Um concurso público do Instituto de Algodão e Oleaginosas (IAO), tutelado pelo Ministério da Agricultura, tornou-se alvo de críticas e investigação do GCCC, suscitando questionamentos sobre probidade e legalidade.
Salomão Moyana denunciou que a empresa vencedora do concurso “não tinha qualificações para concorrer, tinha capital social inferior ao exigido e menos de três exercícios económicos. Foi criada por alguém com informação privilegiada.”
O analista criticou o júri do concurso por permitir irregularidades: “São pessoas formadas, mas aceitaram coisas ilegais. Devem explicar se foi o ministro que lhes instruiu a admitir uma empresa com estas irregularidades.” Moyana destacou a importância da responsabilização de todos os actores envolvidos, começando pelo júri.
Ele também levantou suspeitas de motivação política: “Pode ser parte de uma campanha visando atingir o ministro, por causa de uma reforma que ele está a implementar, reduzindo institutos e projectos onde muitos estão a ganhar em dólares.”
Moyana questionou a coerência de manter o Instituto de Algodão, dado que o feijão bóer, que gera mais receita, não tem uma instituição similar: “
As responsabilidades devem ser apuradas, a começar pelo júri e depois vamos subindo.”
O jornalista concluiu que o Ministério Público tem papel central para esclarecer se houve ilegalidade ou se o ministro é vítima de uma “cabala”, ressaltando a importância da transparência e da ética administrativa no sector público.
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