Moçambique está a intensificar o combate à malária, com novas vacinas e fortalecimento de instrumentos já existentes, como redes mosquiteiras, fumigação intradomiciliar, diagnóstico precoce e tratamento adequado.
A nova vacina apresenta uma eficácia de cerca de 70 por cento, complementando os esforços em curso para reduzir a incidência da doença.
Apesar da vacinação em Nampula, os indicadores ainda não revelam redução significativa de casos. A província enfrenta desafios específicos, devido à sua dimensão populacional e complexidade logística, exigindo maior esforço do Governo para alcançar resultados semelhantes aos observados em outras regiões.
Ainda assim, a mortalidade não tem aumentado, evidenciando a eficácia do atendimento hospitalar.
A Universidade Lúrio (UniLúrio) irá aprofundar estudos em parceria com a Universidade de Ehime, do Japão, uma instituição pública fundada em 1949 e localizada em Matsuyama, na província de Ehime.
Reconhecida como uma das maiores universidades da região de Shikoku, a Ehime já colaborou com Moçambique em programas de formação de quadros e, actualmente, desenvolve uma nova vacina contra a malária, abrindo espaço para cooperação científica e tecnológica.
A informação foi partilhada sexta-feira pelo reitor da Universidade Lúrio, Eusébio Macete, durante o simpósio sobre investigação em malária.
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