Família assume papel que deveria ser da polícia — e levanta questões que afinal todos queremos respostas

Imagine perder um ente querido de forma trágica. Agora, imagine que, em vez da polícia agir, é a própria família que precisa montar estratégias para capturar uma suspeita desaparecida. Parece inacreditável? Mas é exactamente isso que aconteceu.

Um homem foi encontrado morto em sua casa. A suspeita? Uma suposta amante, que simplesmente desapareceu. A família, desesperada, teve que ir atrás dela — porque as autoridades, que deveriam estar à frente das investigações, pareciam não se mover.

Até agora, ninguém sabe ao certo quem cometeu o crime. Seriam os filhos? A esposa? Ou outra pessoa? A dúvida permanece, e a única certeza é que a polícia precisa agir rápido. Afinal, o trabalho está parcialmente feito: a suspeita já foi capturada pela família.

Mas aqui está o ponto que merece nossa atenção: por que a polícia não agiu imediatamente? Por que a população tem que tomar essas medidas? É justo que famílias se tornem protagonistas de investigações criminais?

E não é só este caso. Recentemente, em Maputo, familiares de uma vítima de atropelamento também aguardam uma resposta que parece não chegar. A sensação de impotência e de justiça tardia é um peso que muitos carregam.

Outro detalhe intrigante: como a filha da suposta amante teve acesso ao telefone da vítima? Foi ela quem alertou a família sobre a morte e o abandono do corpo. Questões que parecem simples, mas que apontam para uma trama mais complexa.

Agora, um alerta importante: a polícia está em processo de renovação, com novos chefes chegando. Mas será que esses novos membros serão parte da solução ou do problema? Será que estamos preparados para filtrar quem realmente quer trabalhar pelo país e quem apenas fragiliza a instituição?

Sabemos que dentro de qualquer organização podem entrar pessoas que não colaboram, que desestabilizam e prejudicam. Isso pode acontecer na polícia, e as consequências são graves para a segurança de todos nós.

Por isso, a comunidade exige mais do sistema. Queremos uma polícia nas ruas, firme, presente, que garanta ordem e segurança — não uma instituição que deixa a população desamparada.

E você, o que pensa sobre isso? Já presenciou situações em que a polícia não respondeu como deveria? Acha que a responsabilidade da segurança está sendo passada para a população? Como podemos garantir que as instituições cumpram seu papel com seriedade?

Deixe seu comentário. Sua opinião é essencial para entendermos melhor esse cenário e buscarmos soluções juntos.

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