MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

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MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

MC Poze do Rodo é preso pela Polícia Federal…


A defesa de Poze afirmou que desconhecia os autos ou teor do mandado de prisão. “Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”, declarou o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves.

Esta é a 3ª vez que Poze vai para a cadeia. No ano passado, ele foi preso em uma investigação da Polícia Civil do RJ. Em 2019, o cantor foi detido em flagrante após um show em Mato Grosso (lembre-se abaixo).

MC Poze está preso em casa no Recreio, na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

Segundo a PF, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

Cerca de 200 policiais federais saíram para cumprir 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP), em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

MC Poze está preso em casa no Recreio dos Bandeirantes — Foto: Reprodução

Segundo a DRE, Poze realizava mostras exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com fuzis, a fim de garantir a “segurança” do artista e do evento.

Ainda de acordo com a delegacia, o repertório das músicas de Poze “faz clara apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogo” e “incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.

A especializada afirma que shows de Poze são estrategicamente utilizados pela facção “para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”.

“A Polícia Civil reforça que ao pé da letra extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e os financiadores diretamente dos eventos criminosos”, declarou a instituição.

A Polícia Militar mato-grossense disse ter recebido diversas denúncias sobre a festa em um barco no bairro Setor Industrial onde ocorria um baile funk com a presença do músico carioca.

A denúncia dizia que havia diversas menores de idade que consumiam bebida alcoólica e droga na festa, além de apontar o MC como responsável por incitar crimes.

Uma força-tarefa de policiais militares, civis e Conselho Tutelar foi até o evento, que acabou fechado pelas autoridades.

Pelo menos 40 menores foram flagrados consumindo bebidas alcoólicas e usando maconha e cocaína e foram designados para o Conselho Tutelar. Outros 3 homens foram presos, além de Poze, apontados como organizadores do evento.

Operação da PF contra transações ilegais…


Os cantores MC Ryan e MC Poze do Rodo estão entre os presos. A prisão de Ryan aconteceu em uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista. Outros influenciadores também foram detidos.

Batizada da Operação Narcofluxo, uma ação contada com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e é um desdobramento de apurações anteriores que identificaram a atuação do grupo em esquemas de lavagem de capitais.

As investigações apontam que os envolvidos utilizaram um sistema de ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de numerário em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

Cerca de 200 policiais federais cumpriram 90 mandatos judiciais, entre buscas e apreensões e prisões temporárias, expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos/SP, em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial, incluindo o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias, com o objetivo de interromper as atividades ilícitas e de preservação ativa para eventual ressarcimento.

À medida que as investigações prosseguem e os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.

Carros apreendidos em operação da PF contra organização criminosa por lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão — Foto: Divulgação/PF

Após 4 sessões de imunoterapia, paciente com melanoma raro tem regressão ampla das metástases | G1


O caso dele foi contado pelo g1 em março, quando uma doença foi descoberta a partir de uma dor nas costas que, na verdade, era uma fratura causada por metástases de um melanoma. À época, os exames mostravam um cenário grave, com tumores dispersos por diferentes órgãos.

Agora, os novos exames revelaram um contraste marcante.

As lesões desapareceram completamente em alguns locais —como pulmões e intestino— e reduziram em outros, como fígado, ossos e linfonodos. A resposta foi considerada acima do esperado pela equipe médica.

“Ela disse que só tinha boas notícias e que a melhoria foi maior do que imaginava”, relata Rodrigo.

Rodrigo Bulso, 33 anos, descobriu um melanoma amelanótico com múltiplas metástases — Foto: Arquivo Pessoal

A trajetória de Rodrigo começou de forma silenciosa. Sem manchas na pele —o sinal mais conhecido do melanoma—, a doença evoluiu sem ser percebida até provocar uma fratura na coluna.

A partir de Dali, exames revelaram um câncer disseminado. O diagnóstico confirmou um melanoma amelanóticoum subtipo que não produz melanina e pode dificultar o reconhecimento precoce.

Com a doença já em estágio avançado, o tratamento foi iniciado imediatamente com imunoterapia — uma estratégia que estimula o sistema imunológico a respeito e atacar as células tumorais.

Exames mostram regressão ampla da doença

O primeiro PET-CT, realizado em janeiro, indicava alta atividade tumoral em múltiplos órgãoscom lesões em pulmões, fígado, intestino, rins e ossos, além de linfonodos comprometidos.

Já o exame mais recente, feito no início de abril, mostra desaparecimento completo dos nódulos pulmonares e resolução de lesões intestinais. Também não foram mais identificadas alterações nos enxágues.

Nas demais áreas, como fígado, ossos e linfonodos, as lesões persistem, mas com redução significativa tanto no tamanho quanto na atividade metabólica —um dos principais indicadores usados ​​para avaliar a resposta ao tratamento.

ℹ️ Esse tipo de exame utiliza um marcador chamado SUV (valor de coleta), que indica o quanto as células estão consumindo glicose —um sinal indireto de atividade tumoral.

⬆️Quanto maior esse valor, maior tende a ser a atividade do câncer.

No caso de Rodrigo, houve queda expressiva nesses índices.

No cérebro, a resposta também foi consistente. A ressonância magnética mostra redução nas dimensões de todas as lesões metastáticas, algumas já de difícil identificação, além de diminuição do edema ao redor dos tumores e ausência de novas áreas afetadas.

O que explica esse tipo de resposta

O melanoma é um dos tumores que mais se beneficia da imunoterapia. Isso ocorre porque, em geral, é um subtipo que apresenta um grande número de mutações, o que facilita o reconhecimento das células tumorais pelo sistema imunológico quando os “freios” desse sistema são removidos.

Os medicamentos usados ​​atuam nesses mecanismos de bloqueio. Ao liberar a ação das células de defesa, permite que o próprio organismo passe a atacar o câncer.

Nem todos os pacientes respondem da mesma forma, e o efeito pode variar ao longo do tempo. Ainda assim, as respostas como a observada —com regressão ampla em poucos ciclos— são consideradas um sinal positivo de controle da doença.

Rodrigo Bulso faz imunoterapia a cada três semanas — Foto: Arquivo Pessoal

Tratamento e a vida que volta

Além dos exames, a melhora também aparece no cotidiano.

Rodrigo voltou à academia, recuperou peso e retomou a rotina de exercícios. Os efeitos colaterais da imunoterapia foram, até agora, limitados principalmente a situações na pele —um quadro considerado manejável.

Ele diz que, hoje, se sente “como se não tivesse nada”.

A expectativa, agora, é dar continuidade ao tratamento. Na fase inicial, ele recebeu a combinação de nivolumabe e ipilimumabe —dois imunoterápicos usados ​​em conjunto em casos mais avançados.

A partir daqui, o protocolo passa a ser feito apenas com nivolumabeem doses maiores e com transferências mais longas entre as aplicações. Novos exames estão previstos para os próximos meses.

Apesar dos avanços, o acesso à imunoterapia ainda é limitado na rede pública. Hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) indica esse tipo de tratamento principalmente para casos de melanoma cutâneo avançado. Ainda assim, a oferta não é uniforme e depende de fatores como disponibilidade local e financiamento.

A indicação formal não garante que o tratamento esteja disponível para todos os pacientes. A entrada principal é o modelo de custeio da oncologia pública, que funciona com valores fixos por procedimento — o que dificulta a incorporação de medicamentos de alto custo.

Diante disso, parte dos pacientes recorre à Justiça, a estudos clínicos ou à rede privada para obter acesso ao tratamento.

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