O antigo Ministro da Saúde e médico-cirurgião Fernando Vaz foi distinguido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Wutivi, numa cerimónia solene que coincidiu com a celebração dos seus 97 anos. A homenagem reconhece uma vida dedicada ao serviço público, à medicina e à formação de quadros nacionais, num percurso que atravessa décadas da história de Moçambique.
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Moçambique lança projecto-piloto de pulseiras electrónicas para aliviar superlotação prisional e reduzir custos do Estado
O Governo moçambicano lançou um projecto-piloto de implementação de pulseiras electrónicas para monitorização de reclusos, numa tentativa de responder à crise crónica de superlotação no Sistema Nacional Penitenciário e reduzir os elevados custos financeiros associados à manutenção de presos em regime fechado.
Continue lendo Moçambique lança projecto-piloto de pulseiras electrónicas para aliviar superlotação prisional e reduzir custos do EstadoLAM reforça frota com dois Embraer 190 e prorroga prazo das reformas estruturais
As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) receberam duas novas aeronaves do tipo Embraer 190, marcando mais uma etapa do plano de reestruturação da companhia definido pelo Governo, num contexto em que a transportadora nacional continua sob forte escrutínio público quanto à sua sustentabilidade operacional e financeira.
Continue lendo LAM reforça frota com dois Embraer 190 e prorroga prazo das reformas estruturaisParlamento aprova Lei da Inspecção Geral do Estado para reforçar combate à corrupção, mas oposição exige independência real
A Assembleia da República aprovou a proposta de lei que cria a Inspecção Geral do Estado, uma nova entidade central destinada a coordenar, sistematizar e reforçar as ações de fiscalização e combate à corrupção em todo o aparelho estatal moçambicano, numa altura em que a percepção pública de impunidade continua elevada.
Continue lendo Parlamento aprova Lei da Inspecção Geral do Estado para reforçar combate à corrupção, mas oposição exige independência realMunicípio de Nampula anuncia venda em hasta pública minutos antes da abertura e levanta suspeitas de irregularidades
O Conselho Municipal da Cidade de Nampula voltou a gerar forte indignação pública após tornar público um anúncio de venda em hasta pública de dezenas de viaturas e máquinas pesadas em estado de sucata poucos minutos antes da hora marcada para a abertura das propostas, um procedimento que contraria princípios elementares de transparência, legalidade e boa governação na administração pública.
Continue lendo Município de Nampula anuncia venda em hasta pública minutos antes da abertura e levanta suspeitas de irregularidadesCompanhia vende bilhetes sem autocarro disponível em Chimoio
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Mozal anuncia suspensão da fundição de alumínio a partir de Março de 2026 por falta de energia competitiva
A Mozal S.A. anunciou, esta terça-feira, que irá suspender as suas operações de fundição de alumínio em Moçambique a partir de 15 de Março de 2026, devido à indisponibilidade de electricidade suficiente a preços competitivos, um factor considerado crítico para a produção de alumínio e para a viabilidade económica da unidade industrial.
Continue lendo Mozal anuncia suspensão da fundição de alumínio a partir de Março de 2026 por falta de energia competitivaFernando Vaz distinguido como Doutor Honoris Causa
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Moçambique entre os mais afetados por recuo do financiamento chinês
Segundo a investigadora Rebecca Ray, autora do estudo da Boston University Global Development Policy Center, divulgado na segunda-feira, os chamados “fluxos lÃquidos de dÃvida” da China para os paÃses de baixo rendimento — os novos empréstimos concedidos menos os reembolsos recebidos — tornaram-se negativos nos últimos anos.
Isto significa que, atualmente, os paÃses mais pobres estão a pagar à China mais do que recebem em novos financiamentos. A tendência reverte o padrão dominante nas últimas duas décadas, em que Pequim foi um dos principais financiadores de infraestruturas nos paÃses em desenvolvimento.
A retração resulta da queda acentuada nos desembolsos desde 2018, ano em que o financiamento externo chinês atingiu o seu pico.
Como os reembolsos se prolongam por mais tempo do que os perÃodos de concessão de crédito, esta inversão era inevitável, aponta o estudo.
A situação assemelha-se à registada em 2005 entre os credores do Clube de Paris, que nesse ano apresentaram fluxos lÃquidos negativos de 9,4 mil milhões de dólares (oito mil milhões de euros) devido à instabilidade financeira global. No caso chinês, o saldo negativo ascendeu a 5,9 mil milhões de dólares (5 mil milhões de euros) em 2024.
Entre os paÃses lusófonos abrangidos pela análise, Moçambique surge entre os mais afetados. O paÃs africano registou transferências lÃquidas negativas da China e de todos os seus credores combinados, o que significa que, além de estar a pagar mais do que recebe de Pequim, não conseguiu compensar esse fluxo com financiamento de outras origens.
Entre janeiro e março, a China manteve-se como principal credora bilateral de Moçambique, apesar do perdão de juros e da recente doação de 12 milhões de euros anunciada por Pequim.
Moçambique pagou em três meses mais de 36 milhões de euros à China pelo serviço da dÃvida, que lidera entre os credores bilaterais do paÃs, segundo dados do Ministério das Finanças.
De acordo com um relatório sobre a gestão da dÃvida, o serviço da dÃvida à China foi o que mais pesou nas contas moçambicanas em três meses, de janeiro a março, com 35,51 milhões de dólares (30,6 milhões de euros) em amortizações e 6,77 milhões de dólares (5,8 milhões de euros) em juros.
Segundo dados do relatório, a dÃvida de Moçambique à China ascendia por seu turno, no final de junho, a 1.347 milhões de dólares (1.158 milhões de euros), o maior credor bilateral e apenas ultrapassada, nos credores multilaterais, pelo IDA (Associação Internacional de Desenvolvimento), do Grupo Banco Mundial, com 2.980 milhões de dólares (2.566 milhões de euros).
Entretanto, o Governo chinês perdoou os juros dos empréstimos concedidos a Moçambique até 2024 e anunciou a doação de 12 milhões de euros ao paÃs africano, disse em 14 de outubro a primeira-ministra moçambicana, Benvida Levi.
Segundo o relatório, este grupo mais vulnerável inclui ainda Myanmar, Samoa, Tonga, Tajiquistão e Djibuti, todos em situação de elevado risco de sobre-endividamento.
Na maioria dos outros paÃses analisados — todos elegÃveis para financiamento concessionado da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), do Banco Mundial — os reembolsos à China foram compensados com novos financiamentos de outros parceiros, mantendo os fluxos lÃquidos totais em terreno positivo.
Apesar de sublinhar que a atual fase não é inédita nem incomum, Rebecca Ray considera que representa um desafio importante tanto para os paÃses de baixo rendimento como para a China, que se vê obrigada a repensar a sustentabilidade e o impacto do seu modelo de financiamento externo.
O estudo propõe que Pequim refinancie os empréstimos em dificuldades, aproveitando o atual diferencial entre as taxas de juro chinesas e as norte-americanas, a conversão de créditos em risco em obrigações a longo prazo denominadas em renminbi (RMB), permitindo condições de pagamento mais sustentáveis ou o alargamento do comércio bilateral em RMB, facilitando o acesso à moeda necessária para pagamentos futuros.
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AR aprova lei que cria Inspecção-geral do Estado – O País – A verdade como notícia
A Assembleia da República aprovou, esta segunda-feira, a lei que cria a Inspecção Geral do Estado, uma entidade que funde as Inspecções de Finanças e da Administração Pública. A instituição tem competências para inspeccionar a prestação de serviços públicos pelas instituições de Estado, e a sua criação não terá impacto financeiro no orçamento de Estado de 2026
A Inspecção Geral do Estado, cuja proposta de criação foi apresentada, esta segunda-feira pelo Governo à Assembleia da República, será um Órgão Central do Estado que prestará contas ao Conselho de Ministros e ao Parlamento. Segundo o proponente, representado na Assembleia da República pelo ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, a instituição vai resolver problemas de descoordenação que antes existiam com “actuação isolada de instituições inspectivas,†o que propiciava “actos de corrupção, desperdÃcio de recursos e conflitos interinstitucionais.â€
A Inspeção-Geral do Estado vai auditar e inspeccionar a todas as entidades da Administração do Estado, incluindo de governação descentralizada, representações diplomáticas, empresas públicas e participadas pelo Estado.
O projecto de Lei recebeu voto favorável de todas as bancadas parlamentares, cada uma com suas exigências.
A Frelimo exigiu que a instituição seja dirigida por um indivÃduo “de elevada integridade moral, reconhecido mérito e inquestionável capacidade técnica.â€Â
O PODEMOS pediu uma instituição independente, eficaz e funcional, que inspeciona a todos “sem amarras polÃticas.â€
 Já as bancadas parlamentares da RENAMO e MDM, também com argumentos a favor da instituição, exigem que não seja mais uma entidade pública, “precisa apresentar resultadosâ€. Arnaldo Chalaua da RENAMO insistiu que a inspecção terá “oportunidade de apresentar as Linhas Aéreas de Moçambique a funcionar devidamenteâ€, a partir da força da Lei, ora aprovada.
Ainda na mesma sessão o parlamento aprovou o projecto de lei que funde as inspeções de natureza econômica até aqui existentes, em Inspecção Geral de Segurança Alimentar e Económica. O proponente entende que o modelo atual propicia práticas de corrupção, dispersa recursos e mina a confiança de agentes econômicos nas instituições do Estado.
