Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 prometem ser uma experiência que apresentará desafios logísticos para os organizadores.
Em vez de serem realizadas em um único local, as Olimpíadas de Inverno de 2026 serão um evento com várias sedes, tendo como principais locais de competição a cidade de Milão e a estação de esqui de Cortina d’Ampezzo, nos Dolomitas, enquanto a cerimônia de encerramento será realizada em Verona.
Cortina d’Ampezzo fica a mais de 400 quilômetros de Milão – uma viagem de carro de quase cinco horas, com um tempo de viagem semelhante de trem, enquanto Verona fica a 160 quilômetros a leste de Milão, a duas horas de carro.
Existem outros conjuntos montanhosos ao redor de Cortina d’Ampezzo, com Val di Fiemme sediando as provas de esqui cross-country e combinado nórdico, enquanto Anterselva (Antholz) será o palco do biatlo, e as competições de esqui estilo livre e snowboard acontecerão em Livigno e Bormio.
Isso significa que serão os Jogos Olímpicos de Inverno mais extensos da história, com 16 modalidades esportivas disputadas em mais de 22.000 quilômetros quadrados, e 116 medalhas de ouro a serem distribuídas.
Isso também significa que não haverá um Parque Olímpico ou Vila Olímpica únicos para os competidores, com os atletas ficando hospedados perto de onde seus eventos acontecem, o que reduzirá o tempo de deslocamento, mas também implicará em uma operação logística complexa.
Os Jogos também se baseiam na utilização de instalações já existentes sempre que possível, sendo as pistas de esqui nas Dolomitas já familiares aos competidores, uma vez que estão habituados a eventos anuais da Copa do Mundo, enquanto instalações temporárias serão utilizadas, especialmente para os esportes no gelo.
A mesma filosofia de “reutilizar e reciclar” também se reflete na política de acomodação para espectadores e imprensa, que ficarão em hotéis já existentes e em acomodações de aluguel por temporada em toda a região. Isso ajudará a disseminar os benefícios econômicos para além de Milão, mas também exige boas conexões de transporte com as cidades vizinhas.
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 também serão os mais equilibrados em termos de gênero na história, com a participação feminina em 47% das modalidades.
Oito modalidades farão sua estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina, incluindo o esqui de montanha, com provas de velocidade individual masculina, velocidade individual feminina e revezamento misto. Outras novidades são o moguls duplo masculino e feminino no esqui estilo livre, o luge em duplas femininas, o skeleton por equipes mistas, o salto em rampa grande feminino no salto de esqui e o esqui alpino combinado por equipes.
Entre os grandes nomes a serem observados estão Mikaela Shiffrin, a esquiadora alpina mais premiada da história, e Lindsey Vonn, que saiu da aposentadoria para uma última tentativa de alcançar a glória, enquanto a bicampeã olímpica Chloe Kim busca o tricampeonato no halfpipe do snowboard feminino. A esquiadora freestyle chinesa Gu Ailing também promete ser um dos destaques dos Jogos.
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