Enquanto em Moçambique o relógio ainda luta com as últimas horas de 31 de Dezembro, há países que já estão confortavelmente em 2026, a publicar fotos, a soltar fogo-de-artifício e a fingir que o próximo ano vai ser mais organizado do que o anterior. O motivo é simples e nada místico: fusos horários.
A Terra gira, o tempo não espera e alguns países vivem sempre “no futuro”. Eis a lista curiosa dos 10 países que entram em 2026 antes de todos, liderados pelas ilhas mais orientais do planeta.
Kiribati é, oficialmente, o primeiro país do mundo a entrar em 2026. As ilhas Line Islands, especialmente Kiritimati (Ilha do Natal), operam no fuso UTC+14, o mais avançado do planeta.
👉 Quando lá é meia-noite, em Moçambique ainda é 10h da manhã do dia 31.
Desde que mudou o fuso horário em 2011 para alinhar-se com parceiros comerciais, Samoa vive permanentemente “um dia à frente”. Entra em 2026 logo após Kiribati, mantendo o estatuto de país futurista por decisão política.
O pequeno reino do Pacífico Sul também entra muito cedo no novo ano. Tonga celebra a passagem de ano enquanto grande parte do mundo ainda está a trabalhar ou a almoçar.
A Nova Zelândia é o primeiro país “grande” a entrar no novo ano e o mais mediático entre os primeiros.
👉 Entra em 2026 cerca de 9 horas antes de Moçambique, por volta das 15h00 do dia 31 no horário moçambicano.
Sydney, Melbourne e Camberra entram logo depois da Nova Zelândia. É por isso que Sydney costuma inaugurar o Ano Novo mundialmente transmitido, enquanto África ainda está a ajustar os planos da noite.
Vizinha da Austrália, entra em 2026 quase ao mesmo tempo, com celebrações mais discretas, mas com o mesmo privilégio temporal.
Este arquipélago do Pacífico entra cedo no novo ano, mantendo a tradição das ilhas que vivem horas à frente do resto do planeta.
Outro país insular que entra em 2026 quando o continente africano ainda está longe da meia-noite. Aqui, o Ano Novo chega com tranquilidade e pouco ruído mediático.
Destino turístico famoso, Fiji entra em 2026 antes da maior parte do mundo. Enquanto turistas brindam nas praias, milhões de pessoas ainda estão presas no “ano velho”.
Pequeno em território, mas gigante no calendário. Tuvalu fecha o grupo dos países que inauguram o novo ano antes de quase toda a humanidade.
Moçambique opera no fuso UTC+2, o que significa que entra em 2026 cerca de 12 horas depois de Kiribati e 9 horas depois de Sydney. Quando o fogo-de-artifício já terminou no Pacífico, por cá a noite ainda está a começar.
Não é coincidência que os primeiros países a entrar no novo ano sejam ilhas do Pacífico. O meridiano internacional da mudança de data foi ajustado ao longo dos anos para evitar que países ficassem “divididos” em dois dias diferentes. Resultado: algumas nações vivem permanentemente no futuro e outras, como Moçambique, chegam com calma, mas chegam.
O ano muda para todos. Só não muda ao mesmo tempo.
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