O Citroën Elo, um novo concept car elétrico, foi revelado esta terça-feira (10 de dezembro). Este veículo inovador em forma de monovolume é um “laboratório de ideias”, versátil com um interior modular.
Bernardo Matias | 16:49 – 09/12/2025
E se não precisasse de levar o seu carro à oficina para o reparar? É isso que propõe o Aria, um conceito elétrico desenvolvido por alunos da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, nos Países Baixos.
A apresentação deste automóvel elétrico modular aconteceu em meados de novembro no Museu Natural Next em Eindhoven, sendo o décimo desenvolvido pela equipa de estudantes. Também estiveram envolvidos membros da Fontys e da Summa, numa equipa sob gestão de Taco Olmer.
Danos ou avarias menores podem ser corrigidos pelo próprio utilizador. A carroçaria está concebida para que seja necessário apenas desanexar um painel e substituí-lo em caso de riscos ou danos – sendo que a remoção de um painel dá acesso aos componentes por baixo do mesmo. São seis os módulos de bateria que, juntos, têm 12,96 kWh de capacidade. A autonomia ronda os 220 km. A sua remoção é fácil, com os conjuntos de baterias possíveis de desmontar à mão.
Marc Hoevenaars, daquela instituição de ensino superior, disse em comunicado que “todos os componentes podem ser reposicionados sem ferramentas ou experiência“.
Há um acesso fácil às baterias através das laterais do veículo e cada uma pesa 12 kg. Ao ligar uma aplicação ao painel de instrumentos do carro, é possível aceder a instruções passo-a-passo para fazer reparações – como por exemplo encomendar e substituir um pedal do acelerador danificado.
O responsável recordou que as baterias dos carros elétricos atuais têm uma duração limitada de cerca de dez anos e é necessário ir à oficina para substituí-las – sendo que poucas oficinas independentes podem resolver os problemas e ainda há uma falta de mecânicos especializados em elétricos: “O que significa que as reparações demoram mais tempo e custam mais”, recordou Marc Hoevenaars.
Durante o evento de apresentação, Hemmy van Hees – que foi mecânico durante mais de quatro décadas – expressou algumas dúvidas: “Como é que se mantém os travões e a direção seguras? Há tanto que pode correr mal. Pela minha experiência, condutores profissionais por vezes nem conseguem mudar uma lâmpada”, disse, citado pelo site da universidade.
Apesar de o Aria ser um automóvel promissor tecnologicamente, não o vai ver à venda. Segundo a Universidade de Tecnologia de Eindhoven, este projeto não será introduzido no mercado, querendo, pelo contrário, “mostrar o que é possível”.
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