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Enfoque de Xi: Recalibrando a compreensão dos funcionários sobre desempenho de governança

Por: Agostinho Julião/XINHUA

Uma lâmpada não é algo que a maioria das pessoas associaria à governança.

No entanto, há quase quatro décadas, enquanto trabalhava em uma das partes mais pobres da Província de Fujian, no leste da China, como chefe do Partido da cidade de Ningde, Xi Jinping disse às autoridades locais que garantir o acesso às necessidades diárias para as pessoas que viviam em áreas remotas, incluindo itens tão básicos como lâmpadas e sabonete, também era um indicador de boa governança.

Esta observação destacou uma questão universal e profunda: a avaliação do desempenho de um funcionário deve se basear em ganhos econômicos de curto prazo, projetos visíveis, elogios formais ou melhorias tangíveis no bem-estar do povo?

 Xi respondeu com o que ele descreveu como “uma compreensão correta do que significa ter um bom desempenho”, um princípio orientador para os funcionários que prioriza o bem-estar das pessoas e valoriza resultados tangíveis de longo prazo, que podem não ser imediatamente visíveis, mas entregues por meio de tomadas de decisão sólidas e ações concretas.

 No final de fevereiro, o Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), com Xi no núcleo, iniciou uma campanha de estudo em todo o Partido, incentivando seus membros, particularmente os funcionários em nível de distrito e de diretor e acima, a fixar sua mentalidade em relação ao desempenho da governança, a fim de entregar resultados que “se sustentem na prática, aos olhos do povo e ao longo do tempo”.

A campanha, que vai durar até julho, visa corrigir visões equivocadas sobre governança que muitas vezes geram projetos de vaidade, riscos ocultos, pesados encargos sobre as comunidades locais e descontentamento público.

 Essa medida representa o mais recente esforço de Xi, que atualmente é secretário-geral do Comitê Central do PCCh, presidente da China e presidente da Comissão Militar Central, para fortalecer a autogovernança do Partido, na sequência da iniciativa do ano passado voltada para a melhoria da conduta.

 “A eficácia em constante melhoria da autogovernança do Partido é a garantia definitiva para o desenvolvimento econômico e social”, afirmou Xi.

 ssa ênfase foi reiterada durante uma visita de inspeção nesta segunda-feira, quando Xi destacou a liderança do Partido e a construção do Partido no desenvolvimento da Nova Área de Xiong’an, uma cidade moderna em fase inicial a cerca de 100 km ao sul de Beijing, para transformá-la em um centro de inovação e um modelo de desenvolvimento de alta qualidade. Xi pediu às autoridades de Xiong’an que assumissem suas responsabilidades, se dedicassem à implementação de políticas e entregassem bons resultados.

 Teóricos do Partido disseram que a mais recente campanha de estudo se concentra no fortalecimento do desenvolvimento político do Partido e suas fileiras de funcionários. À medida que a China entrou no primeiro ano do 15º Plano Quinquenal (2026-2030), o cumprimento de suas metas de desenvolvimento dependerá, em grande parte, de se os funcionários agirão com uma compreensão adequada das conquistas da governança e com uma abordagem pragmática.

 Eduardo Regalado, pesquisador do Centro de Pesquisa de Políticas Internacionais de Cuba, disse que promover uma visão correta sobre o desempenho entre os funcionários surgiu como um conceito-chave na estrutura de governança do PCCh para a nova era, e ajudará a China a transformar seu modelo de desenvolvimento para maior qualidade, eficiência e equidade.

POVO EM PRIMEIRO LUGAR

 Um dos principais objetivos da campanha é erradicar a tendência entre alguns funcionários de sacrificar o bem-estar público na busca de polir seus históricos de desempenho.

 Em uma reunião de alto nível, Xi condenou o desperdício de recursos para a pintura de fachadas em algumas áreas rurais, num momento em que essas regiões acabavam de sair da pobreza ou ainda lutavam contra ela.

 Xi disse que gastar generosamente para pintar as paredes, algo que não alimenta nem veste o povo, é “inútil e um desperdício de recursos públicos”.

 Enquanto alguns funcionários erram pelo lado da imprudência, alguns outros deliberadamente optam pela inação. Alguns jogam pelo seguro e fogem da responsabilidade, acreditando que “quanto mais pratos você lava, mais você quebra”.

 Xi já criticou duramente, em várias ocasiões, esses “bonzinhos” que não agem e os “indecisos”, afirmando que aqueles que carecem de dedicação não alcançarão nada e colocarão em risco empreendimentos cruciais.

 Por outro lado, um exemplo de boa governança frequentemente citado por Xi é Jiao Yulu, um humilde chefe do Partido do pouco conhecido distrito rural de Lankao, na Província de Henan, no centro da China, no início da década de 1960.

 Diante de tempestades de areia, inundações e salinização generalizada do solo, que deixaram muitos moradores lutando para se alimentar, Jiao e seus colegas trabalharam incansavelmente para plantar cinturões de proteção contra a invasão da areia e as inundações, ajudando Lankao a superar gradualmente a escassez crônica de alimentos. No entanto, Jiao não viveu para ver os resultados completos desses esforços, sucumbindo ao câncer de fígado aos 42 anos, em 1964.

 Xi ficou profundamente comovido quando leu pela primeira vez a história de Jiao, ainda quando era estudante de uma escola secundária. Ele disse que o espírito de Jiao, caracterizado por uma abordagem que coloca o povo em primeiro lugar e por uma dedicação incansável e altruísta, serviu de farol orientador ao longo de sua própria trajetória, de um funcionário de base ao líder mais alto da China.

 No início dos anos 1980, enquanto trabalhava no distrito de Zhengding, na Província de Hebei, no norte da China, Xi ajudou a reduzir as cotas estatais de compra de grãos que haviam dado à região a reputação de “distrito de alta produtividade”, depois de saber que alguns agricultores de lá ficavam sem comida suficiente.

 “Zhengding prefere abrir mão da fama de modelo nacional de alta produção de grãos a comprometer o bem-estar do nosso povo”, afirmou ele.

 Para Xi, a governança deve ser orientada pelas necessidades do povo, e não por espetáculos políticos. A verdadeira busca de um funcionário, segundo ele, não deve ser um cargo de alto escalão, mas sim corresponder às expectativas do povo.

 Aproveitando suas experiências pessoais com dificuldades rurais como um adolescente, Xi lançou uma campanha nacional para erradicar a pobreza extrema logo após assumir o mais alto cargo do Partido em novembro de 2012, mobilizando todo o aparato partidário para esse objetivo. Sob sua liderança, a China tirou quase 100 milhões de residentes rurais da pobreza absoluta em oito anos.

 Vendo o combate à pobreza não como um ponto final, mas como um trampolim para as expectativas do povo por uma vida melhor, Xi passou a adotar uma visão mais ampla, a buscar a prosperidade comum para todos e a construir um grande país socialista moderno até meados do século.

 Mas estabelecer as metas certas é apenas parte da tarefa. Xi, portanto, deu grande ênfase à melhoria do quadro institucional que rege a conduta dos funcionários. Ele enfatizou que, além de fomentar a mentalidade certa, é essencial fortalecer os sistemas que restringem e supervisionam o exercício do poder.

 Enquanto isso, para incentivar os funcionários a assumirem responsabilidades, Xi estabeleceu critérios claros de seleção e nomeação.

 Funcionários que cometem erros com boas intenções de reforma ou por falta de experiência devem ser protegidos e distinguidos daqueles que violam a disciplina e a lei deliberadamente ou buscam ganhos ilegais, de acordo com o princípio das “três distinções” que ele propôs.

 “Os funcionários devem ser selecionados e promovidos com base no que fizeram, no que realizaram e se seu trabalho é reconhecido tanto pelo Partido quanto pelo povo”, disse Xi em declarações publicadas na Qiushi, a revista emblemática do Partido, em março, após o lançamento da campanha de estudo.

 “Deve dar preferência àqueles que ousam assumir responsabilidades, demonstram iniciativa, entregam resultados com habilidade e apresentam desempenho excepcional”, disse Xi.

PARTIR DA REALIDADE

 A mais recente campanha para promover uma cultura de boa governança ressalta a necessidade de partir da realidade e respeitar as leis objetivas.

 Esse apelo visa tratar de problemas como o fato de algumas localidades replicarem cegamente os sucessos de outras, o que reflete uma dependência excessiva de um único modelo e uma falta de tomada de decisões pragmáticas e bem concebidas.

 Na Conferência Central de Trabalho Econômico do ano passado, Xi criticou certas localidades por perseguirem cegamente tendências, independentemente das condições locais, seja aderindo à onda de desenvolvimento da indústria de chips, seja ansiosas por seguir o exemplo dos projetos do “novo trio” — veículos elétricos, baterias de lítio e energia fotovoltaica.

 Xi tem enfatizado em várias ocasiões a importância de basear as soluções nas condições locais, o que também é uma característica marcante de sua abordagem de governança.

 Ele frequentemente compara a formulação de políticas à busca da chave certa para cada fechadura, uma ideia que rejeita soluções padronizadas e enfatiza a adaptação das políticas às diferentes condições.

 Seja ao discutir o desenvolvimento urbano ou a política energética, Xi tem alertado contra ideias distantes da realidade. Sob sua liderança, a China fez progressos sólidos na transição ecológica e estabeleceu metas ambiciosas para atingir o pico das emissões de dióxido de carbono antes de 2030 e alcançar a neutralidade de carbono antes de 2060.

 No entanto, esses compromissos não significam buscar um fechamento generalizado e irrealista de projetos baseados em energias tradicionais, como o carvão.

 Em 2024, durante uma visita ao Município de Chongqing, no sudoeste da China, Xi enfatizou que, embora o desenvolvimento verde deva avançar, garantir um abastecimento energético estável é vital.

 “Primeiro, é preciso encher a barriga, e depois, comer bem”, disse ele, alertando contra uma abordagem excessivamente idealista.

 Xi também alertou contra visões equivocadas sobre as conquistas, que levam a “estatísticas inflacionadas”, lançamentos de projetos fictícios ou um PIB “impulsionado por faturas”, um fenômeno em que as autoridades locais utilizam incentivos fiscais para atrair empresas de fachada e criar um falso boom.

 Essa prática agora está listada como uma das principais tarefas de correção para 2026.

 Xue Jiping, presidente de um fabricante de fibras ópticas, observou que coibir tais abusos proporcionou às empresas que cumprem a lei uma verdadeira sensação de segurança, aumentando sua confiança para expandir os investimentos.

 A luta contra a falsificação reflete a insistência de longa data de Xi em relação à integridade. Em 2017, depois que a Província de Liaoning, no nordeste da China, registrou crescimento negativo na sequência de uma repressão aos dados econômicos falsificados, Xi reafirmou o valor dessa honestidade.

 Ele disse que, embora os números reais pudessem não parecer impressionantes, eles eram “verdadeiramente satisfatórios” porque eram autênticos, prometendo o apoio inabalável das autoridades centrais àqueles que expõem as condições reais, em vez de promover uma prosperidade falsa.

 Em 12 de março, a legislatura nacional da China aprovou uma meta de crescimento do PIB de 4,5% a 5% para 2026, ao mesmo tempo em que prometeu “esforçar-se para obter melhores resultados na prática”.

 O mesmo pragmatismo se reflete no 15º Plano Quinquenal, aprovado pelos legisladores no mesmo dia. O plano estabelece que o crescimento do PIB será mantido dentro de uma faixa razoável, com metas anuais definidas de acordo com as circunstâncias. Outras metas estabelecidas no plano também demonstram uma abordagem pragmática.

 “Essas disposições refletem uma orientação de valores clara: o desenvolvimento não pode depender de gestos espalhafatosos ou de espetáculos. Os funcionários devem arregaçar as mangas e se concentrar em resultados reais”, disse Yu Shaoxiang, pesquisador da Academia Nacional de Modernização da China, subordinada à Academia Chinesa de Ciências Sociais.

“Ao embarcarmos no período do 15º Plano Quinquenal, devemos limpar o lodo e purificar o ar”, disse Xi, exortando os funcionários a adotarem uma abordagem pragmática e voltada para a busca da verdade ao elaborar planos nacionais e locais.

 “Todos os planos devem estar fundamentados na realidade, buscando um crescimento sólido sem números inflacionados, e promovendo um desenvolvimento sustentável e de alta qualidade. Aqueles que agirem precipitadamente, elevarem metas camada por camada ou lançarem projetos indiscriminadamente serão responsabilizados”, declarou ele.

PERSPECTIVA DE LONGO PRAZO

 Desde o início de seu mandato como servidor público, Xi tem enfatizado que o que importa é servir aos interesses de longo prazo do país, em vez de buscar reconhecimento pessoal ou aplausos imediatos.

Essa abordagem reflete uma compreensão específica da governança, que trata o desenvolvimento não como uma corrida de velocidade dentro de um único mandato. Xi alertou contra a tentação de buscar vitórias rápidas ou “resultados instantâneos” por meio de projetos de curto prazo e alto impacto, comparando tais práticas ao esgotamento de recursos em troca de ganhos efêmeros.

Poucas áreas ilustram a necessidade desse pensamento de longo prazo mais claramente do que a preservação do patrimônio cultural e a proteção ambiental, onde os benefícios muitas vezes levam anos, ou mesmo décadas, para se manifestarem plenamente.

Ao atuar como governador interino de Fujian entre 1999 e 2000, Xi decidiu suspender um projeto de mineração na cidade de Sanming, após a descoberta de fósseis e artefatos no local que lançavam luz sobre as primeiras atividades humanas naquela região. Mais tarde, essa descoberta foi reconhecida como uma das mais significativas descobertas arqueológicas no sul da China.

Essa abordagem voltou a ser destaque anos mais tarde, enquanto Xi trabalhava na província vizinha de Zhejiang. Durante uma visita de inspeção local, as autoridades o levaram a um parque industrial que estavam ansiosas para mostrar. Mas quando Xi soube que muitas das fábricas ali eram pouco mais do que indústrias ultrapassadas realocadas de regiões vizinhas mais desenvolvidas, ele ficou com semblante fechado.

 “O que há para ver aqui?”, perguntou ele. “Aproveitem os seus próprios pontos fortes e protejam as montanhas verdes e as águas transparentes daqui — essa deve ser a vossa maior conquista na governança.”

A mensagem era inequívoca: buscar resultados econômicos imediatos à custa da saúde ecológica a longo prazo não era o tipo de conquista que importava. 

Cerca de uma década depois, a mesma lógica, ou seja, priorizar a segurança ecológica de longo prazo em detrimento da expansão de curto prazo, moldou a política de Xi em relação ao rio Yangtzé, o maior rio da China e uma artéria econômica vital. 

Em 2016, em uma reunião de alto nível focada no Cinturão Econômico do Rio Yangtzé, Xi abriu o evento com uma mensagem direta aos autoridades locais: “Vocês podem ficar desapontados hoje — esta não é uma discussão sobre desenvolvimento, mas sobre proteção.”

Ele deixou claro que a recuperação ambiental deve ser colocada em primeiro lugar na agenda, destacando uma avaliação abrangente do desenvolvimento baseada não apenas na velocidade, mas também na sustentabilidade e nos benefícios de longo prazo. 

As implicações dessa ênfase na saúde do meio ambiente se estenderam muito além do próprio rio. Isso confirmou que a visão estratégica, o planejamento consciente e a execução meticulosa devem ser as características definidoras do modelo de desenvolvimento da China. 

A campanha de estudo sobre a mentalidade de governança, por sua vez, foi lançada logo antes do lançamento do 15º Plano Quinquenal, o penúltimo na jornada da China para alcançar basicamente a modernização até 2035.

Desde a década de 1950, esses planos têm servido tanto de metrônomos quanto como guias do desenvolvimento da China, orientando a transformação do país de uma situação de escassez para a segunda maior economia do mundo. 

 “A formulação científica e a implementação sustentada dos planos quinquenais constituem importante experiência de governança do nosso Partido e uma vantagem política fundamental do socialismo com características chinesas”, disse Xi, que liderou o gigantesco esforço por trás da elaboração dos três planos quinquenais mais recentes do país. 

Esse sistema de planejamento valoriza a visão de futuro. Hou Yongzhi, pesquisador do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado, disse que os 109 grandes projetos delineados no 15º Plano Quinquenal abrangem várias áreas-chave da modernização chinesa, com uma parcela considerável focada no desenvolvimento de novas indústrias e setores emergentes.

 Concebidos para estabelecer as bases para o futuro, esses projetos proporcionarão um forte apoio ao crescimento econômico da China e ao bem-estar da população, observou Hou. 

Alexander Davey, analista do Instituto Mercator para Estudos da China, com sede em Berlim, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que os planos quinquenais da China funcionam como uma bússola para os quadros do Partido e os funcionários do governo. Para eles, os planos indicam como devem trabalhar e o que precisam alcançar. 

 A ênfase no planejamento de longo prazo também ajuda a explicar por que Xi tem repetidamente pedido aos funcionários que valorizem não apenas as conquistas visíveis, mas também o trabalho menos visível que estabelece as bases para o desenvolvimento futuro. 

 “A revitalização da nação chinesa é uma corrida de revezamento, na qual o bastão deve ser passado de uma geração para a outra, com cada geração se esforçando para correr bem sua etapa”, disse Xi.

O presidente chinês, Xi Jinping, também secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e presidente da Comissão Militar Central, visita o campus Xiong’an da Escola Secundária nº 4 de Beijing, na Nova Área de Xiong’an, Província de Hebei, norte da China, em 23 de março de 2026. (Xinhua/Xie Huanchi)

Foto aérea de drone tirada em 16 de junho de 2025 mostra uma vista do Parque Yuerong na Nova Área de Xiong’an, na Província de Hebei, norte da China, em 23 de março de 2026. (Xinhua)

Foto aérea de drone tirada em 15 de maio de 2024 mostra uma área de turismo eco-cultural ao longo do rio Yangtze no distrito de Wanzhou de Chongqing, no sudoeste da China. (Xinhua/Wang Quanchao)

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