Sociedade

MULHER DETIDA EM INHAMBANE POR SUSPEITA DE MATAR FILHA DE SEIS MESES

Uma tragédia abalou o distrito de Inhambane, na província com o mesmo nome, onde uma jovem de 24 anos foi detida pela polícia sob a acusação de assassinar a sua própria filha, de apenas seis meses de vida. O crime, ocorrido na zona de Madovela, terá sido motivado por um desentendimento familiar relacionado com a responsabilidade parental.

De acordo com as autoridades policiais, a suspeita, que é mãe de primeira viagem, teria agido por vingança ou frustração contra o progenitor da criança. “Uma mãe e movida por algum sentimento de alegação do pai da criança não assumir o poder parental da mesma a mesma acabou estrangulando a filha de cerca de 6 meses de idade”, explicou a polícia, confirmando que a mulher foi detida para ser responsabilizada criminalmente pelo ato. As autoridades aproveitaram a ocasião para apelar à sociedade para que procure formas saudáveis de gerir conflitos emocionais.

Casos de Violação de menores na Maxixe e Homoine

Para além do infanticídio, a Polícia da República de Moçambique (PRM) em Inhambane registou outros dois casos criminais graves envolvendo a violação sexual de menores. Na cidade da Maxixe e no distrito de Homoine, dois cidadãos foram detidos por crimes de natureza sexual contra crianças.

O primeiro caso envolve um jovem de 26 anos, residente em Incuara, no distrito de Homoine, suspeito de ter violado sexualmente uma menor de 13 anos. O segundo caso ocorreu no bairro Agostinho Neto, na Maxixe, onde um indivíduo é acusado de tentativa de violação.

Em sua defesa, o acusado na Maxixe negou as intenções criminosas, alegando que apenas passou pela residência da vítima. “Eu fui acusado hoje de manhã de que eu queria violar menor, mas não, eu passei da casa bati a porta somente, passei… bati a porta passei fui para minha casa”, afirmou o detido.

Contudo, a versão da polícia é diferente, sustentando que existem provas bastantes para o indiciamento. Segundo a corporação, um dos suspeitos “pretendeu efetuar ou efetivar uma violação e foi portanto descoberto antes e o outro chegou a cometer tal violação”.

Ambos os processos foram encaminhados às instâncias judiciais competentes para o devido seguimento.

Naldo Agostinho

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