washington afirmou que as conversas constituiriam o início de “negociações formais de paz” e que o país se recusar a discutir um cessar-fogo com o Hezbollah.

“As negociações se concentraram no desarmamento do Hezbollah e no estabelecimento de relações de importação entre Israel e o Líbano”, disse Netanyahu em comunicado.

O acordo de trégua anterior entre Israel e Hezbollah, celebrado em novembro de 2024, também ocorreu por meio de Washington. Esse acordo foi rompido em março deste ano, nos primeiros dias da guerra entre EUA, Israel e Irã.

Confronto entre Israel e Hezbollah continua

Nesta segunda-feira (13), Israel atacou Bint Jbeil, importante cidade no sul do Líbano controlada pelo Hezbollah. Fontes libanesas afirmaram à Reuters que o grupo está disposto a lutar até a morte, citando a importância estratégica e simbólica da cidade.

Um oficial militar israelense afirmou que o controle operacional total de Bint Jbeil deve ser realizado em poucos dias e que apenas um pequeno número de combatentes permanece na área.

Também nesta segunda, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha informou que houve um ataque a um centro da Cruz Vermelha no Tiro, no sul do Líbano. A agência estatal libanesa disse que uma pessoa morreu, mas não sofreu vítimas.

O Exército israelense afirmou ter realizado um ataque contra um “terrorista do Hezbollah” em Tiro e está investigando relatos de que o ataque teria causado danos a um centro da Cruz Vermelha.

As Forças Armadas de Israel informaram também que um foguete do Hezbollah atingiu a cidade de Nahariyya, no norte do país. O Corpo de Bombeiros disse que o foguete atingiu um prédio residencial de três andares, enquanto o serviço de ambulâncias afirmou que uma mulher sofreu ferimentos causados ​​por estilhaços de vidro na explosão, segundo a Reuters.

Inclusão do Líbano é um dos principais impasses do cessar-fogo no Oriente Médio

Fotos mostram estratos de bombardeios coordenados feitos por Israel contra o Líbano em 8 de abril de 2026. — Foto: Reuters

Os ataques entre Israel e o Hezbollah continuam mesmo após os EUA e o Irã anunciarem na terça-feira (7) um cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, que envolve EUA, Israel e Irã.

A inclusão do Líbano é um dos maiores impasses do acordo.

EUA e Israel afirmam que o país não está incluído na conta do grupo terrorista Hezbollah, financiado pelo Irã.

Por outro lado, o Paquistão, que atua como mediador, e o Irã afirma que a trégua inclui o Líbano e, portanto, proíbe ataques ao país durante o período de cessar-fogo.

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Cerco com SUV e esposa monitorada: os bastidores da prisão de Ramagem | G1


Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão Por tentativa de golpe de Estado, Ramagem foi foragida nos Estados Unidos desde 2025.

Os detalhes da operação revelam que o monitoramento de seus passos em solo americano envolve cooperação internacional e o rastreamento de bens adquiridos de forma irregular.

Localização e monitoramento do veículo

A partir dessa pista, as autoridades localizaram sua residência em Orlando. Durante o monitoramento, descobriu-se ainda que Ramagem comprou um automóvel utilizando um passaporte que já havia sido cancelado por determinação da Justiça brasileira.

Houve uma tentativa de obter um mandado de prisão por fraude documental, mas o pedido foi negado pela Justiça americana, o que manteve o foco da operação na situação migratória do brasileiro.

A detenção ocorreu em via pública. Conforme apuração de Túlio Amâncio, Ramagem foi abordada por agentes do ICE enquanto caminhava pela rua. Inicialmente, os oficiais alegaram uma infração de trânsito para realizar a verificação de documentos. Ao apresentar o passaporte vencido, a irregularidade migratória foi confirmada e a prisão efetuada.

O ex-parlamentar havia deixado o Brasil de forma clandestina, atravessando a fronteira de Roraima com a Guiana antes do fim do julgamento no STF, olhando posteriormente para a Flórida.

Fuga de Alexandre Ramagem. — Foto: Arte/GloboNews

O papel da cooperação internacional

A prisão foi resultado de um trabalho de inteligência que durou meses.

O blog de Ana Flor mostrou que um delegado da Polícia Federal brasileira, que atua como oficial de ligação junto ao ICE em Miami, teve papel fundamental no processo.

De acordo com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, esse delegado emitiu os alertas necessários que auxiliaram as agências norte-americanas na captura. A estratégia faz parte de um acordo de cooperação mútua entre as forças de segurança dos dois países para o combate ao crime organizado e à localização de foragidos.

Atualmente, Ramagem está em um centro de detenção e seu destino será decidido por um juiz de imigração em Jacksonville, na Flórida. De acordo com informações de Bruno Tavares, a defesa deve apresentar um pedido de liberdade e focar na solicitação de asilo político.

Em contrapartida, as autoridades brasileiras trabalham para demonstrar ao tribunal americano que o caso se trata de execução de pena por crimes comuns, e não de fiscalização política.

O Ministério da Justiça já havia formalizado o pedido de extradição ao governo dos Estados Unidos em dezembro de 2025, logo após a cassação do mandato de Ramagem pela Câmara dos Deputados.

Alexandre Ramagem foi preso pelo ICE, nos EUA, quando andava pela rua

‘Não tenho medo’: como o papa Leão suportou o discurso contra Trump | G1


Leão é o primeiro papa nascido nos Estados Unidos. Logo após ser eleito, em maio de 2025, ele se encontrou com o vice-presidente JD Vance e o secretário Marco Rubio no Vaticano. Na ocasião, o papai foi convidado a visitar a Casa Branca.

A viagem para Washington nunca aconteceu, e Leão passou a políticas críticas do governo Trump, principalmente contra imigrantes. A fala mais contundente veio em novembro, sem citar o nome do presidente norte-americano.

“Se alguém está nos Estados Unidos ilegalmente, há maneiras de lidar com isso. Existem tribunais. Há um sistema judicial. Acho que há muitos problemas nesse sistema. Ninguém disse que os Estados Unidos devem ter fronteiras abertas”, afirmou.

“Quando pessoas levaram vidas corretas, muitas delas por 10, 15, 20 anos, tratá-las de uma forma que é, para dizer o mínimo, extremamente desrespeitosa e com episódios de violência é preocupante.”

Desde o fim de 2025, no entanto, o papa passou a atenuar o tom:

  • declarou preocupação com a situação no Caribe e na Venezuela, mas chegou a uma sugestão de maior pressão econômica contra o regime de Nicolás Maduro, em vez do uso da força;
  • evitou comentar ameaças de Trump contra a Groenlândia e não publicou a morte de cidadãos americanos em operações antimigratórias em janeiro;
  • em fevereiro, limitou-se a dizer que via com “grande preocupação” a tensão entre Cuba e Estados Unidos e pediu que a violência fosse evitada.

Ainda em fevereiro, a agência AFP afirmou que o papa Leão adotou uma abordagem discreta diante do governo Trump. Uma das estratégias seria confiar em críticas feitas diretamente por bispos americanos, enquanto o Vaticano recorria aos canais diplomáticos para dialogar com Washington.

“Leão é muito cauteloso. Sabe que a voz do papa é universal. Como americano, é um pouco um opositor natural do trumpismo”, disse à AFP uma fonte do Vaticano, sob condição de anonimato, à época.

O tom mudou de vez com a guerra no Irã.

O papa Leão XIV em 7 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

Um dia após o início da guerra no Irã, o papa Leão disse estar “profundamente preocupado” e afirmou que uma grande tragédia poderia ocorrer caso a violência escalasse.

“Faço às partes envolvidas um apelo sincero para que assumisse a responsabilidade moral de interromper a espiral de violência antes que ela se tornasse um abismo irreparável”, disse.

No fim de março, o pontífice elevou o tom. Ao celebrar a missa de Domingo de Ramos, afirmou que Jesus não pode ser usado para explicar guerras e criticar lideranças mundiais, sem citar nomes.

“[Jesus] não escuta as orações daqueles que fazem guerras, mas as rejeitadas, dizendo: ‘Ainda que fazis muitas orações, não ouvirei: as vossas mãos estão cheias de sangue’”, disse, citando uma passagem bíblica.

No dia 7 de abril, Leão classificou como “inaceitáveis” as ameaças contra o povo do Irã. As declarações foram feitas no mesmo dia em que Trump afirmou que uma “civilização inteira” poderia morrer em um ataque dos EUA caso um acordo não fosse fechado.

“A ameaça contra o povo do Irã é inaceitável. Há questões de direito internacional, mas, mais do que isso, é uma questão moral”, afirmou.

O papa manteve as críticas após o início da trégua entre o Irã e os Estados Unidos:

O presidente dos EUA, Donald Trump, na porta do Salão Oval da Casa Branca — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Trump publicou uma forte crítica ao papa Leão na noite de domingo (12). Na Truth Social, ele chamou o pontífice de “fraco” e disse que o líder da Igreja Católica tenta gostar de “esquerda radical”.

“Eu não quero um papa que ache que tudo bem o Irã tenha uma arma nuclear. Não quero um papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos”, escreveu.

  • Apesar das falas do presidente dos EUA, não há registros de que o papa Leão XIV tenha defendido que o Irã tenha uma arma nuclear.
  • Em 2025, Leão fez um apelo para um mundo livre da ameaça nuclear. Já no mês passado, ele disse que as nações deveriam renunciar às armas.

Trump disse ainda que Leão só foi eleito para o cargo porque ele é o atual presidente dos EUA. Para ele, o pontífice deveria ser grato por isso.

“O Leão deveria se recompor como papa, usar o bom senso, parar de gostar da esquerda radical e focar em ser um grande papa – não um político. Isso está prejudicando muito ele e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica.”

Trump também postou uma imagem feita por inteligência artificial em que aparecia usando uma túnica e com poderes de cura, em uma estética semelhante à de Jesus. A imagem foi restaurada no dia seguinte após várias críticas, inclusive de apoiadores.

“Colocar minha mensagem no mesmo patamar do que o presidente tentou fazer aqui, creio eu, é não compreender qual é a mensagem do Evangelho. Lamento ouvir isso, mas continuarei com o que acredito ser a missão da Igreja no mundo hoje”, disse.

“Não hesitei em anunciar a mensagem do Evangelho e em convidar todas as pessoas a procurarem maneiras de construir pontes de paz e reconciliação, e a buscarem formas de evitar a guerra sempre que possível.”

VÍDEOS: mais assistidos do g1

Dólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: qual é a hora de comprar? | G1


Seria, então, o momento ideal para comprar? Especialistas ouvidos pelo g1 Afirmo que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas A estratégia recomendada é comprar ao mínimo, de acordo com o objetivo de cada investidor.

“Para uma viagem, o recomendado é sempre fracionar a compra em pelo menos três períodos até o dia do embarque. Assim, você consegue um preço médio e evita aquela sensação de ter comprado mal”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteçãomantendo parte do patrimônio dolarizado independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

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André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica, tem a mesma leitura. Ele defende que a compra da moeda seja diluída, com o objetivo de equilibrar o preço médio.

“Se existe uma necessidade de compra de moeda estrangeira, eu diria que a melhor estratégia é comprar um pouco por dia, por semana, buscando fazer um preço médio interessante. Apostar na continuidade da valorização da moeda brasileira é um risco”diz.

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. “Por isso, use esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande”alerta Galhardo.

Apesar da cautela, analistas do mercado veem este como um bom momento para adquirir a moeda — desde que com compras diluídas.

Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, afirma que a queda do dólar à faixa de R$ 5 representa uma “boa oportunidade” para fortalecer a posição na moeda (ou seja, na composição da carteira de investimentos), já que a projeção do mercado é de que encerre 2026 acima de R$ 5,37.

Sérgio Samuel dos Santos, economista do Sistema Ailos, tem a mesma avaliação. Para ele, o nível atual é um “bom patamar para diversificação da carteira ou compra parcial da moeda”. Ele também recomenda a aquisição ao mínimo, para garantir um preço médio.

Na mesma linha, Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos, vê a janela como uma boa oportunidade de compra. Ele pondera, porém, que o dólar é sensível a variáveis ​​como guerra, juros, petróleo e cenário fiscal. “O investidor precisa estar ciente dos riscos de volatilidade”, afirma.

Por que o dólar está caindo?

  • 🔎 Como já mostrei o g1parte dos recursos tem migrado dos EUA para outros mercados. Esse fluxo, somado à atratividade das empresas brasileiras, amplia a entrada de capital no país — pressiona o dólar para baixo.

Além do cenário externo, especialistas afirmam que a queda do dólar também reflete o fato de o Brasil ter um dos maiores juros reais do mundo. Na prática, os investidores buscam esses rendimentos, o que atrai capital, aumenta a oferta de dólares e pressiona a moeda para baixo.

“Há ainda abundância na exportação de commodities, o que torna o movimento mais sustentável, especialmente em um momento como o atual, em que o país é menos afetado por conflitos geopolíticos”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que o movimento de desvalorização do dólar é global. Ele avalia que faz parte de uma estratégia do próprio presidente Donald Trump, com o objetivo de enfraquecer a moeda para atrair mais investimentos aos EUA.

“Faz parte do modus operandi econômico de Trump, que combina a desvalorização da moeda com a elevação de barreiras tarifárias para levar a produção de volta aos EUA. Assim, o movimento global ocorre de forma intencional, para tornar mais lucrativo produzido no país do que importa”, conclui.

Lotofácil hoje: resultado do concurso 3660 e números sorteados | G1


1 – 2 – 5 – 6 – 7 – 8 – 10 – 11 – 12 – 14 – 17 – 18 – 22 – 23 – 24

Confira o resultado do sorteio da Lotofácil.

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3660:

  • Ninguém conseguiu os 15 acertos, e a premiação acumulada de R$ 13 milhões;
  • 14 acertos: 488 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2.258,21;
  • 13 acertos: 16.357 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35;
  • 12 acertos: 195.900 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14;
  • 11 acertos: 1.049.448 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7.

O próximo sorteio acontece terça-feira (14).

Na Lotofácil, é preciso marcar entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria.

São premiadas as apostas que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O valor da aposta e a chance de uma certa variação de acordo com a quantidade de números escolhidos:

Chances de acerto e valor da aposta
Quantidade de números jogados Valor da aposta Chance de acerto da Lotofácil (1 em…)
15 R$ 3,50 3.268.760
16 R$ 56 204.298
17 R$ 476 24.035
18 R$ 2.856 4.006
19 R$ 13.566 843
20 R$ 54.264 211

A divisão do prêmio é a seguinte:

  • R$ 7 para as apostas com 11 números;
  • R$ 14 para as apostas com 12 números;
  • R$ 35 para as apostas com 13 números.

O restante é dividido da seguinte forma:

  • 13% entre os acertadores de 14 números;
  • 62% entre os acertadores de 15 números;
  • 10% acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos de final 0;
  • 15% ficaram acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.

Nos concursos de final 0, o restante é dividido da seguinte forma:

  • 72% entre os acertadores de 15 números;
  • 13% entre os acertadores de 14 números;
  • 15% ficaram acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.

O que é a Teimosinha da Lotofácil

Na Teimosinha da Lotofácil, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos.

A Lotofácil tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h.

Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem poderá ser atualizada.

Guerra no Oriente Médio afeta diretamente setores da indústria brasileira que usam petróleo como matéria prima | G1


A alta do petróleo provoca uma ocorrência em cadeia: encarece os insumos que são usados ​​para fabricar os produtos que as pessoas compram.


Guerra diretamente entre setores da indústria que usam derivados de petróleo como matéria-prima

A guerra no Oriente Médio afeta diretamente setores da indústria brasileira que usam petróleo como matéria prima.

A viagem que já era longa ficou ainda mais demorada. Do petróleo vem a parafina, que é uma fábrica de velas importada da China. Mas, antes, o óleo bruto tem que chegar lá para ser refinado – e é aí que a guerra no Irã provoca atrasos e desabastecimento.

“Os navios chegaram em uma quantidade muito menor. Então, por exemplo, a gente comprou 15 toneladas. Agora, eu consigo comprar e não sei quando terei a possibilidade de comprar outras cinco toneladas”, conta Claudia Callé, dona de fábrica de velas.

É por isso que o depósito tem espaço de sobra, e a parafina que tem custou caro. Os donos da fábrica contam que o aumento foi de 40% em março.

“Gera um aumento do produto para o consumidor final. E sem a matéria-prima, a gente tem um problema com a demanda de produção. A incerteza do que vai ser e segurar toda uma empresa, todo um quadro de funcionários”, diz Claudia Callé.

A parafina é um derivado direto do petróleo e, por isso, o preço subiu junto com a cotação do barril. Esse aumento também chega a outras derivadas do petróleo que entram na fabricação dos plásticos que embalam alimentos, dos canos usados ​​na construção civil, das autopeças e até dos silos que armazenam os grãos do agronegócio. A alta do petróleo provoca uma ocorrência em cadeia: encarece os insumos que são usados ​​para fabricar os produtos que as pessoas compram.

Guerra no Oriente Médio afeta setores diretamente da indústria brasileira que usam derivados de petróleo como matéria prima — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

É assim também com a indústria têxtil, que utiliza muita fibra sintética, como o poliéster e o náilon. O estoque é de uma malharia em São Paulo. A fábrica não quis correr o risco de ficar sem matéria-prima e fez uma reserva bem grande. Comprou fios para quatro meses de produção. O diretor da fábrica diz que escapou da falta de material, mas não do aumento no preço.

“Uma parte a gente absorveu, infelizmente. Outra parte, a gente teve que repassar para os clientes”, afirma Renato Bitter, diretor de fábrica.

E mesmo com uma nova tabela de preços, as encomendas feitas pelas confeções aumentadas nas últimas semanas – empresas que importavam tecidos e estão com problemas para receber.

“Me parece que os fretes aumentados, também eles têm dificuldade de encontrar, estão faltando. Então, eles sabem que aqui eles vão receber. Inclusive por outras situações que já existem, pandemia e tal, sabem que aqui nunca falta”, diz Renato Amargo.

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Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e ‘péssimo’; Papa reage e diz que vai seguir firme contra a guerra no Oriente Médio | G1


Depois do fracasso nas negociações de paz com o Irã, o presidente dos Estados Unidos decidiu atacar, publicamente, o Papa. Donald Trump o chamou de fraco e péssimo em política externa. Leão XIV reagiu. Respondeu que não tem medo do governo Trump; disse que não vai recuar e afirmou que a missão da Igreja é defender a paz.

Eram 3h, no horário de Roma, quando o presidente dos Estados Unidos atacou publicamente. O alvo era o Papa Leão XIV, americano de Chicago. Donald Trump chamou o Papa de fraco e disse que ele é péssimo em política externa. Críticas suas posições sobre guerra, segurança e armas nucleares:

Não quero um Papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela”.

Donald Trump disse que a Venezuela envia drogas e liberta criminosos:

“Eu não quero um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos porque estou fazendo exatamente aquilo para o qual foi eleito” – uma referência à operação militar que capturou o ditador Nicolás Maduro, em janeiro de 2026.

Afirmou que, sem ele na Casa Branca, Leão XIV não estaria no Vaticano, e que o Papa foi escolhido por ser americano.

Uma segunda postagem trouxe uma imagem gerada por inteligência artificial em que o presidente aparecia como Jesus Cristo, curando um doente. Horas mais tarde, Trump apagou a imagem. Por volta das 14h, disse que era uma referência ao trabalho da Cruz Vermelha:

“Eu estava como um médico, ajudando as pessoas. O Papa é contrário à posição americana no Irã e os Estados Unidos não podem aceitar um Irã com armas nucleares. Não tenho o que me desculpar”, disse Trump.

A resposta do Papa veio durante o voo para a África:

“Não tenho medo do governo Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do Evangelho”.

Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e ‘péssimo’; Papa reage e diz que vai seguir firme contra a guerra no Oriente Médio — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Papa disse que não vai recuar e que a missão da Igreja é defender a paz:

“A mensagem do Evangelho – bem-aventurados os pacificadores – é o que o mundo precisa ouvir hoje. E continuarei a me manifestar veementemente contra a guerra, buscando promover a paz, o diálogo e as relações multilaterais entre os Estados para encontrar soluções justas para os problemas”.

O Papa também foi questionado sobre o fato de Donald Trump ter feito os ataques por meio de uma rede social criada pelo presidente em 2022: a Verdade Social. “Verdade” quer dizer “verdade”:

“É irônico, o próprio nome da plataforma. Não preciso dizer mais nada”, completou o Papa.

A tensão entre Trump e o Papa já vem aumentando nas últimas semanas, em meio à guerra no Oriente Médio. Na terça-feira (7), Donald Trump escreveu que ou o Irã aceitaria um cessar-fogo ou uma civilização inteira morreria naquela noite. O Papa se posicionou:

“Essa ameaça contra o povo do Irã é realmente inaceitável”, disse Leão XIV.

Os ataques de Trump, especialmente os desta segunda-feira (13), repercutiram em várias partes do mundo. Nos Estados Unidos, os bispos católicos defenderam o Papa e classificaram a guerra como injusta. Na Europa, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, chamou as declarações de Trump de “inaceitáveis”. Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez disse que, enquanto algumas guerras espalham, o Papa promove a paz. No Oriente Médio, o presidente do Irã falou que a profanação da imagem de Jesus não é aceitável para nenhuma pessoa livre. No Brasil, a CNBB também manifestou apoio e defendeu uma mensagem de paz e diálogo.

Leão XIV chegou nesta segunda-feira (13) a Argel, primeira parada de uma viagem por quatro países africanos, e manteve o tom:

“Hoje isso é mais urgente do que nunca, diante das visíveis do direito internacional e das tendências neocoloniais”.

O episódio reforça o carisma do Papa Leão XIV em um momento de grande tensão internacional, enquanto busca reduzir o conflito no Oriente Médio e garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Nesse cenário, o Vaticano volta a ocupar um papel central na defesa da diplomacia e da paz.

O Globo entra para o Guinness com maior edição de jornal da história | G1


A edição recordista é a dos 100 anos do jornal, publicada em 27 de julho de 2025. Foram 526 páginas e 14 cadernos especiaisou que rendeu à Globo o certificado de maior número de páginas em uma única edição comercial de jornal da história.

“É mais amplo que o jornalismo. A gente ganha muitos prêmios jornalísticos, mas ali, claro, o jornalismo é a nossa razão de existir. Aquilo representa literalmente o trabalho da empresa inteira. Só consegui construir essa edição por uma coesão e uma cumplicidade de muitas áreas, cujo resultado é esse marco que vamos carregar pelos próximos 100 anos”, afirmou Frederic Kachar, diretor-geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio.

Certificado do Guinness entregue ao jornal O Globo pela edição histórica de 100 anos — Foto: Reprodução/TV Globo

Mais de 350 jornalistas participou da produção do material especial. Foram dois anos de trabalho e um mês dedicado exclusivamente à edição.

“A redação é muito orgulhosa do prêmio. A gente coroou esse ano com o que faz no dia a dia: conteúdo de alta qualidade”, disse Alan Gripp, diretor de redação de O Globo. “É uma gratificação, a coroação de um trabalho que levou anos. A edição foi o ápice disso, o momento em que reunimos todo o legado de 100 anos em um produto feito com o máximo de cuidado.”

Depois da publicação da edição — considerada incomum até pelo tamanho —, a equipe iniciou uma nova etapa: descobrir aquela era, de fato, o maior jornal já produzido na história.

“No primeiro momento, fizemos uma investigação no Arquivo Nacional para ver se já havia circulado no Brasil algum jornal desse tamanho. Constatamos que não. Era o maior já produzido aqui”, afirmou Kachar. “Mas a ambição falou mais alto e resolvemos verificar se, internacionalmente, aquilo também era uma marca.”

Edição de 100 anos de O Globo, a maior da história dos jornais, segundo o Guinness Book — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo a organização do Guinness World Records, foi necessário criar uma categoria específica para considerar o feito.

“O que fizemos foi criar um novo título com base no material recebido, a partir de uma investigação em nível mundial”, explicou Natalia Ramirez, juíza do Guinness.

Guia Michelin 2026: Evvai e Tuju, em São Paulo, ganham três estrelas | G1


(CORREÇÃO: Ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que Sushi Vaz e Yayá Comidaria Pop Brasileira, no Rio; e Bar da Dona Onça, Grotta Cucina, Kureiji, Makoto San e Simone, em São Paulo, também ganhou estrelas. Na verdade, esses estabelecimentos entraram para a lista de novos recomendados do Guia Michelin. A informação foi atualizada às 20h56).

O anúncio foi feito durante evento de gala no hotel, na Zona Sul do Rio. O prefeito Eduardo Cavaliere foi convidado ao palco e brincou que a cerimônia poderá ser sempre na cidade, além de parabenizar a culinária carioca.

Com os prêmios, o Brasil é o primeiro país da América Latina com dois restaurantes três estrelas. Ambos os estabelecimentos, tanto o Evvai como o Tuju, tinham duas estrelas e agora foram promovidos.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

Os vencedores ficaram emocionados com a distinção inédita no continente. “Eu achei que tinha perdido alguma estrela, fiquei desesperado quando fui chamado. Comecei a rezar ali. Eu tô realmente sem palavras. Poucas vezes na vida eu fiquei sem palavras”, disse Luiz Filipe Souza, chef do Evvai.

Mantiveram duas estrelas no Rio: Lasai e Oro. Manteve duas estrelas em São Paulo: DOM

Mantiveram uma estrela no Rio: Casa 201, Mee, Oteque, Oseille e San Omakase.

Em São Paulo, permaneceram uma estrela: Fame Osteria, Jun Sakamoto, Kan Suke, Kanoe, Kazuo, Kinoshita, Kuro, Maní, Murakami, Oizumi Sushi, Pichi, Ryo Gastronomia e Tangará Jean-Georges.

Foram listados como novos restaurantes recomendados:

No Rio: Sushi Vaz e Yayá Comidaria Pop Brasileira. Em São Paulo: Bar da Dona Onça, Grotta Cucina, Kureiji, Makoto San e SIMONE.

Além das estrelas Michelin tradicionais, foram anunciados os estabelecimentos reconhecidos com a categoria Bib Gourmand nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. Essa distinção foi criada em 1997 para considerar restaurantes que oferecem culinária de qualidade a preços acessíveis — ou seja, a melhor relação custo-benefício da gastronomia.

Venceram o prêmio pela primeira vez um restaurante no Rio, o Koral, e outros cinco em São Paulo: Jiquitaia, Manioca JK, Ping Yang Thai, Tabōa Cozinha Artesanal e Tanit). Essas inclusões subiram para 44 o número total de estabelecimentos nesta categoria.

O chef Raphael Zanon, da Casa 201, foi ganhador da categoria Michelin de serviço.

No que diz respeito ao compromisso com a gastronomia do futuro, três estabelecimentos mantiveram a distinção estrela verde, todos eles localizados em São Paulo: A Casa do Porco, Corrutela e Tuju.

Vencedores do Guia Michelin 2026 — Foto: Divulgação Guia MICHELIN

Escala 6×1: Lula e Motta vão discutir tema antes de governo enviar PL | G1


Segundo assessoria do presidente da Câmara, o encontro será após a posse do novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), no Palácio do Planalto.

Nesta segunda-feira (13), o presidente Lula confirmou que enviará o projeto para análise dos deputados nesta semana.

“A questão da jornada de trabalho, não tem mais sentido com o avanço tecnológico que o mundo teve a gente ainda só tem um dia para descansar no final de semana”, disse Lula durante um evento no Planalto.

Lula confirma envio de projeto sobre fim de escala 6×1 ao Congresso

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), um dos articuladores do tema dentro do governo, afirmou que o texto é pronto e só depende da conversa entre Lula e Motta para ser enviado ao Congresso.

“Tema está pacificado no governo. Tem a decisão do presidente. Os ministros podem ter sua opinião, líder de governo pode ter sua opinião. Há uma definição, quem teve voto para isso é o presidente. O presidente Lula tomou e anunciou a decisão de que vai mandar o projeto de lei com regime de urgência”, disse Boulos.

O projeto de lei do governo deve ser enviado em regime de urgência, o que obriga a Câmara e o Senado Federal a analisar a proposta. Caso contrário, a pauta de votação fica trancada até o texto em urgência ser analisado.

Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, trocaram elogios durante encontro com deputados nesta quarta (4) — Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

🔎 Projetos com urgência de autoria do presidente da República trancam a pauta do Congresso caso não seja confirmado em até 45 dias pela Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado.

Motta defende votar uma PEC que tramita na Câmara. No começo do ano, ele determinou que sejam apresentadas juntas uma proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) que acaba com a escala 6×1 e outra apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

Segundo Motta, a PEC deverá ser votada nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até o fim de maio em plenário.

A possibilidade de Lula vetar pontos do projeto de lei que não agradem também é levada em consideração. A PEC não passa pelo crivo do presidente após ser aprovada pelos parlamentares e é promulgada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).

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