A CHUVA quecaidesdeaquarta-feira continua a provocar constrangimentos na mobilidade urbana enascondições de habitaçãonas cidades de Maputo edaMatola.
Na rondaque o “Notícias” efectuouontemconstatou que, em diferentes zonas,hávias alagadas,quedificultama circulação rodoviáriacausandoescassez de transporte público,e residências inundadas, sobretudo nas áreas baixas.
Na cidade de Maputo,a circulação emalgumas artériasestácondicionadadevidoainundações. Na Avenida Julius Nyerere, próximo àUniversidade Eduardo Mondlane, algumas viaturas ficaram imobilizadas depois depassaremportroçosinundados. Situação semelhanteocorreuna Praça dos Combatentes e na Avenida 25 de Setembro.
Na Avenida Sebastião Mabote,registou-se circulação reduzida, sobretudo de viaturas de baixa suspensão. O automobilista Ernesto Mucavele dissequehátroços onde a água cobre quase toda a faixa de rodagem, obrigando os condutores a reduzir a velocidade ou procurar vias alternativas.
Foram igualmente observadas longas filas nas paragens de transporte público. Em Magoanine“C”(Matendene), vários utentes aguardavam pelo transportesemi-colectivoque deixara de chegar a alguns pontos devido às condições das vias.
O mesmo cenário verificou-se em Magoanine, Praça dos Combatentes e Missão Roque, ondeospassageiros permaneceramdurante muito tempoà espera de transporte. João Nhampossa explicou que há poucos“chapas”a circular, por issoas pessoas passam muito tempo nas paragens à espera de transporte”.
Nos bairros Magoanine“A”, Magoanine“B”, Magoanine“C”(Matendene), Ferroviário e Hulene, alguns residentes enfrentam inundações nas habitações.
Maria Nhantumbo, residente em Magoanine“A”, relatou que a água entrou nasua residênciadurante a madrugada eforam forçadosaretirar alguns móveis eausar baldes para tiraraáguaque invadiu os compartimentos.
Emalgumaszonas dobairro Ferroviário e de Magoanine“A”encontram-se em funcionamento moto-bombas instaladas pelo município para auxiliar na drenagem.
Na Matola, o cenário repete-se em bairros como Patrice Lumumba, Liberdade, Nkobe e Machava-Socimol. Apesar das condições, a actividade comercial continua.
O comerciante Armando Mabunda, no bairro Patrice Lumumba, afirmou que “mesmo com água no chão continuamos a vender, porque é desta actividade que tiramos o sustento diário”.
Acirculação na Estrada Nacional Número Um (N1) encontra-se condicionada no troço entre o Mercado Grossista do Zimpeto e a paragem Molumbela, devidoà concentraçãodaságuas pluviais na via, situação que abranda o fluxo de viaturas e obriga os automobilistas a circularemcom prudência.
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