Chuva ganha força no Norte e Nordeste; Sul tem virado no tempo | G1


Nas áreas do oeste gaúcho, a chuva aparece mais no fim do dia, quando há chance de pancadas e trovoadas isoladas nesses locais.

🌧️ ENTENDA: uma área de baixa pressão é uma região onde a atmosfera é mais assustadora e atrai ventos ao seu redor. Isso facilita a formação de nuvens e aumenta a chance de chuva e temporais.

O sistema também pode virar um ciclone extratropical até o fim da semana. Por causa disso, ventos fortes devem atingir o litoral sul gaúcho no sábado (18), com rajadas que podem chegar a 80 km/h.

Nas outras regiões do país, como no Norte e no Nordeste, a previsão é de muita chuva nos próximos dias.

Os volumes mais altos devem se concentrar no Amazonas (AM), no Pará (PA), no Maranhão (MA) e no Piauí (PI).

Manaus (AM) tem bastante chuva prevista para esta terça e pancadas mais fortes na quinta. Rio Branco (AC) e Belém (PA) também devem ter os dias mais chuvosos da semana na quinta.

No Centro-Sul, o outono já dá o tom com manhãs mais frias e tardes ainda quentes.

São Paulo (SP) tem muitas nuvens nesta terça, mas não deve ter chuva. Ao longo da semana, as mínimas previstas na capital paulista devem ficar em torno de 17°C. As máximas podem chegar a 27°C.

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No Rio de Janeiro (RJ), o sol predomina durante a semana, com máximas que ficam entre 28°C e 31°C e mínimas ao redor de 18°C ​​a 21°C.

Já Belo Horizonte (MG) tem previsão de manhãs mais frias — mínimas de 15°C — e tardes com sol e bastante nebulosidade, mas sem chuva até o meio da semana.

Vitória (ES) tem sol e calor nos primeiros dias, com máximas de 30°C e 31°C na terça e na quarta, mas deve ter pancadas de chuva a partir da quinta (16).

No Sul do país, Porto Alegre (RS) tem sol e nuvens nesta terça, com tardes escuras perto de 29°C.

A tendência muda de quarta à noite, quando a instabilidade vinda do sul do continente começa a avançar.

Na quinta (16), capital gaúcha deve ter pancadas de chuva e trovoadascom máximas que não devem passar dos 24°C, uma queda específica em relação aos dias anteriores.

A sexta (17) volta a ter condições mais benéficas, e o sábado (18) deve ser de sol predominante.

Em Florianópolis (SC), já nesta terça há chance de chuva passageirae a instabilidade segue para quarta.

Curitiba (PR) tem nuvens ao amanhecer nesta terça e na quarta, com manhãs frias e máximas de 24°C, mas sem chuva durante o dia.

Mapa mostra previsão de chuva para esta terça (14) em todo o Brasil. — Foto: Inmet/Reprodução

No Nordeste, a chuva mais intensa cai no litoral Norte da região, impulsionada pela Zona de Convergência Intertropical — faixa de nuvens que cruza o planeta próximo à linha do Equador e que nesta época do ano fica posicionada sobre o Norte do Nordeste brasileiro.

São Luís (MA) tem chuva prevista todos os dias até sexta, com acumulados diários que variam entre 7 mm e 18 mm.

Recife (PE) também tem ocorrência nesta terça (estimada em 25 mm), e a chuva deve continuar pelos dias seguintes, embora com volumes menores.

Salvador (BA) tem terça como o dia mais chuvoso: previsão de 50 mm, com 95% de chance de ocorrência.

João Pessoa (PB) e Maceió (AL) seguem um padrão parecido, com chuva quase todos os dias e probabilidades elevadas de negociações ao longo da semana.

Mapa mostra previsão de chuva para esta terça (14) em todo o Brasil. — Foto: CPTEC/Inpe

No Centro-Oeste, uma semana também terá chuva, mas de forma irregular.

Em Campo Grande (MS), há chance de pancadas entre quarta e sexta.

Em Cuiabá (MT), o calor não deve dar trégua, mas há previsão de chuva rápida em alguns momentos entre quinta e sexta.

Em Brasília (DF), ainda chove à tarde nesta terça e na quarta, antes do tempo abrir na segunda metade da semana.

E quando chega o frio mais intenso do outono?

Por enquanto, a previsão é de que ele fique para mais tarde.

Não há entradas de massa de ar frio de maior intensidade previstas para o Centro-Sul do país até pelo menos o fim de abril.

O que os meteorologistas esperam são tardes ainda quentes e noites amenas, típicas desta época de transição entre o verão e o inverno.

Em partes do Rio Grande do Sul (RS) e de Santa Catarina (SC), as madrugadas já registram marcas mais baixas, mas não um frio intenso.

A tendência para os últimos dias de abril é de temperaturas ainda acima da média histórica em grande parte do país.

Mapa mostra previsão de temperatura máxima para esta terça (14). — Foto: CPTEC/Inpe

Veja como ficam as temperaturas em TODAS as capitais brasileiras, segundo o Inmet:

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O Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entender | G1


  • 🔎 O estreito é uma das principais vias marítimas para o comércio global de petróleo, e a interrupção do transporte pelo canal pode limitar a oferta e pressionar os preços da commodity no mercado mundial.

De acordo com a CEO da Magno Investimentos, Olívia Flôres de Brás, o aumento da tensão entre os Estados Unidos e o Irã deixou de ser um fator secundário e passou a “influenciar diretamente a formação de preços globais”, principalmente por atingir um ponto crítico da cadeia de energia.

“Como uma parcela relevante do petróleo global passa por essa região que, agora, está sob risco, o mercado passa a lidar com maior incerteza sobre a oferta, o que se traduz em juros mais apertados”, diz.

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Ainda segundo a performance, esse cenário também se reflete nas expectativas para os preços do petróleo.

“Ó Brent [referência internacional] vinha sendo projetada entre US$ 75 e US$ 85 ao longo de 2026. Esse era o cenário de normalidade: crescimento moderado, oferta ajustada e sem grandes rupturas. Mas esse cenário não existe mais”, afirma.

“Com o aumento da tensão envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz, o mercado passa a precificar a possibilidade de interrupção. Quando o risco entra, o preço sobe antes do problema acontecer. Hoje, as revisões já começam a apontar para um intervalo mais próximo de US$ 85 a US$ 95 neste ano”, completa.

Bloqueio ao Estreito de Ormuz — Foto: Editoria de Arte/g1

E os impactos para o Brasil?

Segundo especialistas consultados pelo g1apesar de não haver projeções de desabastecimento de combustíveis no Brasil, o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional já começa a pressão a inflação — cenário que pode piorar caso a guerra se estenda.

“Entendemos que não haja desabastecimento, mas, conforme mostram os preços atuais, cresce a expectativa de um petróleo mais caro por mais tempo”, avalia Felipe Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos.

“O IPCA [inflação oficial do país] já mostramos o impacto da guerra, especialmente com o aumento dos preços dos combustíveis. Esse efeito tende a se intensificar se o conflito perdurar, devido ao impacto indireto da alta do diesel sobre a cadeia de distribuição no Brasil”, completa.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na semana passada, indicaram que a inflação de março subiu 0,88% em relação ao mês anterior, acima do esperado pelos economistas (0,7%).

O principal impacto veio do grupo Transportes (1,64%), pressionado pela alta dos combustíveis, de 4,59%.

“A combinação entre restrições de oferta no mercado internacional e repasses imobiliários acabou se refletindo nos preços ao consumidor e já aparece nos dados da inflação de março”, disse o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gonçalves, durante a divulgação do índice.

Segundo Brás, da Magno Investimentos, o impacto sobre os preços dos combustíveis tende a depender mais da duração do conflito das oscilações diárias do petróleo.

“Se o petróleo sobe em um dia, nada acontece. Se permanece alto, tudo muda”, diz a executiva.

“No curto prazo, pode haver estabilidade, com ajustes contidos e comunicação mais cautelosa. Já no médio prazo, entre um e três meses, o repasse começa a aparecer, primeiro de forma parcial e depois de maneira mais direta. No longo prazo, o repasse é imediato, seja via preço na bomba ou via inflação”, conclui.

Desde que os bombardeios ocorreram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram com que o preço do barril do petróleo subisse de forma acentuada e já se refletiram no Brasil.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostraram que o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05 na primeira semana de março, para R$ 6,08. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia progresso R$ 6,80.

Na última sexta-feira, dados da agência indicaram que os preços médios do diesel na bomba caíram pela primeira vez desde o início do conflito, mas seguiram em níveis elevados. De acordo com a ANP, a retirada foi de 0,2%, para R$ 7,43. Na gasolina, a redução foi de apenas R$ 0,01, para R$ 6,77.

GloboPop traz novas formas de acompanhar o jornalismo da Globo; saiba como funciona | G1


Plataforma gratuita reúne conteúdos curtos do universo Globo no celular. O g1 está presente na plataforma com suas diferentes editoras e jornalistas.


Palco do g1 no GloboPop, novo app de vídeos verticais da Globo — Foto: Reprodução/TV Globo

Dentro do novo aplicativo GloboPop, o jornalismo da Globo ganhou um formato ágil e acessível. Reportagens, bastidores da apuração, explicações rápidas e análises sobre temas relevantes passam a ser apresentados em vídeos curtos, adaptados à lógica da rolagem contínua e ao consumo rápido.

O aplicativo também reúne bastidores de programas, esportes, entretenimento e conteúdos de criadores parceiros. Todo o material disponível é produzido ou selecionado pela própria Globo.

A experiência do aplicativo é organizada por um feed personalizado e pelos chamados “palcos”, espaços temáticos que reúnem conteúdo sobre o assunto.

É nesses ambientes que o usuário pode acompanhar a cobertura jornalística da Globo de forma segmentada, explorando desde política e saúde até cultura e comportamento.

Ó g1 tem presença de destaque na plataforma, levando suas principais editorias para o formato vertical. Além das notícias do dia, o público encontra participações de jornalistas da casa, que ajudam a contextualizar e explicar acontecimentos com linguagem direta e próxima.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Representantes do Líbano e de Israel se reúnem nesta terça-feira | G1


O embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa, será o convidado da reunião entre o embaixador israelense Yechiel Leiter e sua homóloga libanesa, Nada Hamadeh Moawad, segundo a Reuters.

Homem observa prédio alvo de ataque israelense em Tallet El Khayat, em Beirute, no Líbano, no dia 9 de abril de 2026 — Foto: Raghed Waked/Reuters

O conflito entre Israel e o Hezbollah, grupo extremista libanês aliado ao Irã, é um desdobramento da guerra entre EUA, Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro.

Os ataques israelenses já mataram pelo menos 2 mil pessoassegundo o Ministério da Saúde Libanês. O fim do conflito no Líbano é um dos pontos centrais na discussão de um cessar-fogo entre Washington, Tel Aviv e Teerã (veja mais abaixo).

Israel se recusa a negociar com o Hezbollah, que chama encontro de ‘inútil’

Diferentemente do governo libanês, que expressa disposição para iniciar negociações com Israel, o Hezbollah se opõe às tratativas.

Em um discurso televisado nesta segunda-feira (13), o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, pediu para o governo libanês cancelar a reunião desta terça, descrevendo-a como “inútil” e afirmando que seu grupo continuaria no confronto com os ataques israelenses ao Líbano.

Na semana passada, a embaixada de Israel em Washington afirmou que as conversas constituiriam o início de “negociações formais de paz” e que o país se recusar a discutir um cessar-fogo com o Hezbollah.

“As negociações se concentraram no desarmamento do Hezbollah e no estabelecimento de relações de importação entre Israel e o Líbano”, disse Netanyahu em comunicado.

O acordo de trégua anterior entre Israel e Hezbollah, celebrado em novembro de 2024, também ocorreu por meio de Washington. Esse acordo foi rompido em março deste ano, nos primeiros dias da guerra entre EUA, Israel e Irã.

Confronto entre Israel e Hezbollah continua

Nesta segunda-feira (13), Israel atacou Bint Jbeil, importante cidade no sul do Líbano controlada pelo Hezbollah. Fontes libanesas afirmaram à Reuters que o grupo está disposto a lutar até a morte, citando a importância estratégica e simbólica da cidade.

Um oficial militar israelense afirmou que o controle operacional total de Bint Jbeil deve ser realizado em poucos dias e que apenas um pequeno número de combatentes permanece na área.

Também nesta segunda, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha informou que houve um ataque a um centro da Cruz Vermelha no Tiro, no sul do Líbano. A agência estatal libanesa disse que uma pessoa morreu, mas não sofreu vítimas.

O Exército israelense afirmou ter realizado um ataque contra um “terrorista do Hezbollah” em Tiro e está investigando relatos de que o ataque teria causado danos a um centro da Cruz Vermelha.

As Forças Armadas de Israel informaram também que um foguete do Hezbollah atingiu a cidade de Nahariyya, no norte do país. O Corpo de Bombeiros disse que o foguete atingiu um prédio residencial de três andares, enquanto o serviço de ambulâncias afirmou que uma mulher sofreu ferimentos causados ​​por estilhaços de vidro na explosão, segundo a Reuters.

Inclusão do Líbano é um dos principais impasses do cessar-fogo no Oriente Médio

Fotos mostram estratos de bombardeios coordenados feitos por Israel contra o Líbano em 8 de abril de 2026. — Foto: Reuters

Os ataques entre Israel e o Hezbollah continuam mesmo após os EUA e o Irã anunciarem na terça-feira (7) um cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, que envolve EUA, Israel e Irã.

A inclusão do Líbano é um dos maiores impasses do acordo.

EUA e Israel afirmam que o país não está incluído na conta do grupo terrorista Hezbollah, financiado pelo Irã.

Por outro lado, o Paquistão, que atua como mediador, e o Irã afirma que a trégua inclui o Líbano e, portanto, proíbe ataques ao país durante o período de cessar-fogo.

Cerco com SUV e esposa monitorada: os bastidores da prisão de Ramagem | G1


Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão Por tentativa de golpe de Estado, Ramagem foi foragida nos Estados Unidos desde 2025.

Os detalhes da operação revelam que o monitoramento de seus passos em solo americano envolve cooperação internacional e o rastreamento de bens adquiridos de forma irregular.

Localização e monitoramento do veículo

A partir dessa pista, as autoridades localizaram sua residência em Orlando. Durante o monitoramento, descobriu-se ainda que Ramagem comprou um automóvel utilizando um passaporte que já havia sido cancelado por determinação da Justiça brasileira.

Houve uma tentativa de obter um mandado de prisão por fraude documental, mas o pedido foi negado pela Justiça americana, o que manteve o foco da operação na situação migratória do brasileiro.

A detenção ocorreu em via pública. Conforme apuração de Túlio Amâncio, Ramagem foi abordada por agentes do ICE enquanto caminhava pela rua. Inicialmente, os oficiais alegaram uma infração de trânsito para realizar a verificação de documentos. Ao apresentar o passaporte vencido, a irregularidade migratória foi confirmada e a prisão efetuada.

O ex-parlamentar havia deixado o Brasil de forma clandestina, atravessando a fronteira de Roraima com a Guiana antes do fim do julgamento no STF, olhando posteriormente para a Flórida.

Fuga de Alexandre Ramagem. — Foto: Arte/GloboNews

O papel da cooperação internacional

A prisão foi resultado de um trabalho de inteligência que durou meses.

O blog de Ana Flor mostrou que um delegado da Polícia Federal brasileira, que atua como oficial de ligação junto ao ICE em Miami, teve papel fundamental no processo.

De acordo com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, esse delegado emitiu os alertas necessários que auxiliaram as agências norte-americanas na captura. A estratégia faz parte de um acordo de cooperação mútua entre as forças de segurança dos dois países para o combate ao crime organizado e à localização de foragidos.

Atualmente, Ramagem está em um centro de detenção e seu destino será decidido por um juiz de imigração em Jacksonville, na Flórida. De acordo com informações de Bruno Tavares, a defesa deve apresentar um pedido de liberdade e focar na solicitação de asilo político.

Em contrapartida, as autoridades brasileiras trabalham para demonstrar ao tribunal americano que o caso se trata de execução de pena por crimes comuns, e não de fiscalização política.

O Ministério da Justiça já havia formalizado o pedido de extradição ao governo dos Estados Unidos em dezembro de 2025, logo após a cassação do mandato de Ramagem pela Câmara dos Deputados.

Alexandre Ramagem foi preso pelo ICE, nos EUA, quando andava pela rua

‘Não tenho medo’: como o papa Leão suportou o discurso contra Trump | G1


Leão é o primeiro papa nascido nos Estados Unidos. Logo após ser eleito, em maio de 2025, ele se encontrou com o vice-presidente JD Vance e o secretário Marco Rubio no Vaticano. Na ocasião, o papai foi convidado a visitar a Casa Branca.

A viagem para Washington nunca aconteceu, e Leão passou a políticas críticas do governo Trump, principalmente contra imigrantes. A fala mais contundente veio em novembro, sem citar o nome do presidente norte-americano.

“Se alguém está nos Estados Unidos ilegalmente, há maneiras de lidar com isso. Existem tribunais. Há um sistema judicial. Acho que há muitos problemas nesse sistema. Ninguém disse que os Estados Unidos devem ter fronteiras abertas”, afirmou.

“Quando pessoas levaram vidas corretas, muitas delas por 10, 15, 20 anos, tratá-las de uma forma que é, para dizer o mínimo, extremamente desrespeitosa e com episódios de violência é preocupante.”

Desde o fim de 2025, no entanto, o papa passou a atenuar o tom:

  • declarou preocupação com a situação no Caribe e na Venezuela, mas chegou a uma sugestão de maior pressão econômica contra o regime de Nicolás Maduro, em vez do uso da força;
  • evitou comentar ameaças de Trump contra a Groenlândia e não publicou a morte de cidadãos americanos em operações antimigratórias em janeiro;
  • em fevereiro, limitou-se a dizer que via com “grande preocupação” a tensão entre Cuba e Estados Unidos e pediu que a violência fosse evitada.

Ainda em fevereiro, a agência AFP afirmou que o papa Leão adotou uma abordagem discreta diante do governo Trump. Uma das estratégias seria confiar em críticas feitas diretamente por bispos americanos, enquanto o Vaticano recorria aos canais diplomáticos para dialogar com Washington.

“Leão é muito cauteloso. Sabe que a voz do papa é universal. Como americano, é um pouco um opositor natural do trumpismo”, disse à AFP uma fonte do Vaticano, sob condição de anonimato, à época.

O tom mudou de vez com a guerra no Irã.

O papa Leão XIV em 7 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

Um dia após o início da guerra no Irã, o papa Leão disse estar “profundamente preocupado” e afirmou que uma grande tragédia poderia ocorrer caso a violência escalasse.

“Faço às partes envolvidas um apelo sincero para que assumisse a responsabilidade moral de interromper a espiral de violência antes que ela se tornasse um abismo irreparável”, disse.

No fim de março, o pontífice elevou o tom. Ao celebrar a missa de Domingo de Ramos, afirmou que Jesus não pode ser usado para explicar guerras e criticar lideranças mundiais, sem citar nomes.

“[Jesus] não escuta as orações daqueles que fazem guerras, mas as rejeitadas, dizendo: ‘Ainda que fazis muitas orações, não ouvirei: as vossas mãos estão cheias de sangue’”, disse, citando uma passagem bíblica.

No dia 7 de abril, Leão classificou como “inaceitáveis” as ameaças contra o povo do Irã. As declarações foram feitas no mesmo dia em que Trump afirmou que uma “civilização inteira” poderia morrer em um ataque dos EUA caso um acordo não fosse fechado.

“A ameaça contra o povo do Irã é inaceitável. Há questões de direito internacional, mas, mais do que isso, é uma questão moral”, afirmou.

O papa manteve as críticas após o início da trégua entre o Irã e os Estados Unidos:

O presidente dos EUA, Donald Trump, na porta do Salão Oval da Casa Branca — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Trump publicou uma forte crítica ao papa Leão na noite de domingo (12). Na Truth Social, ele chamou o pontífice de “fraco” e disse que o líder da Igreja Católica tenta gostar de “esquerda radical”.

“Eu não quero um papa que ache que tudo bem o Irã tenha uma arma nuclear. Não quero um papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos”, escreveu.

  • Apesar das falas do presidente dos EUA, não há registros de que o papa Leão XIV tenha defendido que o Irã tenha uma arma nuclear.
  • Em 2025, Leão fez um apelo para um mundo livre da ameaça nuclear. Já no mês passado, ele disse que as nações deveriam renunciar às armas.

Trump disse ainda que Leão só foi eleito para o cargo porque ele é o atual presidente dos EUA. Para ele, o pontífice deveria ser grato por isso.

“O Leão deveria se recompor como papa, usar o bom senso, parar de gostar da esquerda radical e focar em ser um grande papa – não um político. Isso está prejudicando muito ele e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica.”

Trump também postou uma imagem feita por inteligência artificial em que aparecia usando uma túnica e com poderes de cura, em uma estética semelhante à de Jesus. A imagem foi restaurada no dia seguinte após várias críticas, inclusive de apoiadores.

“Colocar minha mensagem no mesmo patamar do que o presidente tentou fazer aqui, creio eu, é não compreender qual é a mensagem do Evangelho. Lamento ouvir isso, mas continuarei com o que acredito ser a missão da Igreja no mundo hoje”, disse.

“Não hesitei em anunciar a mensagem do Evangelho e em convidar todas as pessoas a procurarem maneiras de construir pontes de paz e reconciliação, e a buscarem formas de evitar a guerra sempre que possível.”

VÍDEOS: mais assistidos do g1

Dólar abaixo de R$ 5 após mais de 2 anos: qual é a hora de comprar? | G1


Seria, então, o momento ideal para comprar? Especialistas ouvidos pelo g1 Afirmo que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas A estratégia recomendada é comprar ao mínimo, de acordo com o objetivo de cada investidor.

“Para uma viagem, o recomendado é sempre fracionar a compra em pelo menos três períodos até o dia do embarque. Assim, você consegue um preço médio e evita aquela sensação de ter comprado mal”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteçãomantendo parte do patrimônio dolarizado independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

Veja os vídeos em alta no g1:

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André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica, tem a mesma leitura. Ele defende que a compra da moeda seja diluída, com o objetivo de equilibrar o preço médio.

“Se existe uma necessidade de compra de moeda estrangeira, eu diria que a melhor estratégia é comprar um pouco por dia, por semana, buscando fazer um preço médio interessante. Apostar na continuidade da valorização da moeda brasileira é um risco”diz.

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. “Por isso, use esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande”alerta Galhardo.

Apesar da cautela, analistas do mercado veem este como um bom momento para adquirir a moeda — desde que com compras diluídas.

Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, afirma que a queda do dólar à faixa de R$ 5 representa uma “boa oportunidade” para fortalecer a posição na moeda (ou seja, na composição da carteira de investimentos), já que a projeção do mercado é de que encerre 2026 acima de R$ 5,37.

Sérgio Samuel dos Santos, economista do Sistema Ailos, tem a mesma avaliação. Para ele, o nível atual é um “bom patamar para diversificação da carteira ou compra parcial da moeda”. Ele também recomenda a aquisição ao mínimo, para garantir um preço médio.

Na mesma linha, Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos, vê a janela como uma boa oportunidade de compra. Ele pondera, porém, que o dólar é sensível a variáveis ​​como guerra, juros, petróleo e cenário fiscal. “O investidor precisa estar ciente dos riscos de volatilidade”, afirma.

Por que o dólar está caindo?

  • 🔎 Como já mostrei o g1parte dos recursos tem migrado dos EUA para outros mercados. Esse fluxo, somado à atratividade das empresas brasileiras, amplia a entrada de capital no país — pressiona o dólar para baixo.

Além do cenário externo, especialistas afirmam que a queda do dólar também reflete o fato de o Brasil ter um dos maiores juros reais do mundo. Na prática, os investidores buscam esses rendimentos, o que atrai capital, aumenta a oferta de dólares e pressiona a moeda para baixo.

“Há ainda abundância na exportação de commodities, o que torna o movimento mais sustentável, especialmente em um momento como o atual, em que o país é menos afetado por conflitos geopolíticos”, afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que o movimento de desvalorização do dólar é global. Ele avalia que faz parte de uma estratégia do próprio presidente Donald Trump, com o objetivo de enfraquecer a moeda para atrair mais investimentos aos EUA.

“Faz parte do modus operandi econômico de Trump, que combina a desvalorização da moeda com a elevação de barreiras tarifárias para levar a produção de volta aos EUA. Assim, o movimento global ocorre de forma intencional, para tornar mais lucrativo produzido no país do que importa”, conclui.

Lotofácil hoje: resultado do concurso 3660 e números sorteados | G1


1 – 2 – 5 – 6 – 7 – 8 – 10 – 11 – 12 – 14 – 17 – 18 – 22 – 23 – 24

Confira o resultado do sorteio da Lotofácil.

Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3660:

  • Ninguém conseguiu os 15 acertos, e a premiação acumulada de R$ 13 milhões;
  • 14 acertos: 488 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2.258,21;
  • 13 acertos: 16.357 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35;
  • 12 acertos: 195.900 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14;
  • 11 acertos: 1.049.448 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7.

O próximo sorteio acontece terça-feira (14).

Na Lotofácil, é preciso marcar entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria.

São premiadas as apostas que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O valor da aposta e a chance de uma certa variação de acordo com a quantidade de números escolhidos:

Chances de acerto e valor da aposta
Quantidade de números jogados Valor da aposta Chance de acerto da Lotofácil (1 em…)
15 R$ 3,50 3.268.760
16 R$ 56 204.298
17 R$ 476 24.035
18 R$ 2.856 4.006
19 R$ 13.566 843
20 R$ 54.264 211

A divisão do prêmio é a seguinte:

  • R$ 7 para as apostas com 11 números;
  • R$ 14 para as apostas com 12 números;
  • R$ 35 para as apostas com 13 números.

O restante é dividido da seguinte forma:

  • 13% entre os acertadores de 14 números;
  • 62% entre os acertadores de 15 números;
  • 10% acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos de final 0;
  • 15% ficaram acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.

Nos concursos de final 0, o restante é dividido da seguinte forma:

  • 72% entre os acertadores de 15 números;
  • 13% entre os acertadores de 14 números;
  • 15% ficaram acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano.

O que é a Teimosinha da Lotofácil

Na Teimosinha da Lotofácil, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos.

A Lotofácil tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h.

Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem poderá ser atualizada.

Guerra no Oriente Médio afeta diretamente setores da indústria brasileira que usam petróleo como matéria prima | G1


A alta do petróleo provoca uma ocorrência em cadeia: encarece os insumos que são usados ​​para fabricar os produtos que as pessoas compram.


Guerra diretamente entre setores da indústria que usam derivados de petróleo como matéria-prima

A guerra no Oriente Médio afeta diretamente setores da indústria brasileira que usam petróleo como matéria prima.

A viagem que já era longa ficou ainda mais demorada. Do petróleo vem a parafina, que é uma fábrica de velas importada da China. Mas, antes, o óleo bruto tem que chegar lá para ser refinado – e é aí que a guerra no Irã provoca atrasos e desabastecimento.

“Os navios chegaram em uma quantidade muito menor. Então, por exemplo, a gente comprou 15 toneladas. Agora, eu consigo comprar e não sei quando terei a possibilidade de comprar outras cinco toneladas”, conta Claudia Callé, dona de fábrica de velas.

É por isso que o depósito tem espaço de sobra, e a parafina que tem custou caro. Os donos da fábrica contam que o aumento foi de 40% em março.

“Gera um aumento do produto para o consumidor final. E sem a matéria-prima, a gente tem um problema com a demanda de produção. A incerteza do que vai ser e segurar toda uma empresa, todo um quadro de funcionários”, diz Claudia Callé.

A parafina é um derivado direto do petróleo e, por isso, o preço subiu junto com a cotação do barril. Esse aumento também chega a outras derivadas do petróleo que entram na fabricação dos plásticos que embalam alimentos, dos canos usados ​​na construção civil, das autopeças e até dos silos que armazenam os grãos do agronegócio. A alta do petróleo provoca uma ocorrência em cadeia: encarece os insumos que são usados ​​para fabricar os produtos que as pessoas compram.

Guerra no Oriente Médio afeta setores diretamente da indústria brasileira que usam derivados de petróleo como matéria prima — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

É assim também com a indústria têxtil, que utiliza muita fibra sintética, como o poliéster e o náilon. O estoque é de uma malharia em São Paulo. A fábrica não quis correr o risco de ficar sem matéria-prima e fez uma reserva bem grande. Comprou fios para quatro meses de produção. O diretor da fábrica diz que escapou da falta de material, mas não do aumento no preço.

“Uma parte a gente absorveu, infelizmente. Outra parte, a gente teve que repassar para os clientes”, afirma Renato Bitter, diretor de fábrica.

E mesmo com uma nova tabela de preços, as encomendas feitas pelas confeções aumentadas nas últimas semanas – empresas que importavam tecidos e estão com problemas para receber.

“Me parece que os fretes aumentados, também eles têm dificuldade de encontrar, estão faltando. Então, eles sabem que aqui eles vão receber. Inclusive por outras situações que já existem, pandemia e tal, sabem que aqui nunca falta”, diz Renato Amargo.

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Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e ‘péssimo’; Papa reage e diz que vai seguir firme contra a guerra no Oriente Médio | G1


Depois do fracasso nas negociações de paz com o Irã, o presidente dos Estados Unidos decidiu atacar, publicamente, o Papa. Donald Trump o chamou de fraco e péssimo em política externa. Leão XIV reagiu. Respondeu que não tem medo do governo Trump; disse que não vai recuar e afirmou que a missão da Igreja é defender a paz.

Eram 3h, no horário de Roma, quando o presidente dos Estados Unidos atacou publicamente. O alvo era o Papa Leão XIV, americano de Chicago. Donald Trump chamou o Papa de fraco e disse que ele é péssimo em política externa. Críticas suas posições sobre guerra, segurança e armas nucleares:

Não quero um Papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela”.

Donald Trump disse que a Venezuela envia drogas e liberta criminosos:

“Eu não quero um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos porque estou fazendo exatamente aquilo para o qual foi eleito” – uma referência à operação militar que capturou o ditador Nicolás Maduro, em janeiro de 2026.

Afirmou que, sem ele na Casa Branca, Leão XIV não estaria no Vaticano, e que o Papa foi escolhido por ser americano.

Uma segunda postagem trouxe uma imagem gerada por inteligência artificial em que o presidente aparecia como Jesus Cristo, curando um doente. Horas mais tarde, Trump apagou a imagem. Por volta das 14h, disse que era uma referência ao trabalho da Cruz Vermelha:

“Eu estava como um médico, ajudando as pessoas. O Papa é contrário à posição americana no Irã e os Estados Unidos não podem aceitar um Irã com armas nucleares. Não tenho o que me desculpar”, disse Trump.

A resposta do Papa veio durante o voo para a África:

“Não tenho medo do governo Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do Evangelho”.

Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e ‘péssimo’; Papa reage e diz que vai seguir firme contra a guerra no Oriente Médio — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Papa disse que não vai recuar e que a missão da Igreja é defender a paz:

“A mensagem do Evangelho – bem-aventurados os pacificadores – é o que o mundo precisa ouvir hoje. E continuarei a me manifestar veementemente contra a guerra, buscando promover a paz, o diálogo e as relações multilaterais entre os Estados para encontrar soluções justas para os problemas”.

O Papa também foi questionado sobre o fato de Donald Trump ter feito os ataques por meio de uma rede social criada pelo presidente em 2022: a Verdade Social. “Verdade” quer dizer “verdade”:

“É irônico, o próprio nome da plataforma. Não preciso dizer mais nada”, completou o Papa.

A tensão entre Trump e o Papa já vem aumentando nas últimas semanas, em meio à guerra no Oriente Médio. Na terça-feira (7), Donald Trump escreveu que ou o Irã aceitaria um cessar-fogo ou uma civilização inteira morreria naquela noite. O Papa se posicionou:

“Essa ameaça contra o povo do Irã é realmente inaceitável”, disse Leão XIV.

Os ataques de Trump, especialmente os desta segunda-feira (13), repercutiram em várias partes do mundo. Nos Estados Unidos, os bispos católicos defenderam o Papa e classificaram a guerra como injusta. Na Europa, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, chamou as declarações de Trump de “inaceitáveis”. Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez disse que, enquanto algumas guerras espalham, o Papa promove a paz. No Oriente Médio, o presidente do Irã falou que a profanação da imagem de Jesus não é aceitável para nenhuma pessoa livre. No Brasil, a CNBB também manifestou apoio e defendeu uma mensagem de paz e diálogo.

Leão XIV chegou nesta segunda-feira (13) a Argel, primeira parada de uma viagem por quatro países africanos, e manteve o tom:

“Hoje isso é mais urgente do que nunca, diante das visíveis do direito internacional e das tendências neocoloniais”.

O episódio reforça o carisma do Papa Leão XIV em um momento de grande tensão internacional, enquanto busca reduzir o conflito no Oriente Médio e garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Nesse cenário, o Vaticano volta a ocupar um papel central na defesa da diplomacia e da paz.

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