O lançamento da obra “Do Cativeiro à Presidência da República”, da autoria do Presidente da República de Moçambique, Daniel Francisco Chapo, continua a gerar reflexões sobre o papel da juventude no desenvolvimento do país. Para o membro da Comissão Política do partido FRELIMO, Aires Ali, o livro representa uma contribuição relevante não apenas para a juventude moçambicana, mas para a nação como um todo.
Na sua leitura, a obra evidencia o percurso de um presidente jovem, portador de ideias modernas e avançadas, que ascendeu à mais alta magistratura do Estado através do trabalho árduo e da dedicação contínua. “O Presidente não tinha como plano ser chefe de Estado. Foi trabalhando, fazendo acontecer, e o seu esforço foi sendo reconhecido, desde a base até ao topo”, afirmou Aires Ali.
Segundo o dirigente político, o livro transmite uma mensagem inspiradora, sobretudo para os jovens, ao demonstrar que o sucesso é construído passo a passo, com perseverança, estudo e compromisso. Para Aires Ali, trata-se de uma obra que encoraja a juventude a acreditar que é possível alcançar grandes objetivos quando se investe no trabalho e no desenvolvimento pessoal.
A publicação surge também como um incentivo à reflexão sobre liderança e cidadania ativa. “É uma grande contribuição para o país e, principalmente, para os jovens. O livro traz ensinamentos que iluminam caminhos, mas cabe a cada um desenvolver as suas próprias ideias e agir”, destacou.
Aires Ali aproveitou a ocasião para felicitar o Presidente da República pela iniciativa, classificando o livro como uma verdadeira oferta à sociedade moçambicana, com especial atenção à nova geração.
Comentando as declarações do Chefe do Estado dirigidas a jovens recém-graduados — nas quais defendeu que os formados não devem esperar emprego apenas do Estado — Aires Ali sublinhou que essa visão está alinhada com o próprio percurso narrado na obra. “Após concluir a sua formação, o Presidente não ficou parado. Procurou alternativas e construiu oportunidades”, explicou.
O dirigente destacou ainda a importância da capacitação técnica, científica e do empreendedorismo como caminhos sustentáveis para o futuro da juventude. Na sua avaliação, o Estado não tem, nem terá, capacidade de empregar todos os cidadãos, pelo que a iniciativa individual e a criatividade, aliadas ao conhecimento, tornam-se essenciais.
As declarações foram feitas em Maputo, durante a sessão de venda do livro “Do Cativeiro à Presidência da República”, lançado no mês passado na capital do país.
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