O presidente chinês, Xi Jinping, realizou conversas com o presidente de Myanmar, Min Aung Hlaing, em Pequim, na terça-feira.
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Brasileiras encontram oportunidades de negócios na China
As empreendedoras brasileiras compartilharam suas trajetórias de empreendedorismo, liderança e experiências na China no Dia Brasileiro em Hangzhou, na Província de Zhejiang, leste da China, em 29 de maio de 2026.
Continue lendo Brasileiras encontram oportunidades de negócios na ChinaComo Fazer uma Candidatura Online Que Chame a Atenção dos Recursos Humanos
O Que os Recrutadores Procuram Num Candidato
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, os profissionais de Recursos Humanos não analisam apenas certificados académicos.
Continue lendo Como Fazer uma Candidatura Online Que Chame a Atenção dos Recursos HumanosMilhares procuram emprego, mas poucos sabem como candidatar-se correctamente online
A Verdade Que Ninguém Quer Ouvir Sobre o Desemprego
Todos os dias, milhares de jovens e adultos em Moçambique acordam com o mesmo objectivo: encontrar um emprego. Nas redes sociais, nos grupos de WhatsApp e nas conversas de bairro, as reclamações repetem-se.
Continue lendo Milhares procuram emprego, mas poucos sabem como candidatar-se correctamente onlineOportunidades de Emprego em Moçambique: World Vision e Grandes Multinacionais com Vagas Abertas para Junho de 2026
Se está à procura de uma nova etapa na sua carreira profissional, o mercado de trabalho em Moçambique apresenta diversas vagas de emprego para divulgação imediata. Instituições de renome como a World Vision-Moçambique, Total Energies e o sector bancário estão a recrutar profissionais qualificados para diversas áreas.
Continue lendo Oportunidades de Emprego em Moçambique: World Vision e Grandes Multinacionais com Vagas Abertas para Junho de 2026FAZER DIFERENTE: Produzir, comercializar, transformar e valorizar moçambique
Por: Emanuel G.
Desde o início do mandato de Daniel Chapo, começou a ganhar força uma ideia que toca profundamente a consciência nacional: “é preciso fazer diferente para alcançar resultados diferentes”. Esta frase representa o reconhecimento de que Moçambique não pode continuar a ser mero receptor de programas importados, nem insistir em modelos económicos que, ao longo do tempo, não produziram melhorias consistentes na vida social e económica do país.
Durante décadas, Moçambique assistiu a ciclos de crescimento económico que raramente se converteram em prosperidade colectiva. O Produto Interno Bruto (PIB) crescia, os megaprojectos multiplicavam-se e os recursos naturais atraíam investidores, mas o cidadão comum continuava a enfrentar o desemprego, o elevado custo de vida e a escassez de oportunidades.
É neste contexto que o apelo de Daniel Chapo para “fazer diferente” ganha significado concreto: transformar a economia para que ela produza riqueza visível no prato, no emprego, no rendimento e na dignidade dos moçambicanos.
As culturas de identidade nacional, como o caju, e várias unidades fabris que sustentavam a produção interna foram, ao longo do tempo, enfraquecidas ou encerradas sob influência de programas económicos desajustados à realidade e às dinâmicas sociais e produtivas do país. Décadas depois, os resultados revelaram-se contraditórios: aumento da dependência económica, desindustrialização e empobrecimento de homens e mulheres.
Muitas comunidades perderam não apenas empregos, mas também referências de produção e autoestima colectiva. O país passou gradualmente de produtor para consumidor, substituindo a transformação local pela lógica da importação permanente.
Surge, então, o discurso recorrente de que Moçambique figura entre os países mais pobres do mundo. Contudo, apesar das dificuldades, o povo moçambicano permaneceu resiliente e unido diante dos desafios económicos e sociais.
É precisamente aqui que a visão defendida por Daniel Chapo ganha profundidade. “Fazer diferente” significa recuperar a capacidade nacional de produzir, comercializar e transformar aquilo que o país possui em abundância.
O caju, o gergelim, o feijão, a alface, a cebola, a mandioca e a batata-doce fazem parte da identidade produtiva e alimentar do país. O tabaco, o algodão, a copra e o sisal pertencem igualmente à história económica moçambicana. As fábricas, as moageiras, os portos, os caminhos-de-ferro e as estradas também integram o desejo colectivo de progresso, orgulho nacional e construção da soberania económica.
Surge, assim, outro conceito central deste novo discurso governativo: a valorização económica nacional. Valorizar economicamente Moçambique significa transformar recursos em capacidade produtiva interna. O gás, a agricultura, os minerais, a pesca e a energia devem deixar de ser apenas activos de exportação bruta para se tornarem motores de industrialização, inovação e inclusão económica.
Não basta consumir; é necessário recriar. Não basta importar; é necessário transformar. Não basta extrair; é necessário industrializar. É por isso que Daniel Chapo insiste no crescimento da produção nacional — do pequeno canteiro agrícola aos milhares de hectares cultivados.
Um dos grandes desafios deste novo ciclo económico consiste em devolver confiança ao campo, à indústria e ao empreendedor nacional. Isso implica fortalecer os mercados internos, melhorar as vias de escoamento, garantir preço justo ao produtor e reduzir a dependência externa.
Tudo isso deve ser concretizado com capacidade, identidade e unidade nacional, para que o desenvolvimento económico não seja apenas um projecto financeiro, mas também um instrumento de coesão social e afirmação colectiva do povo moçambicano.
Expandir a produção significa fortalecer a agricultura familiar, apoiar pequenas e médias empresas, impulsionar a agro-indústria e criar condições para que os jovens passem igualmente a gerar oportunidades de rendimento.
O conhecimento e a consciência nacional que hoje se afirmam pretendem pôr fim à lógica da “mão estendida”, substituindo-a por uma afirmação económica baseada na capacidade de produzir internamente. Este é um desafio económico, mas também moral e patriótico.
Um país que produz mais fortalece a sua soberania. Um país que valoriza o que produz fortalece a autoestima nacional. E um país que distribui oportunidades económicas fortalece a paz social.
O povo moçambicano já demonstrou inúmeras vezes a sua capacidade de responder às crises. O que faltou, muitas vezes, não foi talento nem vontade de trabalhar, mas sim um sistema económico capaz de transformar esforço em rendimento digno, oportunidades reais e melhoria efectiva do poder de compra.
“Fazer diferente” exige enfrentar privilégios instalados, combater o conformismo e a corrupção, simplificar o ambiente de negócios, investir seriamente na educação técnica e aproximar o Estado da economia real: do produtor, do jovem empreendedor, da mulher empreendedora, do pescador, do transportador e do pequeno industrial.
A verdadeira transformação económica de Moçambique acontecerá quando o produtor conseguir escoar a sua mercadoria, quando a juventude encontrar perspectivas reais, quando o produto nacional ganhar valor competitivo e quando a produção local alimentar o mercado interno. Afinal, as cidades dependem do campo, e não apenas o inverso.
No fundo, a visão defendida por Daniel Chapo coloca Moçambique diante de uma escolha histórica: continuar dependente de modelos económicos importados e pouco inclusivos, ou construir uma economia baseada na produção, na valorização nacional e na participação mais ampla dos moçambicanos.
Porque “fazer diferente” não significa apenas mudar palavras. Significa mudar prioridades. Significa transformar crescimento em desenvolvimento humano e fazer com que a riqueza do país deixe de impressionar apenas nos relatórios macroeconómicos para passar a transformar a vida real das pessoas.
Talvez seja exactamente aí que resida o maior teste deste novo ciclo governativo: fazer diferente para alcançar resultados diferentes e promissores, tornando o desenvolvimento um património colectivo e não privilégio de poucos.
“A terra alimenta quem a valoriza, porque o povo cresce quando se apropria da própria capacidade de produzir.”
É tempo de engajamento, compromisso e consciência nacional na preservação e valorização da economia moçambicana — no combate à pobreza, na construção do bem-estar e na afirmação da prosperidade nacional. (MG)
BAFANA-BAFANA PODEM CHOCAR O MUNDO? HISTÓRICO FAVORECE A ÁFRICA DO SUL CONTRA O MÉXICO
A selecção sul-africana entra em campo diante do México como clara “azarã” nas casas de apostas e nas previsões estatísticas, mas os números do histórico entre as duas equipas sugerem que os Bafana-Bafana podem surpreender logo na estreia.
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O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique, INAM, divulgou a atualização oficial da previsão do estado do tempo para sexta-feira, 19 de junho de 2026, indicando um cenário de estabilidade atmosférica geral, mas com variações significativas de temperatura entre as regiões Sul, Centro e Norte do país.
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MAPUTO, 22 DE JUNHO DE 2026 – O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê para esta terça-feira, 23 de Junho de 2026, condições de céu pouco nublado a parcialmente nublado em grande parte do território nacional, com temperaturas amenas durante a manhã e um gradual aumento dos termómetros ao longo do dia.
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A Igreja Metodista Wesleyana acolheu, no sábado, 20 de Junho de 2026, na Matola-700, o lançamento do livro da autoria de Domingos Isac Mahlalela, intitulado Metodista Wesleyano em Moçambique – Um Legado de Fé, Cultura e Identidade.
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