A confiança das empresas continua a diminuir – aimnews.org

Maputo, 14 Abr (AIM) – Os líderes empresariais de Moçambique continuam a encarar a economia do país com expectativas negativas, o que significa que a confiança empresarial apresenta uma tendência prolongada de queda há 21 meses.

De acordo com o mais recente inquérito sobre Indicadores de Confiança e Clima Económico, publicado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os líderes empresariais prevêem menores volumes de vendas e redução da criação de emprego.

O relatório, que se baseia em entrevistas realizadas pelo INE a gestores de empresas, afirma que “o pessimismo manteve-se consistente, reflectindo dificuldades estruturais enfrentadas pelo sector privado”.

O documento afirma que os principais factores que prejudicam a economia incluem a escassez de matérias-primas e as dificuldades de acesso ao crédito externo.

Estes constrangimentos, diz o relatório, limitaram a capacidade de expansão das empresas e condicionaram o investimento. “Nos primeiros três meses deste ano, a descida da confiança empresarial foi particularmente influenciada pela queda das expectativas no sector industrial, considerado um dos pilares da actividade económica. O sector do comércio também registou um abrandamento das perspectivas, embora os serviços tenham apresentado uma ligeira melhoria no mesmo período”, lê-se no documento.

Apesar da tendência negativa prolongada, o relatório destaca alguns sinais específicos de estabilização. O indicador de expectativas de emprego, por exemplo, “estabilizou-se nos últimos três trimestres, depois de registar quedas significativas no início de 2025, sugerindo um possível abrandamento do pessimismo no mercado de trabalho”.

Segundo o documento, as empresas continuam a ajustar as suas expectativas face às incertezas internas e externas que afectam o desempenho da economia.

A Confederação das Associações Empresariais de Moçambique (CTA) apontou a escassez de moeda estrangeira (particularmente de dólares americanos) como um dos principais constrangimentos ao funcionamento eficiente da economia, particularmente em sectores produtivos como a indústria transformadora, a agricultura comercial, o turismo, a mineração e a logística.
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Valores a receber: mais de 47 milhões de pessoas ainda têm dinheiro esquecido nos bancos; veja como sacar os recursos | G1


  • R$ 8,15 bilhões são recursos de 47 milhões de pessoas físicas;
  • R$ 2,4 bilhões são valores de 5,06 milhões de empresas.

Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 14,14 bilhões em recursos que foram esquecidos nas instituições financeiras.

O sistema do BC permite consultar pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas que deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

Como consultar o dinheiro esquecido

Ó único site Não há como fazer uma consulta e saber como solicitar a devolução de valores para pessoas jurídicas ou físicas, inclusive falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

🔑Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para devolução.

📞Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de coleta. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer uma solicitação.

💰No caso de valores para receber pessoas falecidas, é necessário que sejam herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

— Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A novidade, segundo a instituição, é que a adesão ao novo serviço é facultativa.

Agora, quem quiser, pode automatizar as desvantagens. As demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

“O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome”, informou o Banco Central, na ocasião.

  • Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e selecionar em duas etapas ativadas.
  • A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.
  • O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.
  • As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão solicitando solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.

🚨Atenção: o governo não entra em contato solicitando dados pessoais ou informações extras para a devolução de recursos por mensagem ou ligação telefônica. Fique atento e proteja-se de golpes.

📱O acesso continua a ser feito com a conta gov.br, nível prata ou ouro. Mas o aplicativo passou a exigir duas etapas de verificação de segurança.

📲Quem não tem o gov.br no celular, precisa primeiro baixar o aplicativo. Depois, é necessário preencher as informações e fazer a validação facial para liberar as duas etapas.

🗝O acesso ao sistema de valores é com o CPF e a senha.

Em seguida, o sistema vai solicitar um código de acesso que precisa ser gerado no aplicativo.

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Estagiários exigem pagamento de subsídios – aimnews.org

Maputo, 14 Abr (AIM) – Um grupo de internos de medicina da Universidade UNIZAMBEZE, no centro da cidade da Beira, manifestou-se segunda-feira em frente ao edifício do Ministério da Saúde, em Maputo, exigindo o pagamento dos seus subsídios que dizem não receber nos últimos 10 meses.

Segundo o grupo, afecto ao Hospital Central da Beira, todos os canais formais de diálogo foram esgotados, mas não há resultados visíveis. Os estagiários ameaçam agora entrar em greve por tempo indeterminado.

Os internos, lotados no Hospital Central da Beira, denunciaram a falta de material cirúrgico e médico e por isso decidiram deslocar-se a Maputo para exigir melhores condições.

“Há dez meses que estamos a fazer estágio no Hospital Central da Beira, mas o facto é que nesses dez meses não recebemos nem um mês. Temos dez meses de subsídio”, disse um dos grevistas.

Os estagiários explicaram que procuraram respostas do governo provincial, sem sucesso. No entanto, afirmam ter sido informados sobre a disponibilidade de 68 milhões de meticais (1,1 milhões de dólares, ao câmbio actual) desembolsados ​​pelo Ministério da Saúde.

“No entanto, desde Dezembro, não foi pago um único subsídio médico a um único estudante da Unizambeze. Mas os estudantes da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, receberam os seus subsídios. Queremos perceber o que está a acontecer”, afirmaram as fontes.

Segundo os estudantes, a greve evoluiu para uma vigília permanente, “portanto permaneceremos aqui até que haja uma resposta concreta do governo, pois os canais de diálogo se esgotaram sem resultados práticos”.

No passado mês de julho, a União Nacional dos Estudantes (UNE) manifestou-se insatisfeita com um decreto governamental que visa reduzir os subsídios aos estudantes de medicina, argumentando que esta medida “coloca em risco a saúde pública nacional, porque os subsídios, em vigor há mais de 20 anos, permitiram minimizar os encargos financeiros dos estudantes durante o seu estágio, nomeadamente ao nível da alimentação, dos transportes e da aquisição de equipamentos de proteção individual, numa altura em que muitos hospitais enfrentam escassez de recursos básicos”.

A UNE apelou ao governo para reconsiderar a sua decisão de cortar subsídios para estudantes de medicina.
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Relator da CPI do Crime Organizado propõe indiciamento da PGR, Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes | G1


🔎 Este texto não é o final da CPI, já que o documento ainda precisa ser votado pela comissão. Os parlamentares ainda decidirão se aprovar as propostas de indiciamentos e recomendações feitas pelo relator. Esta terça é a data prevista para a conclusão dos trabalhos.

➡️Na prática, o pedido de indiciamento — desde que aprovado pela maioria — representa uma solicitação, que precisa ser levada à mesa do Senado, de abertura de processo de impeachment contra as quatro autoridades citadas. Esse tipo de processo corre no próprio Senado. Crime de responsabilidade é de natureza política.

UM TV Globo questionou o Supremo e os ministros sobre os pedidos de indiciamento, mas ainda não obteve retorno. A PGR afirmou que não vai se manifestar.

Senador Alessandro Vieira (MDB-SE). — Foto: Ascom

Segundo o senador, o documento já foi protocolado nos registros da comissão no Senado.

No relatório, ele afirma que a CPI foi alvo de “flagrantes limitações de recursos”, agravada pelas “enormes barreiras políticas e institucionais levantadas na medida em que as informações sobre fatos relacionados às figuras imponentes da República” vieram a ser investigadas.

Por isso, entre os motivos de indiciamento, “é razoável que a decisão se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de perseguição e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade”.

🔎 Crimes de responsabilidade são atos cometidos por presidentes, ministros e outros agentes públicos que ameacem a Constituição, a União, o funcionamento dos Poderes, os direitos políticos e a segurança interna, entre outros. A sanção é política, podendo resultar na perda da carga ou na inelegibilidade.

De acordo com o relator da CPI, os ministros citados deveriam ter se declarado suspeitos para julgar o caso do banco Master no Supremoa devido supostas relações de proximidade com os envolvidos no caso. Principalmente o dono do banco, Daniel Vorcaro.

🔎 Uma CPI foi instalada em novembro de 2025 para investigar omissões no combate ao crime organizado no Brasil. O Mestre entrou nos assuntos da comissão após suspeitas de irregularidades em operações financeiras para ocultar recursos de origem ilícita.

Banco Mestre. — Foto: Reprodução/TV Globo

Crimes de responsabilidade

Vieira enquadra os indicados nos seguintes critérios de descumprimento da lei:

➡️Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes

  • Proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa;
  • Processo de modo incompatível com honra, dignidade e decoro de suas funções.
  • Proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa.

➡️Procurador-geral da República, Paulo Gonet

  • Ser patentemente desidioso no cumprimento de suas atribuições. Segundo a lei, isso significa “procedimento de modo incompatível com a dignidade e o decoro da carga”.

Relação de Toffoli e Master

O ministro Dias Toffoli foi, inicialmente, sorteado como relator do caso Master no STF. O processo investiga fraudes financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso.

🔎 A relação entre a Maridt e o Reag tem como ponto-chave o resort de luxo Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). A empresa da família Toffoli era uma das donas do empreendimento até fevereiro do ano passado.

Entre os motivos do pedido de indiciamento contra o ministro, o senador Alessandro Vieira cita a viagem dele a Lima, no Peru, para a final da Libertadores, no mesmo jatinho privado em que também é útil o advogado da defesa de Daniel Vorcaro.

A viagem e suspeitas de proximidade com o caso, conforme o senador, seriam motivos que tornariam o ministro impedido de julgar o caso no STF.

“A situação do Ministro Toffoli não se confunde com o de magistrado que, sem saber, mantinha algum vínculo comercial remoto com familiar de investigado. […] A conexão, portanto, não é remota nem indireta: trata-se de relação negocial entre empresa do magistrado relator e fundo de investimento controlado por pessoa investigada e presa no mesmo inquérito que o magistrado relatou”, apontou o senador no relatório.

Vieira ainda classifica a relação entre o ministro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, como de amizade em função do convite feito por Toffoli para que o banqueiro participasse de sua festa de aniversário, informação da PF que consta em relatório enviado ao ministro Fachin, em fevereiro.

“Sob o prisma jurídico, a existência de laços de amizade íntima e a demonstração de um interesse pessoal na causa configuram causas objetivas de suspeita, nos termos anteriormente ressaltados”, diz o relator.

Ele acrescenta: “A gravidade desses registros, que indicam uma relação de confiança e proximidade com o principal alvo da Operação Compliance Zero, reforça a configuração da suspeita sob múltiplos fundamentos legais concorrentes, tornando insustentável a manutenção da imparcialidade jurisdicional necessária para a condução do feito”.

De acordo com a Constituição, as CPIs têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, o que lhes compete permite convocar depositantes, quebrar sigilos (fiscais, bancários e de dados) e solicitar documentos de órgãos públicos.

No entanto, a sua atuação é limitada pela cláusula de reserva de jurisdição, o que significa que elas não possuem poder punitivo ou de julgamento.

Uma CPI não pode, por exemplo, determinar a prisão de alguém (exceto em casos de flagrante delito, como falso testemunho), nem expedir mandatos de busca e apreensão domiciliar ou interceptação telefônica, medidas que dependam exclusivamente de ordem judicial.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que não é citado na CPI entre os que Vieira quer indiciar, publicou uma mensagem em uma rede social em que saiu em defesa dos colegas.

Dino afirmou se solidarizar com os colegas aos quais chamaram de “alvo de injustiças”. No texto, o ministro também destacou as ações do Supremo e da PGR contra o crime organizado.

“É irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc..”, dinâmicamente Dino.

“Atualmente há, por parte de alguns, o equívoco de ponta o STF como o ‘maior problema nacional’. É um enorme erro, para dizer o mínimo. Friso: gigantesco erro histórico, que exige uma melhor reflexão quanto às consequências”, prosseguiu.

Dino ponderou ainda que as críticas deveriam ser feitas, mas com respeito à dignidade das pessoas e com preservação das instituições da democracia

Testes de cólera intensificados na Zambézia – aimnews.org

Maputo, 14 Abr (AIM) – As autoridades sanitárias moçambicanas intensificaram os testes de cólera em pacientes com diarreia em vários distritos da província central da Zambézia.

Segundo Isaías Marcos, médico chefe na Zambézia, desde Fevereiro até ao presente, o Centro de Tratamento de Cólera de Pinda, na vila de Pinda, distrito de Morrumbala, reportou 137 casos de cólera, sem registo de mortes.

Segundo Marcos, há mais de cinco dias não são registrados novos casos.

“Há mais de cinco dias que não temos novos pacientes registados no Centro de Tratamento de Cólera. Continuamos a desenvolver acções de vigilância, tanto nas comunidades como nas unidades de saúde, bem como actividades de promoção da saúde, não só neste distrito mas também noutras zonas afectadas”, disse.

O chefe médico provincial apelou ainda à população para o cumprimento rigoroso das medidas preventivas, com destaque para a higiene individual e colectiva.

“Apelamos à população para que continue a adoptar medidas básicas de prevenção de doenças diarreicas, como lavar as mãos antes de comer e depois de usar a casa de banho”, disse.

“É fundamental tratar corretamente os dejetos humanos e garantir que a água consumida seja fervida ou tratada com produtos adequados”, acrescentou. “Em caso de doença deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima”.

As estatísticas mais recentes indicam que quase exactamente 50 por cento dos casos (1.867) são homens, enquanto 1.824 são mulheres. 48 por cento dos pacientes têm mais de 15 anos, enquanto as crianças com menos de cinco anos representam apenas 25 por cento dos casos.

As autoridades de saúde continuam a apelar à estrita observância das medidas de higiene individuais e colectivas, tendo especial cuidado para evitar a contaminação dos alimentos e da água potável.
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Ataque a homem em situação de rua em Belém era frequente, diz moradora | G1


O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma apuração para investigar o ataque terrorista entre dois estudantes do curso de direito de uma faculdade particular contra o homem em situação de rua.

Segundo a polícia, os agressores foram identificados como Altemar Sarmento Filhoapontou como a pessoa que usa uma arma de choque, e Antônio Coelho, que teria sido responsável por filmar a cena. A instituição de ensino onde os jovens estudam estudaram que ambos estavam distantes.

Ó g1 não conseguiu retornar da defesa deles até a última atualização da reportagem. Os dois prestaram depoimentos nesta terça-feira (14). Na delegacia, o advogado de Altemar disse que vai aguardar a perícia dos vídeos e a conclusão do inquérito policial.

Altemar Sarmento Filho e Antônio Coelho, são suspeitos de ataque a um homem em situação de rua em Belém. — Foto: Redes Sociais

Segundo relato de uma moradora, grupos de jovens chegaram ao local em carros de luxo e praticaram atos de violência contra a vítima, lançando bombinhas, garrafas e utilizando jatos de extinção de incêndio. Não há confirmação se os homens citados anteriormente compartilharam outras ações.

Eles usavam aquelas bombinhas de São João. Joguei umas 3, 4 vezes. Eles davam voltas no quarteirão, jogavam, riam, davam volta de novo, até que na quarta vez eles já vieram com extintor”, relata a moradora sobre as agressões registradas em fevereiro.

“Situação é corriqueira”, diz moradora

A mulher, que prefere não ser identificada, afirma que as agressões ocorreram ainda em janeiro. Grupos de jovens vêm gravando vídeos de “trotes” e usando o homem em situação de rua como alvo para praticar os crimes.

“Esse comportamento da vida do morador em situação de rua é tratado como chacota em vídeo é corriqueiro, vem desde janeiro”, disse. Ela afirma que as agressões já foram registradas em boletim de ocorrência.

Moradora do bairro há cerca de dez anos, ela falou que, na madrugada de 16 de fevereiro, acordou assustada com estrondos que deixaram tiros.

“Vi um carro branco avançando na via e, em seguida, pessoas no veículo jogando uma garrafa com líquido em direção ao homem em situação de rua”, contornou.

No dia seguinte, segundo ela, os ataques se repetiram de forma ainda mais violenta.

“Naquele dia, os carros retornaram e os ocupantes foram a rir, filmar com celulares e cobrir o rosto com roupas. Um rapaz desceu com um bombeiros de incêndio e passou a direcionar o jato em cima do homem, enquanto outras pessoas registravam a cena em vídeo”, descreve.

A moradora disse ainda que o homem em situação de rua tem problemas de saúde mental, mas não costuma causar transtornos com quem não mexe com ele.

“Essa situação por completo me deixou muito mal. Muito mal mesmo”, desabafou.

Em nota, a Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Executiva de Direitos Humanos, informa que está acompanhando o caso e já acionou a Polícia Civil, além de ter notificado a instituição de ensino envolvida.

“A Prefeitura ressalta que não compactua com qualquer tipo de violação de direitos e reforça que todas as medidas cabíveis estão sendo aplicadas pelas autoridades competentes. A gestão municipal também informa que uma pessoa em situação de rua já foi identificada”, diz o comunicado.

Agredido por estudantes de direito

O homem em situação de rua foi atacado com uma arma de choque em frente a uma universidade particular na avenida Alcindo Cacela. Um dos estudantes foi levado para delegacia e foi liberado.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram duas graças em que um dos estudantes se aproxima da vítima, que caminhava de costas, e aplica descargas elétricas em pelo menos duas graças.

Nas imagens, é possível ver os dois alunos participando da ação e rindo durante uma agressão.

Estudantes de universidade particular atacam homem em situação de rua com arma de choque

Segundo testemunhas, entregadores de aplicativo que passaram pelo local presenciaram uma agressão, e procuraram alcançar os suspeitos. Os estudantes correram para dentro do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), enquanto os trabalhadores foram atrás, mas não conseguiram entrar após serem impedidos por segurança na portaria de forma hostil.

Em nota, a Cesupa lamentou o ocorrido e informou que foram alteradas imediatamente medidas de colaboração com as autoridades policiais para apuração dos fatos.

Segundo a instituição, os estudantes envolvidos foram afastados de suas atividades acadêmicas e a abertura de um procedimento administrativo interno. O coordenador do curso de Direito acompanhou pessoalmente as exceções na delegacia.

De acordo com a instituição, o Regulamento Geral e o Código de Ética e Conduta serão aplicados para a definição das punições cabíveis.

Arma de choque usada pelos alunos do curso de direito para atacar o homem em situação de rua. — Foto: Divulgação

Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde da vítima.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que o suspeito identificado como Altemir Sarmento Oliveira Filho foi apresentado pela Polícia Militar para prestar depoimento na Seccional de São Brás. Um boletim de ocorrência foi registrado e o caso será investigado.

MPF abre apuração e pede investigação criminal

Estudantes de direito atacam homem em situação de rua com arma de choque em Belém. — Foto: Reprodução/Redes sociais

O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Sadi Machado, determinou o envio de um pedido de informações à universidade para onde o suspeito teria retornado após o ataque, com prazo de 48 horas para resposta.

Além disso, o MPF informou que fará uma representação criminal ao Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), que deverá apurar o caso na esfera penal.

Na Alepa, a deputada Lívia Duarte (Psol) invejou ofícios ao MPPA cobrando providências da reitoria da Cesupa e também pediu abertura de inquérito criminal. A deputada classificou a agressão praticada como lesão corporal ou tortura, humilhação e aporofobia (preconceito contra pobres).

“Segundo os relatos, o ato de violência gratuita teria sido perpetrado como parte de um jogo denominado ‘verdade ou desafio’, evidenciando um completo desprezo pela dignidade humana e pela integridade física de um cidadão em estado de extrema vulnerabilidade”, argumentou.

Nos pedidos, a deputada também solicitou que o MPPA solicite imagens do sistema de vigilância da Cesupa e colha o depoimento da direção da Cesupa para obter a identificação dos alunos envolvidos.

VÍDEOS com as principais notícias do Pará

Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

Atirador abre fogo em escola na Turquia e deixa 16 feridos | G1


O suspeito, que era um ex-aluno, tirou a própria vida após o ataque.


Um ex-aluno abriu fogo em uma escola do ensino médio na Turquia, nesta terça-feira (14),deixando 16 feridos. Após o ataque, o suspeito tirou a própria vida.

Os atiradores, de 18 anos, armados com uma espingarda, atiraram aleatoriamente contra uma escola técnica em Siverek, na província de Sanliurfa, antes de se esconderem no prédio.

Unidades especiais da polícia foram mobilizadas após os atiradores se recusarem a se render, enquanto todos os funcionários e alunos foram evacuados, relatou a NTV. Mais tarde, tirei a própria vida com a mesma arma, informou o governador Hasan Sildak.

Uma professora entre os feridos está em estado grave, segundo a emissora local NTV. A motivação do crime ainda é desconhecida.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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A relação pouco conhecida entre a saúde do coração e o risco de sobreviver a um câncer | G1


Um estudo publicado em março de 2026 no Jornal Europeu do Coração mostra que pessoas com melhor saúde cardiovascular têm menor risco de morrer —inclusive após já terem enfrentado o diagnóstico oncológico.

Os dados vêm do estudo Moli-sani, que acompanhou mais de 24 mil participantes por cerca de 15 anos. Entre eles, 779 eram sobreviventes de câncer.

Uma análise revelou que Aqueles com melhor pontuação em saúde cardiovascular tiveram um risco de até 38% menor de morrer por qualquer causa em comparação com os que apresentaram indicadores piores.

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Os 7 fatores que fazem diferença

Para medir a saúde cardiovascular, os pesquisadores obtiveram um índice chamado Life’s Simple 7, criado pela Associação Americana do Coração. Ele considera sete pilares:

  1. não fumar,
  2. praticar atividade física,
  3. manter alimentação saudável,
  4. controlar o peso,
  5. ter pressão arterial adequada,
  6. manter o colesterol sob controle,
  7. níveis regulares de glicose no sangue.

Cada fator contribui para uma pontuação total, quanto maior, melhor o estado de saúde.

O estudo mostrou que não é apenas a soma desses hábitos que importa: cada ponto adicional nessa escala já está associado a uma redução no risco de morte por câncer.

Mesmo após o diagnóstico, o impacto continua

Segundo o oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, o resultado reforça algo que a prática clínica já indicava, mas que agora aparece de forma mais robusta em dados de longo prazo.

Ele explica que esses hábitos funcionam em duas frentes: ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer ao longo da vida e, mesmo quando a doença ocorre, aumenta a chance de sobreviver a ela.

“Ter hábitos saudáveis ​​significa que, mesmo que o paciente desenvolva câncer, ele tem mais chance de estar vivo depois”, afirma.

O elo entre coração e câncer

A relação entre saúde cardiovascular e câncer não é apenas comportamental —ela também tem base biológica. O estudo aponta que duas doenças apresentam fatores de risco e mecanismos comuns, um conceito conhecido como “terreno biológico compartilhado”.

Entre esses mecanismos, a inflamação crônica tem papel central. Trata-se de um processo contínuo que pode danificar os vasos sanguíneos —favorecendo doenças cardiovasculares— e, ao mesmo tempo, criar um ambiente propício para o desenvolvimento e a progressão de tumores.

“Esse processo inflamatório vai danificando os vasos e também diminui a capacidade do organismo de se proteger de lesões”, explica Stefani.

Mas o estudo vai além: a análise de acordo com um conjunto de fatores — incluindo marcadores imunológicos, frequência cardíaca e níveis de vitamina D— responda por mais de 50% da relação entre bons hábitos e menor risco de morte.

Isso indica que o benefício não vem de um único elemento, mas de um equilíbrio mais amplo do organismo, que influencia simultaneamente a saúde cardiovascular e o comportamento do câncer.

Não é só vitamina D, é o contexto

Um dos pontos que chamam atenção na pesquisa é uma associação com vitamina D. Níveis mais raros parecem relacionados aos desfechos finais, mas isso não significa que uma seleção isolada resolva o problema.

Para Stefani, o dado precisa ser interpretado com cautela. Ele explica que a vitamina D tende a funcionar mais como um marcador do estado geral de saúde do que como causa direta.

Ou seja, mais importante do que corrigir um número no exame é atuar sobre os fatores que levam a esse desequilíbrio, como alimentação consumida, sedentarismo e alterações metabólicas.

Essa lógica aparece também na análise da dieta. Quando os pesquisadores substituíram os critérios alimentares originais por um padrão mediterrâneo —rico em frutas, vegetais, peixes e azeite—, os efeitos positivos se ampliaram, com redução do risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer e outras causas, como doenças neurológicas e respiratórias.

Uma abordagem integrada para duas doenças

Os resultados reforçam um entendimento de que vem ganhando espaço na medicina: doenças cardiovasculares e câncer estão conectadas —tanto pelos fatores de risco, como sedentarismo, alimentação consumida, tabagismo e excesso de peso, quanto por mecanismos biológicos, como a inflamação crônica.

Isso indica que medidas clássicas de prevenção do coração também podem influenciar o risco e a evolução do câncer.

Esse resumo sustenta a chamada cardio-oncologiaárea que propõe integrar o cuidado dessas duas frentes — a prevenção ao acompanhamento de pacientes já detectados, com foco no controle contínuo dos fatores de risco.

“Ter hábitos saudáveis ​​não só reduz a chance de desenvolver a doença, como também aumenta a probabilidade de sobreviver a ela”, afirma Stefani.

Câncer de coração existe: tumor raro pode ser confundido com falta de ar

Iranianos encheram as ruas na noite em que Trump ameaçou o ‘fim da civilização’, mostra Caco Barcellos | G1


A reportagem do Fantástico mostra que, mesmo sob risco de novos bombardeios, os iranianos saíram de casa para protestar contra os Estados Unidos Sem abrigos estruturais ou estruturas de proteção, eles protegidos. “A ameaça vem do céu”, relatou Barcellos.

O movimento ganhou força horas antes do prazo final imposto por Trump para um possível aumento dos ataques. À meia-noite, momento limite do ultimato, a multidão segue nas ruas, com bandeiras e palavras de ordem.

Irianianos em protesto na noite do ultimato de Donald Trump. — Foto: Reprodução/TV Globo/Fantástico

Entre gritos, bandeiras e homenagens, a reunião reuniu uma multidão. Em meio ao cortejo, um jovem pediu para ser entrevistado e criticou duramente os Estados Unidos:

“Esse governo americano é o pior de todos os tempos. Nosso povo está apoiando o nosso governo e os nossos militares”, diz.

Durante os atos, os moradores distribuíam chá e doces. Um pesquisador ouvido pela equipe disse que não teme as ameaças americanas e que decidiu participar voluntariamente das manifestações.

A reportagem mostra que os protestos fazem parte de uma mobilização incentivada pelo governo iraniano, repetida em diferentes bairros da capital. Em alguns casos, famílias inteiras participam dos atos.

O Multidão se reúne nas ruas de Teerã para protestar contra os governos dos Estados Unidos e de Israel. — Foto: Reprodução/TV Globo/Fantástico

Ao longo de seis dias no Irã, Barcellos e o repórter Thiago Joque registraram a rotina de uma população que tenta manter a normalidade em meio à guerra.

Durante o dia, parques e espaços públicos seguem movimentados, com famílias reunidas e estoques. À noite, as ruas se transformam em palco de manifestações e rituais coletivos.

A cobertura também mostra os efeitos dos ataques no país. Prédios destruídos, hospitais atingidos e áreas residenciais reduzidas a escombros fazem parte do cenário. Segundo autoridades iranianas, mais de 3 mil pessoas morreram desde o início do conflito.

Em um dos episódios mais graves, um bombardeio contra uma escola matou 170 crianças e ficou emocionado comoção internacional. As investigações apontam que o ataque teria sido baseado em informações desatualizadas.

Apesar da tensão, os iranianos permaneceram nas ruas. Para muitos, participar dos protestos é uma forma de resistência em meio à guerra. Horas depois da noite de maior mobilização, já durante o retorno da equipe ao Brasil, foi anunciado um cessar-fogo temporário.

Equipe acompanhou funeral de um general da marinha iraniana — Foto: Fantástico

Uma equipe visitou prédios atingidos por mísseis. Em um dos ataques, o alvo seria um professor universitário ligado ao programa nuclear iraniano. Ele morreu junto com os filhos.

  • Os governos dos EUA e de Israel acusam o Irã de enriquecer urânio para a produção de armas nucleares. As autoridades iranianas negam.

Ao todo, três cientistas ligados ao programa nuclear já foram mortos em ataques semelhantes. Nesta semana passada, houve mais um ataque, desta vez com lançamento de mísseis contra a universidade em que alguns cientistas são professores.

Moradores dizendo que os ataques são repentinos e praticamente invisíveis. Em um conjunto de prédios residenciais, é possível ver o rastro de destruição deixado pelas bombas:

“Os 25 mortos são aqueles que conseguimos encontrar. Ainda há desaparecidos. As bombas foram tão fortes que muita coisa foi completamente destruída”, diz um morador que testemunhou as explosões.

Área atingida por bombas, causando a morte de 25 pessoas no Irã — Foto: g1

Em outra região, uma ponte em construção foi atingida duas vezes. Trabalhadores /e testemunhas afirmam que não havia uso militar no local:

“Não temos nada a ver com militares. Essa ponte ligaria Teerã a outras 14 províncias. Ela ainda estava em construção e não estava sendo usada”, diz Hasat Boyat, engenheiro responsável pela obra.

No segundo ataque, oito trabalhadores morreram e 95 ficaram feridos.

Médicos e profissionais de saúde organizaram protestos após ataques a hospitais e ambulâncias. Segundo relatos locais, centenas de unidades de saúde foram atingidas. Durante uma manifestação, uma médica leu uma declaração pública:

“A proteção da vida humana e das instalações médicas e farmacêuticas é um direito universal que não pode ser violado em nenhuma circunstância”, diz Farzaneh Fazaeli, um dos líderes da manifestação.

Em conversa exclusiva com a equipe, ela reforçou:

“Mesmo em guerra, existem limites. Não se pode atacar estruturas essenciais para o cuidado dos pacientes”.

Segundo médicos iranianos, mais de 300 hospitais e centros de saúde foram atingidos durante os combates. Entre eles, 18 unidades do Crescente Vermelho — equivalente à Cruz Vermelha no país. A Organização Mundial da Saúde confirmou pelo menos 23 ataques a centros de saúde.

Versão oficial e disputa de narrativas

Durante a cobertura no Irã, uma equipe encontrou a presença constante de imagens dos aiatolás em espaços públicos e eventos, reforçando a centralidade da liderança religiosa no país. Desde a Revolução de 1979, o O Irã é uma República Islâmica em que o poder é fortemente concentrado nesse grupo, acima da Guarda Revolucionária e de instituições civis.

O regime é marcado por controle social rígido, com denúncias recorrentes de repressão a protestos, censura à imprensa, prisões de ativistas e restrições a comportamentos sociais, especialmente de mulheres. Além das críticas internacionais e críticas ao programa nuclear, o país também está apontado para apoiar grupos como o Hezbollah e o Hamas.

Durante a estadia da equipe, o acesso e a circulação foram limitados por barreiras de segurança e postos de controle da Guarda Revolucionária, dificultando inclusive a gravação de imagens. Tentativas de contato com opositores não tiveram sucesso.

No início do ano, os protestos contra a crise econômica foram fortemente reprimidos; As autoridades iranianas afirmaram que os atos foram violentos por ação de infiltrados armados, que tiveram fortes forças de segurança e causaram mais de 200 mortes entre policiais, além de vítimas civis.

Já organizações independentes contestam os números oficiais e declaram que o total de mortos pode ter sido maior.

O governo iraniano nega a alegação americana e sustenta que o programa nuclear tem fins energéticos. A porta-voz do ministro das Relações Exteriores Ábbas Araghchi também rebateu críticas sobre direitos humanos:

“Somos alvo de uma campanha de demonização há décadas. Não somos perfeitos, mas nenhum país é perfeito quando se trata de direitos humanos”, diz.

Caco Barcellos entrevistou porta-voz do ministro das Relações Exteriores do Irã — Foto: Fantástico

À noite, porém, o cenário muda. As ruas são agitadas por manifestações frequentes, com discursos, bandeiras e palavras de ordem contra inimigos externos.

Um pesquisador que participa dos atos diariamente afirmou: “Não temos medo. Estamos aqui para apoiar o nosso país.”

Sem sereias ou abrigos adequados, a população convive com ataques que chegam sem aviso. Segundo relatos, os mísseis são lançados por aeronaves que não chegam a ser vistas — o impacto vem segundos depois.

Ainda assim, multidões seguem ocupando as ruas, mesmo diante de ameaças de novos bombardeios.

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A derrota de Orbán na Hungria: como fica a extrema-direita global? -O Assunto #1700 | G1


Os eleitores húngaros decidiram dar fim aos 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-direita Tisza venceu a eleição e vai comandar cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento.


No último domingo (12), os parlamentares húngaros decidiram dar fim aos 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-direita Tisza venceu a eleição e vai comandar cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento. Peter Magyar, ex-aliado de Orbán, assume o governo.

Desde que chegou ao poder, em 2010, Orbán corroeu a independência das instituições húngaras: reescreveu a Constituição, redesenhou o mapa eleitoral e corrompeu o Judiciário e a imprensa. E se tornou um exemplo para lideranças autoritárias ao redor do mundo – o americano Donald Trump e o russo Vladimir Putin, entre outros, apoiaram sua reeleição.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com Maurício Moura para explicar o fim da era Orbán na Hungria. Depois, ela fala com Pedro Abramovay para analisar o futuro da coalização internacional da extrema-direita.

Convidados: Maurício Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia, professor da Universidade George Washington (EUA) e colunista do jornal O Globo; e Pedro Abramovay, mestre em Direito Constitucional, doutor em Ciência Política e vice-presidente de programas da Open Society.

O que você precisa saber:

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Apresentação: Natuza Nery.

Por que a Hungria se tornou ‘hub’ da extrema direita

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Peter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, segura uma bandeira nacional após os resultados parciais da eleição parlamentar, em Budapeste, Hungria, em 12 de abril de 2026. — Foto: REUTERS/Marton Monus

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