Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), reúne-se com uma delegação do partido Kuomintang (KMT) liderada por sua presidente, Cheng Li-wun, em Pequim, capital da China, em 10 de abril de 2026. (Xinhua/Xie Huanchi)
Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), reuniu-se na manhã desta sexta-feira com Cheng Li-wun, presidente do partido Kuomintang (KMT) da China, em Pequim.
Cheng Li-wun, presidente do partido chinês Kuomintang (KMT), liderou uma delegação do KMT no sábado para prestar homenagem a Sun Yat-sen, um grande precursor da revolução democrática da China, no cenotáfio em Pequim.
Segundo informações preliminares, Ramagem foi preso em Orlando, na Flórida, e levado para um centro de detenção na cidade. Autoridades brasileiras foram informadas da prisão por volta das 12h (horário de Brasília).
O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi detido por questões migratórias, e o governo brasileiro aguarda mais informações sobre como será o processo de retorno ao Brasil, segundo a PF.
“A prisão é fruto da cooperação internacional Brasil -Estados Unidos no combate ao crime organizado. Ramagem é um cidadão foragido da Justiça brasileira e, segundo autoridades norte-americanas, está em situação migratória irregular”, afirmou o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues.
Alexandre Ramagem durante interrogatório no STF — Foto: Gustavo Moreno/STF
Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que o pedido de extradição foi formalmente encaminhado ao governo norte-americano. A Embaixada do Brasil em Washington inveja a documentação ao Departamento de Estado dos EUA em 30 de dezembro de 2025.
Aliados do ex-deputado diziam que Ramagem pretendia solicitar asilo político nos Estados Unidos.
Enquanto está no exterior, o ex-parlamentar tomou medidas administrativas e políticas:
Em 18 de dezembro, ele recebeu o mandato como deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados;
Em seguida, a Câmara cancelou o passaporte diplomático dele após a cassação do seu mandato;
Por determinação do STF, a Câmara também efetuou o bloqueio dos seus vencimentos parlamentares.
Quem é Alexandre Ramagem?
Alexandre Ramagem é delegado da Polícia Federal e político brasileiro. Ele ingressou na Polícia Federal em 2005. Ganhou destaque ao chefiar a segurança de Jair Bolsonaro após o atentado em Juiz de Fora, na campanha de 2018.
Na gestão de Bolsonaro, foi nomeado para chefiar a Agência Brasileira de Inteligência. Sua gestão é alvo de investigações sobre o uso da estrutura do órgão para monitorar ilegalmente adversários políticos, no caso conhecido como “Abin Paralela”.
Em 2020, Bolsonaro tentou nomeá-lo Diretor-Geral da Polícia Federal, mas a nomeação foi suspensa pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) devido à proximidade pessoal de Ramagem com a família do presidente.
Em 2022, foi eleito pelo PL-RJ com cerca de 59 mil votos. Teve o mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara em dezembro de 2025, após seu relatório criminal na trama golpista.
Em 2024, disputou a Prefeitura do Rio de Janeiro em 2024, terminando a eleição em segundo lugar.
As negociações entre os EUA e o Irã realizadas no Paquistão representam um passo rumo à redução da tensão, afirmou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China nesta segunda-feira, em resposta a uma pergunta sobre o assunto.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, afirmou nesta segunda-feira que a China está pronta para desempenhar um papel construtivo e contribuir para a restauração da paz e da tranquilidade na região do Golfo.
O porta-voz do Comando Unificado das Forças Armadas Iranianas afirmou nesta segunda-feira que as restrições impostas pelos EUA a embarcações em águas internacionais são “ilegais e constituem pirataria”.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, culpou as exigências maximalistas dos EUA e as ameaças de bloqueio naval pelo fracasso das negociações de paz entre os dois países no recente período em que estiveram no Paquistão.
Um manifestante segura um cartaz em frente à Casa Branca em Washington, DC, Estados Unidos, em 7 de abril de 2026. (Xinhua/Li Rui)
As forças americanas começarão a implementar um bloqueio de “todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos” na segunda-feira, às 10h, horário do leste dos EUA, informou o Comando Central dos EUA em um comunicado neste domingo.
Soldados iranianos patrulham o Estreito de Ormuz, no sul do Irã, em 30 de abril de 2019. (Xinhua/Ahmad Halabisaz)
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no domingo que a Marinha dos EUA começará a bloquear navios que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz, após as negociações de paz com o Irã não terem resultado em um acordo.
Um manifestante segura um cartaz em frente à Casa Branca em Washington, DC, Estados Unidos, em 7 de abril de 2026. (Xinhua/Li Rui)
As forças americanas começarão a implementar um bloqueio de “todo o tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos” na segunda-feira, às 10h, horário do leste dos EUA, informou o Comando Central dos EUA em um comunicado neste domingo.