O mau atendimento raramente nasce do nada. Há padrões claros.
Redes sociais, chamadas pessoais e mensagens intermináveis desviam a atenção do funcionário. O utente vira ruído de fundo. O balcão transforma-se num “intervalo permanente”.
Salários baixos, carreiras estagnadas e ausência de avaliação de desempenho criam funcionários resignados. Quando se perde o sentido de missão, o cidadão passa a ser tratado como incómodo.
Em muitos serviços, não há consequências reais para o mau atendimento. Reclamar não muda nada. Sem fiscalização interna, o desleixo instala-se como norma.
Poucos funcionários, muitos utentes, sistemas lentos e processos manuais criam stress contínuo. O stress, quando mal gerido, transforma-se em arrogância.
Quando o “atalho”, a cunha e o favor pessoal passam a regra, quem chega pela via normal é visto como atraso no esquema.
Mahdawi, um estudante ativista palestino, enfrentou um processo de deportação em meio a uma repressão…
Ouça este artigo|3 minutos O Hamas pressionou o “Conselho de Paz” do presidente Donald Trump…
Ele foi um ministro batista que veio do Sul segregado para se tornar um colaborador…
Walid Fidama foi um democrata ao longo da vida, mas o ativista iemenita-americano apoiou Candidato…
!função(e,t,a,n,r){e[n]=e[n]||[],é[n].push({"gtm.start":(nova data).getTime(),event:"gtm.js"});var g=t.getElementsByTagName(a)[0],m=t.createElement(a);m.defer=!0,m.src="https://www.googletagmanager.com/gtm.js?id=GTM-MJWQ5L2",g.parentNode.insertBefore(m,g)}(window,document,"script","dataLayer")Partida ao vivoPartida ao vivo, Acompanhe a preparação, a análise e os comentários…
O juiz afirma que a administração Trump fez 'uma ameaça vazia após a outra' de…