Néstor Lorenzo: Tentámos de todas as maneiras


A Colômbia vulgarizou o que muitos consideravam o que seria o favoritismo português e empatou com a turma treinada por Roberto Martínez.

No final, os sul-americanos ainda ficaram desagradados com o 0-0, considerando que deveriam ter extraído mais desse jogo.

«Tentámos ganhar de todas as maneiras, mas, desafortunadamente, não conseguimos», lamentou Néstor Lorenzo.

O selecionador dos cafeicultores enalteceu a atitude dos seus atletas, considerando que «correram sempre atrás da vitória». O técnico destacou, depois, que «o melhor deste jogo» foi a «marcação ofensiva».
«Ghana vai ser difícil, mas vamos manter nossa identidade», garantiu, desde já, vislumbrando o duelo dos 16 avos de final, diante da seleção liderada por Carlos Queiroz.

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Diogo Costa: Hoje fui eu que ajudei a equipa


Portugal empatou com a Colômbia por 0 a 0 e muito graças a uma atuação monumental de Diogo Costa, que evitou males maiores…

O guardião do FC Porto foi considerado o Homem do Jogo pela Fifa, mas afirmou, nas entrevistas rápidas pós-jogos, que «trocava o prêmio por uma vitória», acrescentando que não se importava de «ter sofrido um gol, se Portugal tivesse marcado dois».
«Hoje fui eu que ajudei a equipe, no próximo jogo vai ser outro. Estamos na Copa do Mundo, que venha o jogo com a Croácia, com a mentalidade de vencer», completou.

Em análise ao encontro, o goleiro apontou que «foi quebrado e não era isso que Portugal queria».
«Em muitos momentos, entramos em um jogo mais emocional, em vez de controle, e acho que isso nos levou a nos desorganizar muito, às vezes. E a Colômbia, num ponto que é muito forte, que é a transição rápida, com jogadores rápidos e fortes na frente, tentou criar perigo. Felizmente não conseguiram marcar», complementou.

Quatro voos do anjo Diogo garantem nulo enganador (crónica)


MIAMI — O futebol tem destas partidas de xadrez em que o equilíbrio se conquista ao milímetro. Quem viu a Seleção Nacional recolher aos balneários do Hard Rock Stadium sob o sufoco asfixiante do carrossel cafetero, percebeu que a segunda parte exigia mais critério do que uma revolução.

Roberto Martínez leu o tabuleiro com lucidez e ajustou peças para estancar a vertigem adversária. As entradas de Diogo Dalot e João Neves permitiram a Portugal dividir as despesas do jogo, resgatando preciosos minutos de posse de bola e acalmando o vulcão que ameaçava incendiar nossa retaguarda.
A nova ordem em campo trouxe um crescimento gradual e o manifesto de revolta luso não demorou a se fazer notar. Logo aos 51′, Diogo Dalot, saindo do banco para colocar uma camisa de força em Luis Díaz, subiu pelo flanco direito e desenhou um cruzamento perfeito, daqueles com conta, peso e medida. A bola viajou com precisão geométrica até João Félix, que testou os corações sul-americanos com uma cabeçada levemente por cima da trave. Não foi gol, mas o aviso estava dado: Portugal não passava mais o tempo apenas se defendendo; conseguia ferir e assustar no ataque.

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Contudo, um animal ferido no seu próprio continente é sempre um perigo latente e a Colômbia nunca perdeu o controlo emocional da partida. Impulsionada pelo rugido imparável das bancadas amarelas, a formação colombiana respondeu com a fúria que lhe é caraterística, obrigando a dupla de centrais lusa a assinar o melhor jogo até agora no torneio.

Diante do calvário físico e mecânico de um visivelmente fustigado Nuno Mendes na ala esquerda, os centrais se multiplicaram em dobras e coberturas, limpando os caminhos da grande área com uma sobriedade que se mostrou absolutamente imperial. O miolo ganhou outra coesão com a energia contagiante de João Neves, mas o perigo rondava a meta lusa com uma ironia deliciosamente doméstica.

Com as entradas de Richard Ríos e Luis Suárez, o clássico derby da Segunda Circular de Lisboa se mudava para Miami. Ríos quase quebrou o placar aos 62, em tiro de primeira que raspou a tinta da trave. Pouco depois, aos 65′, foi Luis Díaz quem criou perigo em rotação supersônica, aproveitando uma fresta de espaço pela esquerda para forçar nossa linha defensiva a olhar, mais uma vez, nos olhos do abismo.
Foi então que o jogo se transformou em um thriller de alta tensão, elevando, novamente, ao status de lenda o guardião das quinas. Naquela que será lembrada como uma noite de consagração, nosso anjo da guarda operou milagres.

Aos 66′, Arias disparou, mas Diogo Costa voou para segurar o nulo. Logo depois, aos 74′, James Rodríguez armou um míssil potentíssimo, mas se chocou contra a coragem de Renato Veiga, titã sempre no lugar certo na hora certa.
A vinte minutos do fim, Martínez lançou o músculo de Samú Costa e a velocidade de Rafael Leão, o homem que trazia na passada larga a memória do gol contra o Uzbequistão. Portugal quis crescer e empurrou a Colômbia a dez minutos do fim, mas a reta final guardava um drama apocalítico. Aos 88′, Rúben Dias vestiu a capa de herói para afastar um gol certo em cima da linha e, no segundo seguinte, Diogo Costa assinou sua quarta grande defesa da noite.
O verdadeiro golpe de teatro chegou a 90+1′. A Colômbia chegou a gritar gol em lance que traria justiça ao placar, mas o VAR descortinou impedimento milimétrico e salvador.
Com esse sofrido 0 a 0, Portugal garante a segunda colocação do Grupo K e carimba o passaporte para Toronto, onde enfrentará a Croácia nas oitavas de final, na madrugada do dia 3 de julho.
No outro jogo do grupo, a RD Congo bateu o Uzbequistão por 3-1 em Atlanta, com Shomurodov a faturar para os uzbeques, e Mayele e um bis de Wissa a darem a volta.

Roberto Martínez: Precisávamos mesmo disto


Na entrevista rápida à Sport TV, após o empate sem gols com a Colômbia, Roberto Martínez afirmou que Portugal mostrou «muito caráter para manter a baliza a zeros», elogiando a exibição «fantástica» de Diogo Costa e a «intensidade defensiva».

O treinador nacional afirmou que este encontro foi «um teste valioso» e «importante para ajustar e crescer, para o que a equipa precisa fazer no Mundial que vem aí a seguir, que é totalmente diferente». Lembrando que Portugal vai enfrentar a Croácia nos 16 avos de final.

«Precisávamos mesmo disto, para levar o jogo para onde queríamos. Precisamos de ter mais bola e beneficiar dos jogadores com essa capacidade», reforçou.

Quanto à intensidade do jogo, Roberto Martínez afirmou que as «equipas sul-americanas que já estão habituadas a ter jogos partidos». Além disso, lembrou as «condições climatéricas exigentes» em Miami.

Colômbia-Portugal: é imperativo ganhar | A Bola


Colômbia-Portugal: a primeira surpresa de Roberto Martínez

É verdade que a Seleção Brasileira já garantiu presença nos 16 avos de final do Mundial. Ainda assim, terá que vencer os ‘cafeteros’, se quiser passar em primeiro lugar no grupo K

Apesar da ‘maioria absoluta’ colombiana no Hard Rock Stadium, os torcedores portugueses também entram na festa! – Foto: Miguel Nunes

«Suárez saiu com uma dor no ombro»

Néstor Lorenzo explicou a ausência de Luis Suárez: «O Jhon Córdoba é um bocado mais combativo, ataca mais o espaço. O Suárez associa-se um pouco melhor, mas também é para os refrescar, além de que o Suárez saiu do último jogo com uma dor no ombro. Já está melhor, disponível, mas preferimos mudar.»

O treinador da colombia explicou ainda que quis «refrescar» a equipe com mudanças que realizou nas laterias.

Sobre Cristiano Ronaldo e a possibilidade de voltar a jogar 90 minutos, o selecionador nacional disse que «a idade é um número e o importante é que ele recuperou muito bem».

«Todos os jogadores que estão em campo estão preparados», concluiu.

À Sport TV, Roberto Martínez assumiu que é importante dar «continuidade ao que Portugal fez no início do segundo jogo», com «confiança em todos os jogos que há no banco».

Voltando ao onze de Portugal, Roberto Martínez só trocou mesmo um nome próprio no time titular: Rúben por… João.
Luis Suárez sem banco!

O artilheiro do Sporting não vai jogar de início. Essa não é, ainda assim, a única mexida da Colômbia para esse duelo, dando a vaga a João Córdoba.

Néstor Lorenzo trocou os laterais Daniel Muñóz e Johan Mojica por Deiver Machado e Santiago Arias.

O benfiquista Richard Ríos volta a ficar no banco – pelo terceiro jogo consecutivo.

Suplentes da Colômbia: David Ospina, Alvaro Montero, Daniel Muñoz, Yerry Mina, Johan Mojica, Willer Dittas, Kevin Castano, Richard Ríos, Jorge Carrascal, Juan Portilla, Juan Quintero, Cucho Hernandez, Jaminton Campaz, Luis Suárez e Andres Gómez

Onze da Colômbia: Camilo Vargas; Deiver Machado, Davinson Sánchez, Jhon Lucumí e Santiago Arias; James Rodríguez, Gustavo Puerta, Jefferson Lerma e Jhon Arias; Luis Díaz e Jhon Córdoba
Roberto Martinez fez apenas uma alteração no onze – trocando João Neves por Rúben Neves – explicou-a, à Sport TV:

«O Rúben Neves treinou muito bem e ainda não jogou. Por isso, acho que este é um bom momento para utilizar a sua experiência e frescura. Vamos ter um equilíbrio do meio-campo que acho que é importante.»

Suplentes Portugal: José Sá, Rui Silva, Nélson Semedo, Tomás Araújo, Diogo Dalot, Gonçalo Inácio, Samu Costa, Matheus Nunes, Bernardo Silva, João Neves, Gonçalo Ramos, Francisco Trincão, Rafael Leão, Gonçalo Guedes e Francisco Conceição

Onze de Portugal: Diogo Costa; João Cancelo, Rúben Dias, Renato Veiga e Nuno Mendes; Rúben Neves, Vitinha e Bruno Fernandes; Pedro Neto, Cristiano Ronaldo (C) e João Félix
Esta será a quinta vez que Portugal enfrentará equipes da América do Sul, em Copas do Mundo.

A primeira foi em 1966, diante do Brasil. Os Magriços venceram 3-1, com golos de Eusébio (x2) e António Simões.

A Seleção voltou a enfrentar os canarinhos em 2010, em um encontro sem gols.

Os restantes dois jogos foram frente ao Uruguai, em 2018 (1-2) e 2022 (2-0).

O histórico é, por isso, favorável a Portugal, contra formações sul-americanas, em Campeonatos do Mundo.

Foi, precisamente, em Miami que BOLA descobriu uma história de amor entre um português – Frederico – e uma colombiana – Catalina -, contada por João Pimpimcom imagem de André Carvalho e fotos de Miguel Nunes.

A duas horas do início do encontro, João Pimpim – enviado-especial de BOLA para a cobertura da Copa do Mundo nos EUA – descreve o entorno do Hard Rock Stadium como uma «invasão amarela», com 90% dos torcedores alocados na Colômbia e apenas 10% no apoio a Portugal.

Foto: Miguel Nunes

Portugal sofreu um gol e marcou seis no total das duas partidas já realizadas, nesta Copa do Mundo, após a vitória expressiva contra o Uzbequistão (5 a 0) e o empate diante da RD Congo (1 a 1).

O primeiro gol das quinas, no jogo de estreia, foi de João Neves. No segundo encontro futuraram Cristiano Ronaldo (x2), Nuno Mendes, Rafael Leão, e a Seleção também se beneficiou de um gol contra.

É importante sublinhar que Portugal já está classificado para os 16 avos de final do Mundial.

A Seleção Brasileira garantiu a vaga na fase seguinte menos de 24 horas do jogo decisivo com aColômbia.

Após o fim dos desafios do grupo H, os portugueses puderam tirar ingresso para as eliminatórias – pelo menos, como uma das melhores terceiras colocadas.

O apuramento ficou matematicamente resolvido por volta das 3h da manhã deste sábado, por causa dos resultados do empate deCabo Verdecom aArábia Saudita(0-0) e da vitória deEspanhasobre oUruguai(1-0), resultando nas eliminações dos uruguaios e sauditas com apenas dois pontos.

Para Portugal, as contas são fáceis: vencer aColômbiasignifica terminar em 1.º lugar do grupo e empatar manteria o segundo lugar. Para cair para a terceira posição era preciso perder e que aRD Congoganhasse do já eliminadoUzbequistão, também se recuperando de uma diferença de 6 gols.

Portugal fez apenas um treino completo de conjunto antes do encontro com a Colômbia na sexta-feira.

Lembrando que na quinta-feira só teve meia hora de trabalho na grama e o restante do treino aconteceu em uma quadra por causa da tempestade elétrica.

Por fim, Rúben Neves disse que Portugal tem «mais do que capacidade para vencer todos os jogos».

O meia do Al Hilal também falou de Diogo Jota, dizendo que o mais importante é «poder tê-lo presente com a seleção nesteMundial, porque um dos grandes objetivos da carreira dele era participar de uma competição como essa».

Ainda na prévia, Francisco Trincão explicou como a temperatura e a umidade podem ter influência no jogo: “A única coisa que pode mudar talvez seja a velocidade. Não sei se a bola tem alguma influência, mas estamos mais do que preparados.»

Diogo Costa, por sua vez, apontou para a vitória diante daColômbia, alertando, ainda assim, para os perigos do adversário.
Também na antevisão, na sexta-feira, Rafael Leão afirmou que «as hipóteses de ir longe no Mundial 2026 são muitas».
O selecionador nacional confirmou ainda que terá os 26 jogadores à disposição.
Na coletiva de pré-jogo, Roberto Martínez assumiu que a «Colômbia é uma das melhores equipes na transição» e destacou o atacante do Sporting, Luis Suárez.
A turma orientada por Néstor Lorenzo pode ser a 50.ª seleção à qual Cristiano Ronaldo fatura.
Portugal e Colômbia nunca se enfrentaram antes.
E agora o provável onze dos portugueses, com… um banco que ferve com soluções prontas para agitar o jogo:
Eis os onzes de BOLA e dos leitores para o derradeiro encontro da fase grupos:
Diante dos fatos apresentados abaixo, Portugal tem, obrigatoriamente, que vencer, se quiser superar os cafeicultores e ser o primeiro classificado do grupo.
Os colombianos, por seu turno, venceram as duas partidas inaugurais – Uzequistão (3-1) e RD Congo (1-0) e lideram, por isso, o grupo, com seis pontos.
Depois de empatar na estreia com a RD Congo (1 a 1) e vencer o Uzbequistão (5 a 0) no segundo jogo, a Seleção Portuguesa é a segunda colocada do grupo K, com quatro pontos.
Boa noite! Seja bem-vinda/o ao acompanhamento em direto do derradeiro encontro de Portugal na fase de grupos do Mundial 2026, diante da Colômbia! O duelo tem horário de início marcado para 00h30 (horário de Lisboa).

Marítimo solidário com tragédia na Venezuela


Neste momento de dor e consternação, o Marítimo dirige uma palavra de coragem, esperança e apoio a todos os afetados por esta catástrofe. A ligação entre a Madeira e a Venezuela é histórica e profundamente enraizada. Ao longo de várias gerações, milhares de madeirenses encontraram na Venezuela uma segunda casa, onde construíram vida, família e contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento do país. Entre eles estão muitos sócios, torcedores e simpatizantes do Club Sport Marítimo, reforçando laços que atravessam o Atlântico e unem nossos povos há décadas.

A família verde-rubra mantém igualmente uma relação especial com o Marítimo de La Guaira, clube irmão com o qual compartilha uma ligação histórica, cultural e esportiva, símbolo vivo da presença e influência da comunidade madeirense na Venezuela.

Em nome de toda a instituição, expressamos as nossas mais sinceras condolências às famílias das vítimas e a nossa solidariedade para com todos aqueles que enfrentam as consequências desta tragédia.

O Club Sport Marítimo associa-se a este momento de luto e reafirma o seu apoio ao povo venezuelano, à comunidade madeirense residente naquele país e a toda a família maritimista que hoje vive horas de profunda preocupação e tristeza.

Força, Venezuela. Estamos convosco”.

Mercado Famalicão: ponta de lança na órbita do campeão romeno


Simon Elisor está a um passo de deixar o Famalicão e rumar para o Universitatea Craiova. A informação foi avançada pelo Fãspublicação renomada na Roménia, e já devidamente confirmada por BOLA.

O ponta de lança francês, de 26 anos, é um forte desejo do atual campeão romeno, que é orientado pelo português Filipe Coelho, e, caso as negociações cheguem a bom porto, a SAD liderada por Miguel Ribeiro poderá vir a receber uma verba a rondar €1,5 M pela transferência.
Simon Elisor chegou ao Famalicão no meio da temporada 2024/2025, vindo dos franceses do Metz, contabilizando, naquela reta final de temporada, 15 jogos e quatro gols. Já na temporada que se encerrou recentemente, o gaulês participou de 36 encontros, marcou um tento e deu duas assistências.

Alverca: união ribatejana na base do sucesso


Foi através de um vídeo com duração de cerca de três minutos e meio que o Alverca revelou, neste sábado, alguns dos momentos mais impactantes do grupo e cuja união foi o grande baluarte para o sucesso alcançado pelo clube na temporada de retorno à elite nacional.

A referida publicação traz frases de vários elementos da estrutura, bem como de jogadores do plantel e também de Custódio Castro (que está de saída), e teve dedicatória aos adeptos: «Obrigado, Alverquenses, por voarem sempre connosco.»

Zlatan Ibrahimovic: Roubaram o sonho de uma nação


Zlatan Ibrahimovic ficou indignado com a decisão do VAR de anular, nos acréscimos, um gol de Shoja Khalilzadeh no empate (1 a 1) entre Irã e Egito, resultado que afastou a seleção iraniana das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

Enquanto comentador da FOX Sports, o antigo avançado sueco afirmou que «é exatamente por isto que as pessoas estão a perder a fé no VAR», defendendo que a tecnologia foi criada para corrigir erros claros, mas «continua a gerar controvérsias ainda maiores no maior palco do futebol», afirmou.

Ibrahimovic disse ainda não entender a decisão da equipe de arbitragem. «Vi a repetição vezes sem conta e continuo sem entender como é possível marcar impedimento. Se eles vão anular um gol que pode decidir o destino de uma nação em uma Copa do Mundo, eles têm que estar 100% certos, não adivinhando atrás de uma tela», criticou.

O sueco também lamentou o impacto da decisão sobre os torcedores iranianos. «Milhões de iranianos celebraram o que pensavam ser um momento histórico, apenas para ver um grupo de árbitros anulá-lo em segundos. Não anularam apenas um gol, roubaram o sonho de uma nação», disse.

Ibrahimovic exigiu responsabilidade da equipe de arbitragem, considerando que «o árbitro e os oficiais do VAR devem responder por decisões como essa».
O ex-jogador concluiu que, «isso não é justiça, é incompetência. O futebol merece melhor, os jogadores merecem melhor e, acima de tudo, os fãs merecem muito melhor»

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