O presidente disse numa publicação no Truth Social: “Esta noite, sob a minha orientação como Comandante-em-Chefe, os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e mortal contra a escumalha terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que têm como alvo e matado violentamente, principalmente, cristãos inocentes, em níveis não vistos há muitos anos, e mesmo séculos!
“Já avisei anteriormente estes terroristas que se não parassem com o massacre de cristãos, haveria um inferno a pagar, e esta noite houve. O Departamento de Guerra executou numerosos ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer.”
Nenhum outro detalhe dos ataques estava imediatamente disponível.
Trump já havia dito anteriormente que lançaria uma intervenção militar dos EUA com “armas em chamas” na Nigéria, alegando que o governo do país tem sido inadequado nos seus esforços para evitar ataques a cristãos por parte de grupos islâmicos que sequestraram e mataram cristãos lá repetidamente.
A Nigéria é oficialmente um país secular, mas a sua população está dividida quase igualmente entre muçulmanos (53%) e cristãos (45%). A violência contra os cristãos tem atraído significativa atenção internacional, especialmente entre a direita religiosa na América, e tem sido frequentemente enquadrada como perseguição religiosa.
Contudo, a maioria dos analistas argumenta que a situação é mais complexa e tem longas raízes na história da região. Em algumas partes do país, os confrontos entre pastores muçulmanos itinerantes e comunidades agrícolas predominantemente cristãs estão enraizados na competição pela terra e pela água.
Padres e pastores têm sido cada vez mais raptados para obter resgate, mas alguns analistas dizem que esta pode ser uma tendência impulsionada por incentivos criminais e não por discriminação religiosa.