Lenglet expulso contra o Celta


Palavra-passe

Ao continuar, você aceita os Termos e Condições para usar um perfil de usuário neste site.

%%footer%%

IberCup Estoril abre portas já amanhã


O maior torneio de futebol jovem realizado em Portugal começa amanhã, 29 de junho, reunindo mais de sete mil atletas de mais de 400 equipes de 52 países, naquela que é a edição mais diversificada de todos os tempos.

O pontapé de saída será dado às 08h30, com dois jogos da categoria Masculinos 2008: Estoril Praia Elite-GIMD Abóboda e RTS Project-Carrascal United. À mesma hora, mas na categoria Masculinos 2013, o Belenenses mede forças com o Malveira da Serra.
Ao longo do dia também acontecem encontros como Casa Pia-Olivais Sul (2013), Belenenses-AFD Torre (2012) e GD Estoril Praia-Enskede IK, da Suécia (2011), dando início a uma semana de competição que vai até 5 de julho.

A cerimónia oficial de abertura realiza-se na terça-feira, 30 de junho, às 20h00, no Estádio da Luz.

Vitória de Guimarães anuncia regresso e local de estágio


O Vitória de Guimarães compartilhou neste domingo a agenda da pré-temporada, anunciando que a equipe treinada por Tiago Margarido tem o retorno aos trabalhos marcado para esta terça-feira, 30 de junho.

Segundo um comunicado partilhado no site dos vimaranenses, os dois primeiros dias serão destinados aos habituais exames médicos e testes físicos, com o primeiro treino em campo marcado para quinta-feira, 2 de julho.
A pré-época dos conquistadores incluirá um estágio no Algarve, a decorrer entre 20 e 26 de julho. Durante este período, a equipa realizará dois jogos de preparação à porta fechada. O primeiro adversário será o Rio Ave, no dia 23 de julho, seguindo-se um encontro com os ingleses do Nottingham Forest, da Premier League, no último dia do estágio.
Outros jogos de preparação serão anunciados posteriormente pelo clube minhoto.

Ibercup, a festa do futebol


E já amanhã que a IberCup Estoril volta, de 29 de junho a 5 de julho com mais de 400 equipes de 52 países, no que Diogo Baldo, diretor geral da competição, descreve como «uma autêntica festa do futebol».

Em declarações BOLAparceiro do evento, o responsável destacou a «maior diversidade cultural» desta edição, que reúne equipes de países como Paquistão, Índia, Austrália, México e Colômbia, além de Benfica, Sporting, SC Braga, Belenenses, Casa Pia e Torreense.

Diogo Baldo afirmou que este evento tem «um crescimento nos jovens, pois não é todos os dias que jogam com clubes de diferentes países».
Devido às altas temperaturas, «não vai haver jogos na hora de maior calor», explicou aquele responsável, referindo a existência de «variáveis incontroláveis» na organização.

Diana Silva e Vasco Botelho são os padrinhos do torneio, que terá como palco o Estádio da Luz, com abertura prevista para às 20h.

Golo bem anulado por fora de jogo? A análise de Pedro Henriques ao Colômbia-Portugal


7′ Demorou. Santiago Arias ficou mais de 5 segundos para executar o lateral e, de acordo com a mudança na lei, como o lançamento não foi executado dentro da contagem regressiva que o árbitro fez, o lançamento passou para a Seleção Portuguesa. Tudo certo.

23′ A lei 7 (A duração do jogo) em sua página 87, ponto 3. Recuperação de Tempo Perdido, diz que serão permitidas pelo regulamento, paradas médicas, por exemplo para hidratação (que não devem exceder um minuto) e paradas para resfriamento (de noventa segundos a três minutos). Na Copa, está estabelecido que elas são obrigatórias no meio de cada parte, por questões de marketing, passaram a se chamar Pausa para hidratação. No caso concreto deste jogo, na primeira parte foi de (3 minutos e 20 segundos) e no segundo tempo (3 minutos e 50 segundos).
31′ Tiro de meta. Em cobranças de escanteio concedidas incorretamente, desde que a decisão possa ser corrigida imediatamente, o VAR dá essa indicação ao árbitro e o árbitro a corrige imediatamente. Renato Veiga não tocou na bola. Bem revertido o escanteio para o gol a favor de Portugal.
40′ Rúben Neves rematou a bola e esta bateu num adversário. Era pontapé de canto, mas o árbitro deu pontapé de baliza. Neste caso específico, o VAR não pode intervir, só quando é ao contrário, pois de um pontapé de baliza ainda há mais de cem metros para se chegar à outra baliza, mas de um pontapé de canto pode surgir de imediato uma finalização e um golo – daí a alteração da lei no que diz respeito à intervenção do VAR seja só para corrigir cantos concedidos incorretamente.
63′ Fora de tempo. Ficou um cartão amarelo por mostrar a Richard Ríos por, sem qualquer hipótese de chegar e jogar a bola, entra com a sua perna direita às pernas de Vitinha. Uma infração negligente passível de advertência, mas que o árbitro geriu com, apenas, uma chamada de atenção.

74′ Sem penálti. A seleção colombiana pede pontapé de penálti, mas foi Luis Suárez que, com o seu pé esquerdo e por trás, pontapeou a coxa direita de Nuno Mendes. A falta era atacante, o árbitro nada assinalou. O mais importante é que não houve infração para castigo máximo.
82′ Richard Ríos fez falta clara por trás em Bruno Fernandes, o árbitro demorou para marcar a infração, mas após apitar, Juan Quintero, como forma de protesto pela interrupção chutou a bola para longe, essa atitude – incorreta e antidesportiva – era passível de cartão amarelo, que não foi mostrado.
86′ Pisão. Gustavo Puerta viu o cartão amarelo, por uma entrada fora de tempo sobre João Neves. Na ocasião, com o pé esquerdo de sola e com os pitons, pisou o pé direito do médio luso. O árbitro deu a lei da vantagem e na primeira interrupção de jogo advertiu o médio colombiano.
90′ O árbitro deu cinco minutos de tempo extra, que foi escasso para as incidências do segundo tempo, pois além do amarelo mostrado, foram quatro paradas para substituições, onde sete jogadores entraram e ainda houve a parada para hidratação (3 minutos e 50 segundos).

Acertou no essencial: golo anulado à Colômbia

90+1′ Fora de jogo. Golo bem anulado pelo árbitro assistente e confirmado pelo VAR, à seleção colombiana, pois no momento do passe/cruzamento de Juan Quintero para Davinson Sanchez este tinha a ponta da bota adiantada, em relação ao penúltimo adversário.
90+1′ Um jogador encontra-se em posição de fora de jogo, se qualquer parte da cabeça, corpo ou pés, estiver mais perto da linha de baliza adversária do que a bola e o penúltimo adversário. Está a ser usada a tecnologia avançada de fora de jogo semiautomático (SAOT), impulsionada por Inteligência Artificial, avatares 3D dos jogadores e uma bola inteligente com sensores integrados. Cada um dos estádios está equipado com 16 câmaras de alta velocidade instaladas na cobertura. Estas câmaras seguem a bola e monitorizam 29 pontos de dados corporais de cada jogador 50 vezes por segundo. Por isso, não há qualquer erro humano,na avaliação do fora de jogo, mesmo quando se trata de uma ponta da bota que está mais à frente.

Positivo


As decisões nas áreas, o gol bem anulado pelo Assistente e o VAR na aplicação das novas mudanças, reversão de escanteio.

Negativo

Falhou na parte disciplinar, em dois cartões amarelos que ficaram por mostrar. O tempo extra dado no fim do segundo tempo foi escasso.

Uma nota do árbitro australiano, Alireza Faghani:6

Ou o árbitro Alireza Faghani – Foto: Miguel Nunes

Néstor Lorenzo: Tentámos de todas as maneiras


A Colômbia vulgarizou o que muitos consideravam o que seria o favoritismo português e empatou com a turma treinada por Roberto Martínez.

No final, os sul-americanos ainda ficaram desagradados com o 0-0, considerando que deveriam ter extraído mais desse jogo.

«Tentámos ganhar de todas as maneiras, mas, desafortunadamente, não conseguimos», lamentou Néstor Lorenzo.

O selecionador dos cafeicultores enalteceu a atitude dos seus atletas, considerando que «correram sempre atrás da vitória». O técnico destacou, depois, que «o melhor deste jogo» foi a «marcação ofensiva».
«Ghana vai ser difícil, mas vamos manter nossa identidade», garantiu, desde já, vislumbrando o duelo dos 16 avos de final, diante da seleção liderada por Carlos Queiroz.

Diogo Costa: Hoje fui eu que ajudei a equipa


Portugal empatou com a Colômbia por 0 a 0 e muito graças a uma atuação monumental de Diogo Costa, que evitou males maiores…

O guardião do FC Porto foi considerado o Homem do Jogo pela Fifa, mas afirmou, nas entrevistas rápidas pós-jogos, que «trocava o prêmio por uma vitória», acrescentando que não se importava de «ter sofrido um gol, se Portugal tivesse marcado dois».
«Hoje fui eu que ajudei a equipe, no próximo jogo vai ser outro. Estamos na Copa do Mundo, que venha o jogo com a Croácia, com a mentalidade de vencer», completou.

Em análise ao encontro, o goleiro apontou que «foi quebrado e não era isso que Portugal queria».
«Em muitos momentos, entramos em um jogo mais emocional, em vez de controle, e acho que isso nos levou a nos desorganizar muito, às vezes. E a Colômbia, num ponto que é muito forte, que é a transição rápida, com jogadores rápidos e fortes na frente, tentou criar perigo. Felizmente não conseguiram marcar», complementou.

Quatro voos do anjo Diogo garantem nulo enganador (crónica)


MIAMI — O futebol tem destas partidas de xadrez em que o equilíbrio se conquista ao milímetro. Quem viu a Seleção Nacional recolher aos balneários do Hard Rock Stadium sob o sufoco asfixiante do carrossel cafetero, percebeu que a segunda parte exigia mais critério do que uma revolução.

Roberto Martínez leu o tabuleiro com lucidez e ajustou peças para estancar a vertigem adversária. As entradas de Diogo Dalot e João Neves permitiram a Portugal dividir as despesas do jogo, resgatando preciosos minutos de posse de bola e acalmando o vulcão que ameaçava incendiar nossa retaguarda.
A nova ordem em campo trouxe um crescimento gradual e o manifesto de revolta luso não demorou a se fazer notar. Logo aos 51′, Diogo Dalot, saindo do banco para colocar uma camisa de força em Luis Díaz, subiu pelo flanco direito e desenhou um cruzamento perfeito, daqueles com conta, peso e medida. A bola viajou com precisão geométrica até João Félix, que testou os corações sul-americanos com uma cabeçada levemente por cima da trave. Não foi gol, mas o aviso estava dado: Portugal não passava mais o tempo apenas se defendendo; conseguia ferir e assustar no ataque.

Galeria de imagens


40 Fotos

Contudo, um animal ferido no seu próprio continente é sempre um perigo latente e a Colômbia nunca perdeu o controlo emocional da partida. Impulsionada pelo rugido imparável das bancadas amarelas, a formação colombiana respondeu com a fúria que lhe é caraterística, obrigando a dupla de centrais lusa a assinar o melhor jogo até agora no torneio.

Diante do calvário físico e mecânico de um visivelmente fustigado Nuno Mendes na ala esquerda, os centrais se multiplicaram em dobras e coberturas, limpando os caminhos da grande área com uma sobriedade que se mostrou absolutamente imperial. O miolo ganhou outra coesão com a energia contagiante de João Neves, mas o perigo rondava a meta lusa com uma ironia deliciosamente doméstica.

Com as entradas de Richard Ríos e Luis Suárez, o clássico derby da Segunda Circular de Lisboa se mudava para Miami. Ríos quase quebrou o placar aos 62, em tiro de primeira que raspou a tinta da trave. Pouco depois, aos 65′, foi Luis Díaz quem criou perigo em rotação supersônica, aproveitando uma fresta de espaço pela esquerda para forçar nossa linha defensiva a olhar, mais uma vez, nos olhos do abismo.
Foi então que o jogo se transformou em um thriller de alta tensão, elevando, novamente, ao status de lenda o guardião das quinas. Naquela que será lembrada como uma noite de consagração, nosso anjo da guarda operou milagres.

Aos 66′, Arias disparou, mas Diogo Costa voou para segurar o nulo. Logo depois, aos 74′, James Rodríguez armou um míssil potentíssimo, mas se chocou contra a coragem de Renato Veiga, titã sempre no lugar certo na hora certa.
A vinte minutos do fim, Martínez lançou o músculo de Samú Costa e a velocidade de Rafael Leão, o homem que trazia na passada larga a memória do gol contra o Uzbequistão. Portugal quis crescer e empurrou a Colômbia a dez minutos do fim, mas a reta final guardava um drama apocalítico. Aos 88′, Rúben Dias vestiu a capa de herói para afastar um gol certo em cima da linha e, no segundo seguinte, Diogo Costa assinou sua quarta grande defesa da noite.
O verdadeiro golpe de teatro chegou a 90+1′. A Colômbia chegou a gritar gol em lance que traria justiça ao placar, mas o VAR descortinou impedimento milimétrico e salvador.
Com esse sofrido 0 a 0, Portugal garante a segunda colocação do Grupo K e carimba o passaporte para Toronto, onde enfrentará a Croácia nas oitavas de final, na madrugada do dia 3 de julho.
No outro jogo do grupo, a RD Congo bateu o Uzbequistão por 3-1 em Atlanta, com Shomurodov a faturar para os uzbeques, e Mayele e um bis de Wissa a darem a volta.

Roberto Martínez: Precisávamos mesmo disto


Na entrevista rápida à Sport TV, após o empate sem gols com a Colômbia, Roberto Martínez afirmou que Portugal mostrou «muito caráter para manter a baliza a zeros», elogiando a exibição «fantástica» de Diogo Costa e a «intensidade defensiva».

O treinador nacional afirmou que este encontro foi «um teste valioso» e «importante para ajustar e crescer, para o que a equipa precisa fazer no Mundial que vem aí a seguir, que é totalmente diferente». Lembrando que Portugal vai enfrentar a Croácia nos 16 avos de final.

«Precisávamos mesmo disto, para levar o jogo para onde queríamos. Precisamos de ter mais bola e beneficiar dos jogadores com essa capacidade», reforçou.

Quanto à intensidade do jogo, Roberto Martínez afirmou que as «equipas sul-americanas que já estão habituadas a ter jogos partidos». Além disso, lembrou as «condições climatéricas exigentes» em Miami.

"Não escolhemos a notícia, escolhemos te informar"

Sair da versão mobile