A partida entre África do Sul e Nigéria terminou empatada por 1–1, resultado que assinala um duro golpe para as aspirações nigerianas de apuramento. Os Bafana Bafana abriram o marcador com um autogolo do defesa nigeriano William Troost-Ekong, aos 25 minutos, após uma jogada ofensiva bem estruturada. Pouco antes do intervalo, o defesa Calvin Bassey igualou para a Nigéria com um cabeceamento que levantou controvérsia, mas foi validado na ausência de VAR.
Com este empate, a África do Sul afastou-se no topo do Grupo C, liderando com 17 pontos, enquanto a Nigéria ficou com apenas 11 — agora em segundo lugar, empatada com Benin e Ruanda, mas atrás no saldo de golos. O cenário coloca a Omolúú (Super Eagles) numa situação delicada: a vaga directa está cada vez mais distante.
Deslize que pode custar a vaga directa
O resultado agrava a dificuldade nigeriana: apesar da pressão defensiva e algumas oportunidades no segundo tempo, a equipa não conseguiu converter o ritmo em resultado. O técnico Eric Chelle, em início de ciclo, teve de enfrentar a ausência de Victor Osimhen devido a lesão, o que manteve o ataque menos ameaçador.
Além disso, a perspectiva de uma penalização de três pontos para a África do Sul, por escalação irregular, ainda paira sobre o grupo, sem decisão clara da FIFA até agora. A incerteza só aumenta a pressão sobre a seleção nigeriana.
Com apenas dois jogos por disputar — contra Lesoto fora e Benin em casa — a Nigéria precisa de resultados perfeitos somados a tropeços dos líderes ou adversários directos. Para sonhar com a vaga directa, deve vencer ambos, torcer por escorregões sul-africanos e esperar contar com saldo de golos favorável.
A outra alternativa é terminar em segundo lugar e esperar estar entre os quatro melhores segundos classificados, o que ofereceria acesso aos playoffs continentais rumo ao Mundial. Porém, a concorrência é feroz.
Mesmo com bons nomes no plantel, como Bassey, que marcou o empate, a equipa nigeriana parece não ter o equilíbrio emocional e disciplinar necessário. Erros como o autogolo de Troost-Ekong intensificaram as críticas, e substituições como a tardia entrada de Arokodare, que teve oportunidades claras, não surtiram efeito suficiente.
A falta de adaptação às circunstâncias e estratégias previsíveis revelaram falta de ousadia e frescor táctico, acentuado pela fragilidade defensiva mantida ao longo da fase de qualificação.
Com este empate, a África do Sul está em posição quase garantida para assegurar o primeiro lugar no grupo — condição que concede vaga directa para o Mundial. Resta saber se sofrerá penalizações administrativas que alterem a tabela.
Até lá, a selecção continua firme e mais tranquila, aguardando apenas a confirmação se o seu domínio no grupo se manterá até o fim das eliminatórias.
Este empate não caiu como um mero ponto perdido — foi uma oportunidade desperdiçada. A Nigéria ainda vive, mas sob tensão elevada e com a classificação dependente de outros resultados. A África do Sul, por seu turno, domina o grupo, mas precisa que a FIFA decida rapidamente sobre o caso disciplinar para oficializar sua vantagem.
Se quiser, posso esboçar os cenários matemáticos exactos que a Nigéria enfrenta, com probabilidades de classificação directa versus via playoff. Diga se devo seguir por aí.
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