A suspensão da mineração de ouro em Manica foi recebida com satisfação. Líderes comunitários e religiosos destacam o impacto positivo para o ambiente.
Os líderes afirmam que o garimpo poluía rios e riachos. Consideram a medida uma oportunidade para preservar água e garantir vida futura.
Apesar do apoio, há receio de desemprego. Estima-se que dez mil pessoas dependem directamente da mineração artesanal em Manica.
Os líderes comunitários pedem alternativas económicas. Defendem projectos para jovens que viviam do garimpo e novas formas de geração de renda.
A produção agrícola foi sugerida como alternativa. Macadâmia, litchi, abacate e manga enfrentam dificuldades devido à falta de água para irrigação.
A escassez de água compromete hortas e sistemas de regadio. Comunidades pedem investimentos urgentes para recuperar a agricultura e criar emprego sustentável.
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