Iranianos encheram as ruas na noite em que Trump ameaçou o ‘fim da civilização’, mostra Caco Barcellos | G1


A reportagem do Fantástico mostra que, mesmo sob risco de novos bombardeios, os iranianos saíram de casa para protestar contra os Estados Unidos Sem abrigos estruturais ou estruturas de proteção, eles protegidos. “A ameaça vem do céu”, relatou Barcellos.

O movimento ganhou força horas antes do prazo final imposto por Trump para um possível aumento dos ataques. À meia-noite, momento limite do ultimato, a multidão segue nas ruas, com bandeiras e palavras de ordem.

Irianianos em protesto na noite do ultimato de Donald Trump. — Foto: Reprodução/TV Globo/Fantástico

Entre gritos, bandeiras e homenagens, a reunião reuniu uma multidão. Em meio ao cortejo, um jovem pediu para ser entrevistado e criticou duramente os Estados Unidos:

“Esse governo americano é o pior de todos os tempos. Nosso povo está apoiando o nosso governo e os nossos militares”, diz.

Durante os atos, os moradores distribuíam chá e doces. Um pesquisador ouvido pela equipe disse que não teme as ameaças americanas e que decidiu participar voluntariamente das manifestações.

A reportagem mostra que os protestos fazem parte de uma mobilização incentivada pelo governo iraniano, repetida em diferentes bairros da capital. Em alguns casos, famílias inteiras participam dos atos.

O Multidão se reúne nas ruas de Teerã para protestar contra os governos dos Estados Unidos e de Israel. — Foto: Reprodução/TV Globo/Fantástico

Ao longo de seis dias no Irã, Barcellos e o repórter Thiago Joque registraram a rotina de uma população que tenta manter a normalidade em meio à guerra.

Durante o dia, parques e espaços públicos seguem movimentados, com famílias reunidas e estoques. À noite, as ruas se transformam em palco de manifestações e rituais coletivos.

A cobertura também mostra os efeitos dos ataques no país. Prédios destruídos, hospitais atingidos e áreas residenciais reduzidas a escombros fazem parte do cenário. Segundo autoridades iranianas, mais de 3 mil pessoas morreram desde o início do conflito.

Em um dos episódios mais graves, um bombardeio contra uma escola matou 170 crianças e ficou emocionado comoção internacional. As investigações apontam que o ataque teria sido baseado em informações desatualizadas.

Apesar da tensão, os iranianos permaneceram nas ruas. Para muitos, participar dos protestos é uma forma de resistência em meio à guerra. Horas depois da noite de maior mobilização, já durante o retorno da equipe ao Brasil, foi anunciado um cessar-fogo temporário.

Equipe acompanhou funeral de um general da marinha iraniana — Foto: Fantástico

Uma equipe visitou prédios atingidos por mísseis. Em um dos ataques, o alvo seria um professor universitário ligado ao programa nuclear iraniano. Ele morreu junto com os filhos.

  • Os governos dos EUA e de Israel acusam o Irã de enriquecer urânio para a produção de armas nucleares. As autoridades iranianas negam.

Ao todo, três cientistas ligados ao programa nuclear já foram mortos em ataques semelhantes. Nesta semana passada, houve mais um ataque, desta vez com lançamento de mísseis contra a universidade em que alguns cientistas são professores.

Moradores dizendo que os ataques são repentinos e praticamente invisíveis. Em um conjunto de prédios residenciais, é possível ver o rastro de destruição deixado pelas bombas:

“Os 25 mortos são aqueles que conseguimos encontrar. Ainda há desaparecidos. As bombas foram tão fortes que muita coisa foi completamente destruída”, diz um morador que testemunhou as explosões.

Área atingida por bombas, causando a morte de 25 pessoas no Irã — Foto: g1

Em outra região, uma ponte em construção foi atingida duas vezes. Trabalhadores /e testemunhas afirmam que não havia uso militar no local:

“Não temos nada a ver com militares. Essa ponte ligaria Teerã a outras 14 províncias. Ela ainda estava em construção e não estava sendo usada”, diz Hasat Boyat, engenheiro responsável pela obra.

No segundo ataque, oito trabalhadores morreram e 95 ficaram feridos.

Médicos e profissionais de saúde organizaram protestos após ataques a hospitais e ambulâncias. Segundo relatos locais, centenas de unidades de saúde foram atingidas. Durante uma manifestação, uma médica leu uma declaração pública:

“A proteção da vida humana e das instalações médicas e farmacêuticas é um direito universal que não pode ser violado em nenhuma circunstância”, diz Farzaneh Fazaeli, um dos líderes da manifestação.

Em conversa exclusiva com a equipe, ela reforçou:

“Mesmo em guerra, existem limites. Não se pode atacar estruturas essenciais para o cuidado dos pacientes”.

Segundo médicos iranianos, mais de 300 hospitais e centros de saúde foram atingidos durante os combates. Entre eles, 18 unidades do Crescente Vermelho — equivalente à Cruz Vermelha no país. A Organização Mundial da Saúde confirmou pelo menos 23 ataques a centros de saúde.

Versão oficial e disputa de narrativas

Durante a cobertura no Irã, uma equipe encontrou a presença constante de imagens dos aiatolás em espaços públicos e eventos, reforçando a centralidade da liderança religiosa no país. Desde a Revolução de 1979, o O Irã é uma República Islâmica em que o poder é fortemente concentrado nesse grupo, acima da Guarda Revolucionária e de instituições civis.

O regime é marcado por controle social rígido, com denúncias recorrentes de repressão a protestos, censura à imprensa, prisões de ativistas e restrições a comportamentos sociais, especialmente de mulheres. Além das críticas internacionais e críticas ao programa nuclear, o país também está apontado para apoiar grupos como o Hezbollah e o Hamas.

Durante a estadia da equipe, o acesso e a circulação foram limitados por barreiras de segurança e postos de controle da Guarda Revolucionária, dificultando inclusive a gravação de imagens. Tentativas de contato com opositores não tiveram sucesso.

No início do ano, os protestos contra a crise econômica foram fortemente reprimidos; As autoridades iranianas afirmaram que os atos foram violentos por ação de infiltrados armados, que tiveram fortes forças de segurança e causaram mais de 200 mortes entre policiais, além de vítimas civis.

Já organizações independentes contestam os números oficiais e declaram que o total de mortos pode ter sido maior.

O governo iraniano nega a alegação americana e sustenta que o programa nuclear tem fins energéticos. A porta-voz do ministro das Relações Exteriores Ábbas Araghchi também rebateu críticas sobre direitos humanos:

“Somos alvo de uma campanha de demonização há décadas. Não somos perfeitos, mas nenhum país é perfeito quando se trata de direitos humanos”, diz.

Caco Barcellos entrevistou porta-voz do ministro das Relações Exteriores do Irã — Foto: Fantástico

À noite, porém, o cenário muda. As ruas são agitadas por manifestações frequentes, com discursos, bandeiras e palavras de ordem contra inimigos externos.

Um pesquisador que participa dos atos diariamente afirmou: “Não temos medo. Estamos aqui para apoiar o nosso país.”

Sem sereias ou abrigos adequados, a população convive com ataques que chegam sem aviso. Segundo relatos, os mísseis são lançados por aeronaves que não chegam a ser vistas — o impacto vem segundos depois.

Ainda assim, multidões seguem ocupando as ruas, mesmo diante de ameaças de novos bombardeios.

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A derrota de Orbán na Hungria: como fica a extrema-direita global? -O Assunto #1700 | G1


Os eleitores húngaros decidiram dar fim aos 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-direita Tisza venceu a eleição e vai comandar cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento.


No último domingo (12), os parlamentares húngaros decidiram dar fim aos 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-direita Tisza venceu a eleição e vai comandar cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento. Peter Magyar, ex-aliado de Orbán, assume o governo.

Desde que chegou ao poder, em 2010, Orbán corroeu a independência das instituições húngaras: reescreveu a Constituição, redesenhou o mapa eleitoral e corrompeu o Judiciário e a imprensa. E se tornou um exemplo para lideranças autoritárias ao redor do mundo – o americano Donald Trump e o russo Vladimir Putin, entre outros, apoiaram sua reeleição.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com Maurício Moura para explicar o fim da era Orbán na Hungria. Depois, ela fala com Pedro Abramovay para analisar o futuro da coalização internacional da extrema-direita.

Convidados: Maurício Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia, professor da Universidade George Washington (EUA) e colunista do jornal O Globo; e Pedro Abramovay, mestre em Direito Constitucional, doutor em Ciência Política e vice-presidente de programas da Open Society.

O que você precisa saber:

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Apresentação: Natuza Nery.

Por que a Hungria se tornou ‘hub’ da extrema direita

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Peter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, segura uma bandeira nacional após os resultados parciais da eleição parlamentar, em Budapeste, Hungria, em 12 de abril de 2026. — Foto: REUTERS/Marton Monus

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Chuva ganha força no Norte e Nordeste; Sul tem virado no tempo | G1


Nas áreas do oeste gaúcho, a chuva aparece mais no fim do dia, quando há chance de pancadas e trovoadas isoladas nesses locais.

🌧️ ENTENDA: uma área de baixa pressão é uma região onde a atmosfera é mais assustadora e atrai ventos ao seu redor. Isso facilita a formação de nuvens e aumenta a chance de chuva e temporais.

O sistema também pode virar um ciclone extratropical até o fim da semana. Por causa disso, ventos fortes devem atingir o litoral sul gaúcho no sábado (18), com rajadas que podem chegar a 80 km/h.

Nas outras regiões do país, como no Norte e no Nordeste, a previsão é de muita chuva nos próximos dias.

Os volumes mais altos devem se concentrar no Amazonas (AM), no Pará (PA), no Maranhão (MA) e no Piauí (PI).

Manaus (AM) tem bastante chuva prevista para esta terça e pancadas mais fortes na quinta. Rio Branco (AC) e Belém (PA) também devem ter os dias mais chuvosos da semana na quinta.

No Centro-Sul, o outono já dá o tom com manhãs mais frias e tardes ainda quentes.

São Paulo (SP) tem muitas nuvens nesta terça, mas não deve ter chuva. Ao longo da semana, as mínimas previstas na capital paulista devem ficar em torno de 17°C. As máximas podem chegar a 27°C.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

No Rio de Janeiro (RJ), o sol predomina durante a semana, com máximas que ficam entre 28°C e 31°C e mínimas ao redor de 18°C ​​a 21°C.

Já Belo Horizonte (MG) tem previsão de manhãs mais frias — mínimas de 15°C — e tardes com sol e bastante nebulosidade, mas sem chuva até o meio da semana.

Vitória (ES) tem sol e calor nos primeiros dias, com máximas de 30°C e 31°C na terça e na quarta, mas deve ter pancadas de chuva a partir da quinta (16).

No Sul do país, Porto Alegre (RS) tem sol e nuvens nesta terça, com tardes escuras perto de 29°C.

A tendência muda de quarta à noite, quando a instabilidade vinda do sul do continente começa a avançar.

Na quinta (16), capital gaúcha deve ter pancadas de chuva e trovoadascom máximas que não devem passar dos 24°C, uma queda específica em relação aos dias anteriores.

A sexta (17) volta a ter condições mais benéficas, e o sábado (18) deve ser de sol predominante.

Em Florianópolis (SC), já nesta terça há chance de chuva passageirae a instabilidade segue para quarta.

Curitiba (PR) tem nuvens ao amanhecer nesta terça e na quarta, com manhãs frias e máximas de 24°C, mas sem chuva durante o dia.

Mapa mostra previsão de chuva para esta terça (14) em todo o Brasil. — Foto: Inmet/Reprodução

No Nordeste, a chuva mais intensa cai no litoral Norte da região, impulsionada pela Zona de Convergência Intertropical — faixa de nuvens que cruza o planeta próximo à linha do Equador e que nesta época do ano fica posicionada sobre o Norte do Nordeste brasileiro.

São Luís (MA) tem chuva prevista todos os dias até sexta, com acumulados diários que variam entre 7 mm e 18 mm.

Recife (PE) também tem ocorrência nesta terça (estimada em 25 mm), e a chuva deve continuar pelos dias seguintes, embora com volumes menores.

Salvador (BA) tem terça como o dia mais chuvoso: previsão de 50 mm, com 95% de chance de ocorrência.

João Pessoa (PB) e Maceió (AL) seguem um padrão parecido, com chuva quase todos os dias e probabilidades elevadas de negociações ao longo da semana.

Mapa mostra previsão de chuva para esta terça (14) em todo o Brasil. — Foto: CPTEC/Inpe

No Centro-Oeste, uma semana também terá chuva, mas de forma irregular.

Em Campo Grande (MS), há chance de pancadas entre quarta e sexta.

Em Cuiabá (MT), o calor não deve dar trégua, mas há previsão de chuva rápida em alguns momentos entre quinta e sexta.

Em Brasília (DF), ainda chove à tarde nesta terça e na quarta, antes do tempo abrir na segunda metade da semana.

E quando chega o frio mais intenso do outono?

Por enquanto, a previsão é de que ele fique para mais tarde.

Não há entradas de massa de ar frio de maior intensidade previstas para o Centro-Sul do país até pelo menos o fim de abril.

O que os meteorologistas esperam são tardes ainda quentes e noites amenas, típicas desta época de transição entre o verão e o inverno.

Em partes do Rio Grande do Sul (RS) e de Santa Catarina (SC), as madrugadas já registram marcas mais baixas, mas não um frio intenso.

A tendência para os últimos dias de abril é de temperaturas ainda acima da média histórica em grande parte do país.

Mapa mostra previsão de temperatura máxima para esta terça (14). — Foto: CPTEC/Inpe

Veja como ficam as temperaturas em TODAS as capitais brasileiras, segundo o Inmet:

O Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entender | G1


  • 🔎 O estreito é uma das principais vias marítimas para o comércio global de petróleo, e a interrupção do transporte pelo canal pode limitar a oferta e pressionar os preços da commodity no mercado mundial.

De acordo com a CEO da Magno Investimentos, Olívia Flôres de Brás, o aumento da tensão entre os Estados Unidos e o Irã deixou de ser um fator secundário e passou a “influenciar diretamente a formação de preços globais”, principalmente por atingir um ponto crítico da cadeia de energia.

“Como uma parcela relevante do petróleo global passa por essa região que, agora, está sob risco, o mercado passa a lidar com maior incerteza sobre a oferta, o que se traduz em juros mais apertados”, diz.

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Ainda segundo a performance, esse cenário também se reflete nas expectativas para os preços do petróleo.

“Ó Brent [referência internacional] vinha sendo projetada entre US$ 75 e US$ 85 ao longo de 2026. Esse era o cenário de normalidade: crescimento moderado, oferta ajustada e sem grandes rupturas. Mas esse cenário não existe mais”, afirma.

“Com o aumento da tensão envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz, o mercado passa a precificar a possibilidade de interrupção. Quando o risco entra, o preço sobe antes do problema acontecer. Hoje, as revisões já começam a apontar para um intervalo mais próximo de US$ 85 a US$ 95 neste ano”, completa.

Bloqueio ao Estreito de Ormuz — Foto: Editoria de Arte/g1

E os impactos para o Brasil?

Segundo especialistas consultados pelo g1apesar de não haver projeções de desabastecimento de combustíveis no Brasil, o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional já começa a pressão a inflação — cenário que pode piorar caso a guerra se estenda.

“Entendemos que não haja desabastecimento, mas, conforme mostram os preços atuais, cresce a expectativa de um petróleo mais caro por mais tempo”, avalia Felipe Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos.

“O IPCA [inflação oficial do país] já mostramos o impacto da guerra, especialmente com o aumento dos preços dos combustíveis. Esse efeito tende a se intensificar se o conflito perdurar, devido ao impacto indireto da alta do diesel sobre a cadeia de distribuição no Brasil”, completa.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na semana passada, indicaram que a inflação de março subiu 0,88% em relação ao mês anterior, acima do esperado pelos economistas (0,7%).

O principal impacto veio do grupo Transportes (1,64%), pressionado pela alta dos combustíveis, de 4,59%.

“A combinação entre restrições de oferta no mercado internacional e repasses imobiliários acabou se refletindo nos preços ao consumidor e já aparece nos dados da inflação de março”, disse o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gonçalves, durante a divulgação do índice.

Segundo Brás, da Magno Investimentos, o impacto sobre os preços dos combustíveis tende a depender mais da duração do conflito das oscilações diárias do petróleo.

“Se o petróleo sobe em um dia, nada acontece. Se permanece alto, tudo muda”, diz a executiva.

“No curto prazo, pode haver estabilidade, com ajustes contidos e comunicação mais cautelosa. Já no médio prazo, entre um e três meses, o repasse começa a aparecer, primeiro de forma parcial e depois de maneira mais direta. No longo prazo, o repasse é imediato, seja via preço na bomba ou via inflação”, conclui.

Desde que os bombardeios ocorreram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram com que o preço do barril do petróleo subisse de forma acentuada e já se refletiram no Brasil.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostraram que o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05 na primeira semana de março, para R$ 6,08. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia progresso R$ 6,80.

Na última sexta-feira, dados da agência indicaram que os preços médios do diesel na bomba caíram pela primeira vez desde o início do conflito, mas seguiram em níveis elevados. De acordo com a ANP, a retirada foi de 0,2%, para R$ 7,43. Na gasolina, a redução foi de apenas R$ 0,01, para R$ 6,77.

GloboPop traz novas formas de acompanhar o jornalismo da Globo; saiba como funciona | G1


Plataforma gratuita reúne conteúdos curtos do universo Globo no celular. O g1 está presente na plataforma com suas diferentes editoras e jornalistas.


Palco do g1 no GloboPop, novo app de vídeos verticais da Globo — Foto: Reprodução/TV Globo

Dentro do novo aplicativo GloboPop, o jornalismo da Globo ganhou um formato ágil e acessível. Reportagens, bastidores da apuração, explicações rápidas e análises sobre temas relevantes passam a ser apresentados em vídeos curtos, adaptados à lógica da rolagem contínua e ao consumo rápido.

O aplicativo também reúne bastidores de programas, esportes, entretenimento e conteúdos de criadores parceiros. Todo o material disponível é produzido ou selecionado pela própria Globo.

A experiência do aplicativo é organizada por um feed personalizado e pelos chamados “palcos”, espaços temáticos que reúnem conteúdo sobre o assunto.

É nesses ambientes que o usuário pode acompanhar a cobertura jornalística da Globo de forma segmentada, explorando desde política e saúde até cultura e comportamento.

Ó g1 tem presença de destaque na plataforma, levando suas principais editorias para o formato vertical. Além das notícias do dia, o público encontra participações de jornalistas da casa, que ajudam a contextualizar e explicar acontecimentos com linguagem direta e próxima.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Representantes do Líbano e de Israel se reúnem nesta terça-feira | G1


O embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa, será o convidado da reunião entre o embaixador israelense Yechiel Leiter e sua homóloga libanesa, Nada Hamadeh Moawad, segundo a Reuters.

Homem observa prédio alvo de ataque israelense em Tallet El Khayat, em Beirute, no Líbano, no dia 9 de abril de 2026 — Foto: Raghed Waked/Reuters

O conflito entre Israel e o Hezbollah, grupo extremista libanês aliado ao Irã, é um desdobramento da guerra entre EUA, Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

Os ataques israelenses já mataram pelo menos 2 mil pessoassegundo o Ministério da Saúde Libanês. O fim do conflito no Líbano é um dos pontos centrais na discussão de um cessar-fogo entre Washington, Tel Aviv e Teerã (veja mais abaixo).

Israel se recusa a negociar com o Hezbollah, que chama encontro de ‘inútil’

Diferentemente do governo libanês, que expressa disposição para iniciar negociações com Israel, o Hezbollah se opõe às tratativas.

Em um discurso televisado nesta segunda-feira (13), o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, pediu para o governo libanês cancelar a reunião desta terça, descrevendo-a como “inútil” e afirmando que seu grupo continuaria no confronto com os ataques israelenses ao Líbano.

Na semana passada, a embaixada de Israel em Washington afirmou que as conversas constituiriam o início de “negociações formais de paz” e que o país se recusar a discutir um cessar-fogo com o Hezbollah.

“As negociações se concentraram no desarmamento do Hezbollah e no estabelecimento de relações de importação entre Israel e o Líbano”, disse Netanyahu em comunicado.

O acordo de trégua anterior entre Israel e Hezbollah, celebrado em novembro de 2024, também ocorreu por meio de Washington. Esse acordo foi rompido em março deste ano, nos primeiros dias da guerra entre EUA, Israel e Irã.

Confronto entre Israel e Hezbollah continua

Nesta segunda-feira (13), Israel atacou Bint Jbeil, importante cidade no sul do Líbano controlada pelo Hezbollah. Fontes libanesas afirmaram à Reuters que o grupo está disposto a lutar até a morte, citando a importância estratégica e simbólica da cidade.

Um oficial militar israelense afirmou que o controle operacional total de Bint Jbeil deve ser realizado em poucos dias e que apenas um pequeno número de combatentes permanece na área.

Também nesta segunda, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha informou que houve um ataque a um centro da Cruz Vermelha no Tiro, no sul do Líbano. A agência estatal libanesa disse que uma pessoa morreu, mas não sofreu vítimas.

O Exército israelense afirmou ter realizado um ataque contra um “terrorista do Hezbollah” em Tiro e está investigando relatos de que o ataque teria causado danos a um centro da Cruz Vermelha.

As Forças Armadas de Israel informaram também que um foguete do Hezbollah atingiu a cidade de Nahariyya, no norte do país. O Corpo de Bombeiros disse que o foguete atingiu um prédio residencial de três andares, enquanto o serviço de ambulâncias afirmou que uma mulher sofreu ferimentos causados ​​por estilhaços de vidro na explosão, segundo a Reuters.

Inclusão do Líbano é um dos principais impasses do cessar-fogo no Oriente Médio

Fotos mostram estratos de bombardeios coordenados feitos por Israel contra o Líbano em 8 de abril de 2026. — Foto: Reuters

Os ataques entre Israel e o Hezbollah continuam mesmo após os EUA e o Irã anunciarem na terça-feira (7) um cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, que envolve EUA, Israel e Irã.

A inclusão do Líbano é um dos maiores impasses do acordo.

EUA e Israel afirmam que o país não está incluído na conta do grupo terrorista Hezbollah, financiado pelo Irã.

Por outro lado, o Paquistão, que atua como mediador, e o Irã afirma que a trégua inclui o Líbano e, portanto, proíbe ataques ao país durante o período de cessar-fogo.

Cerco com SUV e esposa monitorada: os bastidores da prisão de Ramagem | G1


Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão Por tentativa de golpe de Estado, Ramagem foi foragida nos Estados Unidos desde 2025.

Os detalhes da operação revelam que o monitoramento de seus passos em solo americano envolve cooperação internacional e o rastreamento de bens adquiridos de forma irregular.

Localização e monitoramento do veículo

A partir dessa pista, as autoridades localizaram sua residência em Orlando. Durante o monitoramento, descobriu-se ainda que Ramagem comprou um automóvel utilizando um passaporte que já havia sido cancelado por determinação da Justiça brasileira.

Houve uma tentativa de obter um mandado de prisão por fraude documental, mas o pedido foi negado pela Justiça americana, o que manteve o foco da operação na situação migratória do brasileiro.

A detenção ocorreu em via pública. Conforme apuração de Túlio Amâncio, Ramagem foi abordada por agentes do ICE enquanto caminhava pela rua. Inicialmente, os oficiais alegaram uma infração de trânsito para realizar a verificação de documentos. Ao apresentar o passaporte vencido, a irregularidade migratória foi confirmada e a prisão efetuada.

O ex-parlamentar havia deixado o Brasil de forma clandestina, atravessando a fronteira de Roraima com a Guiana antes do fim do julgamento no STF, olhando posteriormente para a Flórida.

Fuga de Alexandre Ramagem. — Foto: Arte/GloboNews

O papel da cooperação internacional

A prisão foi resultado de um trabalho de inteligência que durou meses.

O blog de Ana Flor mostrou que um delegado da Polícia Federal brasileira, que atua como oficial de ligação junto ao ICE em Miami, teve papel fundamental no processo.

De acordo com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, esse delegado emitiu os alertas necessários que auxiliaram as agências norte-americanas na captura. A estratégia faz parte de um acordo de cooperação mútua entre as forças de segurança dos dois países para o combate ao crime organizado e à localização de foragidos.

Atualmente, Ramagem está em um centro de detenção e seu destino será decidido por um juiz de imigração em Jacksonville, na Flórida. De acordo com informações de Bruno Tavares, a defesa deve apresentar um pedido de liberdade e focar na solicitação de asilo político.

Em contrapartida, as autoridades brasileiras trabalham para demonstrar ao tribunal americano que o caso se trata de execução de pena por crimes comuns, e não de fiscalização política.

O Ministério da Justiça já havia formalizado o pedido de extradição ao governo dos Estados Unidos em dezembro de 2025, logo após a cassação do mandato de Ramagem pela Câmara dos Deputados.

Alexandre Ramagem foi preso pelo ICE, nos EUA, quando andava pela rua

‘Não tenho medo’: como o papa Leão suportou o discurso contra Trump | G1


Leão é o primeiro papa nascido nos Estados Unidos. Logo após ser eleito, em maio de 2025, ele se encontrou com o vice-presidente JD Vance e o secretário Marco Rubio no Vaticano. Na ocasião, o papai foi convidado a visitar a Casa Branca.

A viagem para Washington nunca aconteceu, e Leão passou a políticas críticas do governo Trump, principalmente contra imigrantes. A fala mais contundente veio em novembro, sem citar o nome do presidente norte-americano.

“Se alguém está nos Estados Unidos ilegalmente, há maneiras de lidar com isso. Existem tribunais. Há um sistema judicial. Acho que há muitos problemas nesse sistema. Ninguém disse que os Estados Unidos devem ter fronteiras abertas”, afirmou.

“Quando pessoas levaram vidas corretas, muitas delas por 10, 15, 20 anos, tratá-las de uma forma que é, para dizer o mínimo, extremamente desrespeitosa e com episódios de violência é preocupante.”

Desde o fim de 2025, no entanto, o papa passou a atenuar o tom:

  • declarou preocupação com a situação no Caribe e na Venezuela, mas chegou a uma sugestão de maior pressão econômica contra o regime de Nicolás Maduro, em vez do uso da força;
  • evitou comentar ameaças de Trump contra a Groenlândia e não publicou a morte de cidadãos americanos em operações antimigratórias em janeiro;
  • em fevereiro, limitou-se a dizer que via com “grande preocupação” a tensão entre Cuba e Estados Unidos e pediu que a violência fosse evitada.

Ainda em fevereiro, a agência AFP afirmou que o papa Leão adotou uma abordagem discreta diante do governo Trump. Uma das estratégias seria confiar em críticas feitas diretamente por bispos americanos, enquanto o Vaticano recorria aos canais diplomáticos para dialogar com Washington.

“Leão é muito cauteloso. Sabe que a voz do papa é universal. Como americano, é um pouco um opositor natural do trumpismo”, disse à AFP uma fonte do Vaticano, sob condição de anonimato, à época.

O tom mudou de vez com a guerra no Irã.

O papa Leão XIV em 7 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

Um dia após o início da guerra no Irã, o papa Leão disse estar “profundamente preocupado” e afirmou que uma grande tragédia poderia ocorrer caso a violência escalasse.

“Faço às partes envolvidas um apelo sincero para que assumisse a responsabilidade moral de interromper a espiral de violência antes que ela se tornasse um abismo irreparável”, disse.

No fim de março, o pontífice elevou o tom. Ao celebrar a missa de Domingo de Ramos, afirmou que Jesus não pode ser usado para explicar guerras e criticar lideranças mundiais, sem citar nomes.

“[Jesus] não escuta as orações daqueles que fazem guerras, mas as rejeitadas, dizendo: ‘Ainda que fazis muitas orações, não ouvirei: as vossas mãos estão cheias de sangue’”, disse, citando uma passagem bíblica.

No dia 7 de abril, Leão classificou como “inaceitáveis” as ameaças contra o povo do Irã. As declarações foram feitas no mesmo dia em que Trump afirmou que uma “civilização inteira” poderia morrer em um ataque dos EUA caso um acordo não fosse fechado.

“A ameaça contra o povo do Irã é inaceitável. Há questões de direito internacional, mas, mais do que isso, é uma questão moral”, afirmou.

O papa manteve as críticas após o início da trégua entre o Irã e os Estados Unidos:

O presidente dos EUA, Donald Trump, na porta do Salão Oval da Casa Branca — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Trump publicou uma forte crítica ao papa Leão na noite de domingo (12). Na Truth Social, ele chamou o pontífice de “fraco” e disse que o líder da Igreja Católica tenta gostar de “esquerda radical”.

“Eu não quero um papa que ache que tudo bem o Irã tenha uma arma nuclear. Não quero um papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos”, escreveu.

  • Apesar das falas do presidente dos EUA, não há registros de que o papa Leão XIV tenha defendido que o Irã tenha uma arma nuclear.
  • Em 2025, Leão fez um apelo para um mundo livre da ameaça nuclear. Já no mês passado, ele disse que as nações deveriam renunciar às armas.

Trump disse ainda que Leão só foi eleito para o cargo porque ele é o atual presidente dos EUA. Para ele, o pontífice deveria ser grato por isso.

“O Leão deveria se recompor como papa, usar o bom senso, parar de gostar da esquerda radical e focar em ser um grande papa – não um político. Isso está prejudicando muito ele e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica.”

Trump também postou uma imagem feita por inteligência artificial em que aparecia usando uma túnica e com poderes de cura, em uma estética semelhante à de Jesus. A imagem foi restaurada no dia seguinte após várias críticas, inclusive de apoiadores.

“Colocar minha mensagem no mesmo patamar do que o presidente tentou fazer aqui, creio eu, é não compreender qual é a mensagem do Evangelho. Lamento ouvir isso, mas continuarei com o que acredito ser a missão da Igreja no mundo hoje”, disse.

“Não hesitei em anunciar a mensagem do Evangelho e em convidar todas as pessoas a procurarem maneiras de construir pontes de paz e reconciliação, e a buscarem formas de evitar a guerra sempre que possível.”

VÍDEOS: mais assistidos do g1

Dólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: qual é a hora de comprar? | G1


Seria, então, o momento ideal para comprar? Especialistas ouvidos pelo g1 Afirmo que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas A estratégia recomendada é comprar ao mínimo, de acordo com o objetivo de cada investidor.

“Para uma viagem, o recomendado é sempre fracionar a compra em pelo menos três períodos até o dia do embarque. Assim, você consegue um preço médio e evita aquela sensação de ter comprado mal”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteçãomantendo parte do patrimônio dolarizado independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

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André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica, tem a mesma leitura. Ele defende que a compra da moeda seja diluída, com o objetivo de equilibrar o preço médio.

“Se existe uma necessidade de compra de moeda estrangeira, eu diria que a melhor estratégia é comprar um pouco por dia, por semana, buscando fazer um preço médio interessante. Apostar na continuidade da valorização da moeda brasileira é um risco”diz.

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. “Por isso, use esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande”alerta Galhardo.

Apesar da cautela, analistas do mercado veem este como um bom momento para adquirir a moeda — desde que com compras diluídas.

Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, afirma que a queda do dólar à faixa de R$ 5 representa uma “boa oportunidade” para fortalecer a posição na moeda (ou seja, na composição da carteira de investimentos), já que a projeção do mercado é de que encerre 2026 acima de R$ 5,37.

Sérgio Samuel dos Santos, economista do Sistema Ailos, tem a mesma avaliação. Para ele, o nível atual é um “bom patamar para diversificação da carteira ou compra parcial da moeda”. Ele também recomenda a aquisição ao mínimo, para garantir um preço médio.

Na mesma linha, Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos, vê a janela como uma boa oportunidade de compra. Ele pondera, porém, que o dólar é sensível a variáveis ​​como guerra, juros, petróleo e cenário fiscal. “O investidor precisa estar ciente dos riscos de volatilidade”, afirma.

Por que o dólar está caindo?

  • 🔎 Como já mostrei o g1parte dos recursos tem migrado dos EUA para outros mercados. Esse fluxo, somado à atratividade das empresas brasileiras, amplia a entrada de capital no país — pressiona o dólar para baixo.

Além do cenário externo, especialistas afirmam que a queda do dólar também reflete o fato de o Brasil ter um dos maiores juros reais do mundo. Na prática, os investidores buscam esses rendimentos, o que atrai capital, aumenta a oferta de dólares e pressiona a moeda para baixo.

“Há ainda abundância na exportação de commodities, o que torna o movimento mais sustentável, especialmente em um momento como o atual, em que o país é menos afetado por conflitos geopolíticos”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que o movimento de desvalorização do dólar é global. Ele avalia que faz parte de uma estratégia do próprio presidente Donald Trump, com o objetivo de enfraquecer a moeda para atrair mais investimentos aos EUA.

“Faz parte do modus operandi econômico de Trump, que combina a desvalorização da moeda com a elevação de barreiras tarifárias para levar a produção de volta aos EUA. Assim, o movimento global ocorre de forma intencional, para tornar mais lucrativo produzido no país do que importa”, conclui.

Lotofácil hoje: resultado do concurso 3660 e números sorteados | G1


1 – 2 – 5 – 6 – 7 – 8 – 10 – 11 – 12 – 14 – 17 – 18 – 22 – 23 – 24

Confira o resultado do sorteio da Lotofácil.

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3660:

  • Ninguém conseguiu os 15 acertos, e a premiação acumulada de R$ 13 milhões;
  • 14 acertos: 488 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2.258,21;
  • 13 acertos: 16.357 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35;
  • 12 acertos: 195.900 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14;
  • 11 acertos: 1.049.448 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7.

O próximo sorteio acontece terça-feira (14).

Na Lotofácil, é preciso marcar entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria.

São premiadas as apostas que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O valor da aposta e a chance de uma certa variação de acordo com a quantidade de números escolhidos:

Chances de acerto e valor da aposta
Quantidade de números jogados Valor da aposta Chance de acerto da Lotofácil (1 em…)
15 R$ 3,50 3.268.760
16 R$ 56 204.298
17 R$ 476 24.035
18 R$ 2.856 4.006
19 R$ 13.566 843
20 R$ 54.264 211

A divisão do prêmio é a seguinte:

  • R$ 7 para as apostas com 11 números;
  • R$ 14 para as apostas com 12 números;
  • R$ 35 para as apostas com 13 números.

O restante é dividido da seguinte forma:

  • 13% entre os acertadores de 14 números;
  • 62% entre os acertadores de 15 números;
  • 10% acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos de final 0;
  • 15% ficaram acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.

Nos concursos de final 0, o restante é dividido da seguinte forma:

  • 72% entre os acertadores de 15 números;
  • 13% entre os acertadores de 14 números;
  • 15% ficaram acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.

O que é a Teimosinha da Lotofácil

Na Teimosinha da Lotofácil, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos.

A Lotofácil tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h.

Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem poderá ser atualizada.

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