GIL FILIPE
UM dos mais respeitados escritores moçambicanos, Aldino Muianga, é emigrante na África do Sul há mais de vinte anos, onde exerce, agora a tempo parcial, a profissão de médico. Ao mesmo tempo que vem fazendo carreira como respeitado cirurgião e professor universitário, o autor, que se projectou com “Xitala Mati”, vem regularmente a Moçambique para eventos literários, como lançamentos e debates à volta dos seus livros. O exemplo mais recente é, em finais do ano passado, em Maputo, a apresentação de uma reedição de “Meledina ou a História de uma Prostituta”. O “Notícias” entrevistou recentemente este autor, que, aos 75 anos, ainda se sente motivado para trabalhar, ensinar, escrever e falar de livros. De literatura. Da vida. É o que faz no diálogo que se segue, que equivale a excertos dessa entrevista com Aldino Muianga.
NOTÍCIAS (Not.) – Com mais de 70 anos continua um homem activo. Segue a sua profissão de médico e segue a sua imersão na literatura, publicando livros. Na fase de vida em que está, o que tem como motivação para trabalhar e para escrever, recordando que para si – já o disse – a escrita não é um trabalho, é um complemento?
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